Em que momento devo abrir minha empresa?

Essa pergunta poderá nos levar a vários caminhos: pessoal, financeiro, mercadológico e tantos outros.

Quanto o aspecto pessoal, você deverá refletir o que está lhe motivando abrir uma empresa e se está disposto a enfrentar desafios, além de sua capacidade de perserverar.

Financeiramente, é importante simular a viabilidade, a necessidade de capital de giro, capacidade de gerar o prolabore desejado.

A grande questão está no aspecto mercadológico, pois não terá sentido os demais aspectos se a empresa não houver capacidade de criar uma relação com os clientes. Essa relação deverá estimular os potenciais clientes de consumir os produtos e serviços da sua empresa. Gerar experiências…

Para isso, faz necessário estudar e conhecer o perfil dos potenciais clientes, do mercado e o período do ano em que se mais seu produto e serviços são consumidos. Essas informações poderá contribuir para definer e planejar o melhor período de abrir a empresa.

Essa escolha irá contribuir a ampliar ou reduzir a necessidade de capital de giro para viabilizar a empresa, além de facilitar a capacidade de captar uma cateira de clientes que irá dar vida a empresa.

Diante disso reflita:

  •  O que motiva as pessoas consumirem seus produto e serviços?
  • Qual o perfil dos potenciais clientes: idade, genero, estilo de vida, ambiente social que mais frequenta, renda, se estão presentes nas comunidades das mídias sociais?
  • Qual o período do ano, mês, semana que mais consomem esse tipo de produto e serviço?
  • Qual a quantidade e a periodicidade de consumo?
  • Quais os meios de comunicação e mídia digital mais utilizada?
  • Quais os potenciais produtos e serviços substitutos que concorrerão?
  • Qual a capacidade de compra os clientes precisarão ter?
  • O que faz os potenciais clientes escolher uma empresa da outra para se relacionar?

Essas reflexões ajudará a identificar a janela de oportunidade mais propícia para de lançar sua empresa no mercado.

Respire fundo e não deixe ser levado pela ansiedade e escolha o tempo certo!

Caso sua empresa desapareça, os clientes sentirão sua falta?

Você, dono de empresa, precisa fazer essa pergunta constantemente.
É uma grande forma de avaliar se você só está vendendo ou fidelizando seus clientes e realizando um atendimento diferenciado.

Pesquisadores americanos identificaram que as empresas, que todos amam e que sentiriam sua falta, são altamente lucrativas. Também descobriram algumas características que são comuns a todas elas, tais como:

• procura conciliar e alinhar os interesses de todos os atores, clientes, fornecedores, sócios, sociedade e entre outros que são envolvidos com a empresa;
• o pró-labore é coerente com a realidade da empresa;
• possuem a cultura de “portas abertas” de acesso aos gerentes e empresário;
• contratam pessoas que gostam “de gente” e são entusiasmadas com os clientes;
• veem os fornecedores como parceiros e colaboradores para melhoria da empresa;
• a remuneração e os benefícios para os funcionários são elevados para a categoria;
• possuem uma política de desenvolvimento e retenção de talentos;
• possuem baixos custos com marketing, perante as outras empresas; ao mesmo tempo, a sinergia de toda empresa, funcionários, gerencias, fornecedores são intensos na busca da satisfação e retenção de clientes.

Todas essas características, independente do porte da empresa, poderão ser colocadas em prática! Basta ter a força de vontade e união de forças com todos que fazem parte da empresa. É claro, não esquecendo de que você precisa conhecer muito bem seus clientes: como consomem seus produtos e serviços, como gostam de se ser tratados, seu estilo de vida, o que eles mais gostam e o que mais eles detestam, seus anseios ainda não atendidos quanto ao segmento da empresa que você trabalha.

Busque fazer a diferença na vida de seus clientes!

(Fonte: Kotler, 2010)

O perfil da nova geração: empreendedores, consumidores, profissionais, mas acima de tudo, conectados!

Essa nova geração vem quebrando alguns ‘rituais’ de comportamento consolidados no século XX e do início deste século. Com certeza, no meio para o final do século XXI teremos outra realidade de vida e de comportamento em nossa sociedade. Já podemos observar a usabilidade de várias tecnologias que faz parte de nosso dia a dia, e que essa nova geração faz uso de forma diferenciada, tais como:

  • Não esperam ver as notícias nas mídias tradicionais em seus respectivos horários oficiais. Buscam constantemente atualização através das notícias quentes pela internet, geralmente, utilizam algum gerenciador de notícias para receberem de imediato ou várias vezes por dia; 
  • Não esperam Grammy ser lançado, gostam de ver e escutar o que estão sendo mais demandados na internet através de podcast Youtube e outros; 
  • Tem assistido menos a TV do que a geração de seus pais. Preferem assistir pela internet ou, no máximo, canais segmentados em TV fechada, como por exemplo, documentários, vida animal, sport e outros; 
  • A forma de utilizar o celular é diferente de seus pais. Enquanto os pais conversam com parentes e amigos; seus filhos passam mensagens. Diante desse comportamento, já existe concurso para quem tem a habilidade de digitar mais rápido no teclado do telefone; 
  • Se perguntarem o que eles sentem mais falta em acesso tecnológico, falam que é o telefone, pois o aparelho virou co-piloto de suas vidas: despertador, acesso a notícias e às redes sociais, fazem compras, check-in nos aeroportos, assistem a filmes, GPS e outras funcionalidades; 
  • Considera o email bastante formal, sem falar que não sabem o que é postar uma carta nos correios. Eles preferem MSN, Twitter, G-talk, Skype, mensagens nas redes sociais e outras formas mais simples; 
  • No lugar de escutar músicas via rádio, preferem fazer download e selecionar suas preferencias nos seus mp4, IPod etc…. 
  • Estão dando o direcionamento do conteúdo e das tecnologias em uma teia de colaboração, realizando upload de conteúdo: vídeos, áudio, imagem, além de terem blogs e emitirem suas opiniões sobre produtos, serviços, filmes e outras questões que consideram relevantes.

Diante desse cenário, faz-se necessário gerar uma reflexão sobre quem tem conduzido as regras de negócios e o relacionamento com os seus respectivos consumidores, e da redefinição do perfil profissional para nas empresas. Uma vez que as mudanças estão acontecendo no cerne de nossa sociedade.

Fonte: Tapscott (2010).

Por Conceição Moraes

Turismo: satisfação do cliente x lucro dos negócios

Cheguei de viagem recentemente e comecei a refletir sobre tudo que vi… Onde fica a satisfação dos clientes que estão na posição de turistas em uma localidade, sedento de conhecer, aprender, experimentar novas culturas, sentir novas emoções nos locais que estão visitando…?

O que parece é que existem interesses conflitantes entre o lucro das agencias, operadoras, guias turísticos e a verdadeira vontade dos clientes-turistas.

É legítimo e missão de toda empresa gerar lucro, seja do seguimento de turismo ou de qualquer outro. O detalhe é o ganho empresarial conciliado com a satisfação do cliente!

Os turistas procuram alguns opcionais que as grandes agencias de turismo não ofertam porque não são lucrativos, mas pequenas agencias tem e só bastaria um telefona de uma agencia para outra no intuito de atender a vontade do cliente. A questão que não fazem e ficam, às vezes, convencendo a fechar seus pacotes opcionais a todo custo. E esquecem de visualizar o ganho e a fidelização do cliente para com a localidade, isto é, deixar a vontade de retornar outras vezes, com isso todos ganham a longo prazo!

O sintoma de ações gananciosas das agencias é percebida pelas brincadeiras dos turistas perguntando aos guias se para respirar também paga… Se sua empresa acontece este tipo de “piadas”, é bom refletir seus pacotes e a forma de você se relacionar com o cliente!

Uma empresa de serviço vende sempre promessas que precisam ser especificadas para que o cliente que venha adquirir tenha sua expectativa e satisfação atendida. Também vale para a empresa, como diferencial, a flexibilidade de atender os clientes através de parcerias, quando se defronta com suas limitações. Todos ganham e inclusive a região ou a cidade, consolidando boas referencia para os turistas divulgarem para os amigos e a vontade de retornar.

Como estamos em período de alta estação e próximo do natal que todas as empresas que ganham dinheiro nesta época possam internalizar o espírito natalino e que suas ações possam contribuir para perdurar o relacionamento com os clientes.

Saiba escolher o nome de fantasia da sua empresa

Muitos pais, às vezes, passam um tempo para escolher o nome do filho e/ou da filha que está para nascer. Conversam sobre os nomes que acham bonito e seus significados, nomes representativos da história familiar ou de alguma personalidade que impactou suas histórias de vidas – mas sempre um nome que represente um sentido importante.

É dessa forma que devemos pensar o nome da empresa, mas nossa conversa deverá percorrer os seguintes aspectos:

  • Perfil do público-alvo: idade, classe social, estilo de vida, aspectos culturais,etc.
  • Serviços ou produtos que serão oferecidos pela empresa.
  • Valores e princípios presentes na vida profissional dos sócios.
  • Quais as necessidades que serão atendidas, quando os clientes usufruem dos seus produtos e serviços.
  • Quais os resultados gerados do usufruto dos produtos e serviços.
  • Quais os atributos explícitos e implícitos aos produtos e/ou serviço que serão oferecidos: experiência, tradição, inovação, rapidez, modernidade, customização etc.

O nome fantasia da sua empresa e as mensagens desenvolvidas para socializar a empresa junto ao público-alvo terá que contemplar e expressar esses aspectos.

Outros pontos relevantes para escolha são: 

  • Evitar nomes que: 
    •  fomentem duplo sentido;
    •  grem dúvida quanto a pronúncia
    • de difícil leitura
  • O ideal seria que a palavra ou palavras venham compor o nome da empresa, expressando o que o empreendimento irá comercializar ou prestar serviço.

Se você possui muitas dúvidas sobre que nome escolher, leia tudo isso novamente, pegue uma folha de papel em branco e escreva todos os nomes que venham à sua cabeça. Nomes que venham expressar sua vontade de atender a necessidade de seus potenciais clientes – agora, sem julgamento ou crítica!

Depois de fazer essa lista, reveja e retire os nomes já existentes no mercado e enumere aqueles que você mais gostou e que, em poucas palavras, falam mais sobre a sua empresa.

A segunda lista criada com essa análise, é importante você pesquisar no INPI (http:www.inpi.gov.br), para checar se já existe registro de marca com os potenciais nomes escolhidos.

A partir disso, também defina e proteja sua marca com o registro no INPI.

Sucesso!

E que a sua marca tenha impacto para os seus clientes.

Mundo digital: uma alternativa para sua empresa

O mundo digital há várias possibilidades de gerar negócios e mostrar sua empresa para o mundo. – É um mundo sem fronteira!

No Brasil e no mundo já existem vários eventos, livros e manuais virtuais que discutem sobre software livre e redes sociais. O questionamento é se as pequenas empresas, em geral, já despertaram para oportunidade de utilizá-las com o objetivo de tornarem conhecidas, ampliarem seu mercado, além de construírem relacionamentos com clientes.

Para utilizar bem essas ferramentas é preciso que as empresas estejam dispostas para ouvir a opinião dos clientes sobre a empresa e seus produtos. Essa disposição contribuirá para aprimorar seus produtos e serviços, além de ser uma bela oportunidade de se ter uma pesquisa qualitativa com seus clientes ao construir esse canal de comunicação. Escolher as ferramentas e redes sociais, tais como blogs, twitter, orkut, facebook, linkedin, youtube, videolog, flicks, slideshare,digg, delicious, googlemaps e tantas outras; faz necessário brifar o mercado que se quer atingir.

É necessário detalhar o perfil de clientes: gênero, idade, estilo de vida, renda e outros aspectos que definam o cliente de seus produtos.

Depois, defina quais os objetivos para utilizar as ferramentas gratuitas do mundo virtual, como por exemplo, divulgar produtos e serviços, indicar localização da empresa, construir relacionamento com clientes, testar produtos a serem lançados, pesquisar opinião e sugestões dos clientes, etc. – Para cada objetivo, existirá uma ferramenta ideal, de acordo com o perfil do seu cliente. Não deixe passar a janela da oportunidade de sua empresa estar presente e torná-la conhecida neste mundo sem fronteira.

Video viral: uma estratégia aplicável para as pequenas empresas

Lendo o artigo “Live from SXSW: Viral video how-tos from the pros”, postado por Calaizzi(15/3/10).  Comecei a pensar como a pequena empresa ainda tem usado tão pouca essa estratégia de comunicação para apresentar seu empreendimento no mercado.

Para quem não sabe vídeo viral  é aquele que possui alta capacidade de circulação na internet, interferindo no mercado e nas adesões de clientes.

Calaizzi indica algumas dicas para que você possa criar e lançar com sucesso seu vídeo viral.  A seguir apresento algumas dessas dicas:

  1. Atingir as pessoas no âmbito emocional: a chave do sucesso do vídeo viral está nas idéias originais que perpassam a vida das pessoas e que as inspiram.
  2. Ir para o senso da admiração, otimismo e surpresa: pensar nas idéias mais loucas que podem ser configuradas em um pequeno vídeo.
  3. Pensar sobre o valor da produção: O vídeo não precisa ser perfeito, deve ter coerência com o conteúdo e contexto que se quer trabalhar.  Muitos vídeos, que utilizam baixa tecnologia, fazem mais sucesso dos que possuem alta tecnologia.
  4. Ter pessoas participando, interagindo com alguma coisa ou fazendo algo.
  5. Tornar fácil a possibilidade de se fazer links com seus vídeos.
  6. Criar temas e tags que se tornem palavras chaves para encontrarem seus vídeos, se criar alguma parodia, inserir as mesmas tags do vídeo original.

Para você saber se o vídeo criado teve sucesso, é só avaliar alguns indicadores, tais como:

  • número de comentários,
  • número de acesso,
  • número de vídeos duplicados,
  • links feitos, postados em blogs e tweets,
  • rapidez da difusão e pontuação efetivada.  

A exemplo da gestão desses indicadores, pode-se ver o que tirou o primeiro lugar no Top 20 viral videos.

Alguns exemplos de vídeos para vocês se inspirarem, criarem e fazerem sucesso com baixo investimento. Lembre-se que os brasileiros e a pequena empresa são conhecidos  pela sua capacidade criativa!

Fonte: http://smartblogs.com/socialmedia/2010/03/15/live-from-sxsw-viral-video-how-tos-from-the-pros/