Como você lida com os problemas na sua empresa?


Muitas pessoas na vida tendem culpar tudo e todos quando as coisas estão dando errado. Esse hábito continua se extendendo para a vida empresarial. Fica tudo mais fácil e cômodo em cobrir um ponto fraco ou uma incompetência quando culpamos tudo e todos.

Certa vez trabalhando um consultor alemão, ele falou a seguinte frase: “Muitas pessoas terceirizam a culpa e não saem da zona de conforto.”

Essa situação vem acontencendo frequentemente no mundo empresarial. Os empresários que se destacam e superam os desafios, são aqueles que tomam para si a responsabilidade e buscam alternativas para lidar com os problemas. Não utilizam simplesmente recursos financeiros, mas utilizam essencialmente, sua criatividade, rede de contato, capacidade de exergar oportunidade, otimismo e principalmente sua vontade da fazer acontecer.

O video a seguir contribuirá para refletir como nossa atitude e vontade de alcançar nossos objetivos poderá influenciar o nosso em torno, transformando o caos em luz.

O empreendedor


Passe-se o tempo e continuo a considerar o conceito dado por Schumpeter em 1039 presente na realidade atual para aqueles que se dizem empreendedor.

” Aquele capaz de visualizar uma realização futura e, através do seu trabalho e recursos, combinado ao trabalho e recursos de terceiros, torná-la realidade”

Aproveito esse momento e peço que todos naveguem nesses slides e reflita seu comportamento com empreendedor:


Não esqueça que o tamanho da sua empresa será do tamanho do seu sonho somado com sua capacidade de realização!

Por que é importante conhecer os potenciais clientes que se pretende trabalhar?


Para cada grupo de perfil de cliente poderá representar uma abordagem diferente na comercialização, tendo em vista que:

• As suas necessidades exigem e justificam uma oferta distinta de apresentar e comercializar os produtos e serviços.

• Eles são alcançados através de diferentes canais de distribuição, desde da venda direto da indústria ao marketing direto. É claro que existe situações que se pode escolher o canal de distribuição por uma questão estratégica.

• Eles exigem tipos de relacionamentos diferentes, a abordagem de comercialização e de construção de relacionamento precisa corresponder com as necessidades e expectativas de cada grupo de clientes.

• Eles têm rentabilidades substancialmente diferente, de acordo com o perfil e abordagem de comercialização poderá diferencia os ganhos financeiros ou simplesmente, se ter mais trabalho operacional com os mesmos ganhos, entretanto, reduzindo riscos financeiros.

• Eles estão dispostos a pagar por aspectos diferentes da oferta. Existe clientes que deseja comprar mais do que o produto em si, mas os serviços que estão agregados. Dessa forma, precisa-se entender o que é mais importante para o cliente: o serviço ou o produto, pois dessa forma se poderá definer melhor o preço que se irá apresentar para os clientes.

Essas questões são importantes ser compreendidas pois tendo essa definição se poderá definer todo o modelo de negócio que se pretender empreender.

 

Fonte: Osterwalder(2010)

O dinamismo de uma startup


Toda empresa que está iniciando suas operações no mercado vivencia um grande momento de instabilidade. Essa fase vai depender essencialmente da visão empresarial e habilidades do empreendedor. Se esse empresário possui uma visão clara do futuro da sua empresa, metas e objetivos definidos e com preparo gerencial, saberá lidar com esse período de instabilidade de forma positiva e menos danosa para o capital investido.

Será um equívoco do empresário se ele achar que a modelagem da empresa que instalou continuará igualzinha no decorrer do tempo.

Pode-se observar no desenho abaixo a síntese dos aspectos da empresa que precisará dinamizar para haver a melhoria continua e sucesso no mercado.

Toda empresa no início de suas operações possui um mix de produtos e serviços e uma estratégia que definirá sua abordagem de relacionamento com os clientes, tudo isso embasado na visão da empresarial.

Já falava Fillion que a empresa é resultado do sonho e do conceito de si que o empreendedor tem internalizado. O sonho  tende a modelar onde o empresário quer chegar e o conceito de si, sua forma de enxergar o mundo,além de sua própria capacidade de realizar conquistas. Tudo isso resultará na visão  empresarial que permite o empreendedor ter um foco claro de seus objetivos pessoais e empresariais.

A estratégia será como o empresário irá colocar em prática suas ações e abordagem de relacionamento com o cliente. Nesse aspecto que precisa estar presente a criatividade, a flexibilidade, a capacidade gerencial de lidar com recursos escassos, pois muitas empresas no momento de instabilidade precisará realizer ajustes ou até mesmo transformação de suas estratégias para que possa consolidadar a empresa no mercado.

A maior ou menor necessidade de mudanças dos produtos/serviços está proporcional ao conhecimento do empresário tem para com os clientes e o mercado que se quer trabalhar. Agora a necessidade de otimização será constante, e dependerá da capacidade de identificar oportunidades de negócio, gerenciar recursos e ativos da empresa e mais do que nunca conhecer o comportamento do consumidor.

Todo empreendedor é essencial construir seu modelo e plano de negócio, mas também ter a consciência desse processo dinâmico que a empresa vivenciará. Dessa forma os instrumentos de planejamento terá sentido e será retroalimentado para construir a base para firmar a empresa no mercado e ter seu sucesso com menos disperdício financeiro e material.

Protagonismo cognitivo na era da informação do conhecimento


Carlos Seabra (@cseabrae) explanou algumas idéias no Campus Party 2012 sobre algumas competências que um empreendedor nos dias atuais precisa ter, principalmente os que atuam ou pretendem atuar no contexto tecnológico.

Essas competências precisam se desenvolvidas e internalizadas para que torne-se visceral.

Algumas competências importantes:

  •  Aprender com os erros – importante ter a tomada de consciencias de seus erros para nao vire uma escala de repetição.
  •  Levantar hipoteses – saber elaborar reflexões e questões a serem pesquisadas e monitorados.
  •  Reconhecer padrões –ter a capacidade de identificar e fazer a leitura das situações atuais e de tendências.
  •  Saber se comunicar – não basta ter uma boa idéia ou negócio, precisa saber traduzir para linguagem certa para o public que se pretende atingir e utilizar a mídia mais eficaz para transmitir a mensagem. Seja um projeto bem redigido a o saber se apresentar a pessoas ou vender aos clientes.
  •  Articular-se em rede – não é só nas redes sociais mas manter sua agenda de contatos organizada e manter-se sempre articulado.
  • Desenvolver projetos – é fundamental saber organizar as idéias , elaborar planilhas para similar cenários economico financeiro, escrever bem para transmitir as ideias  para as pessoas ou instituicoes que pretende apresentar ou captar investimentos, parceiras, etc.
  • Saber pesquisar – cuidado para não confundir com o google, precisa-se checar as fontes e buscar diversas fontes dentro e for a da internet.  Ter idéia clara do que se quer saber para melhor organizar as informações adquiridas.
  • Seja organizado e disciplinado para que suas idéias e seus projetos consiga resistir as situações adversas.
  • Ter prazer intelectual – curtir o que está fazendo ou que irá empreender para que se possa canalizar suas forças.
  •  Empreendedorismo cognitivo – cognição na perspectiva de ter a capacidade de construir seu próprio conhecimento.

Reflita e análise suas competências para que você venha ter sucesso no que esteja fazendo ou venha fazer!

Liderança aberta


No novo ambiente organizacional com pessoas conectadas e presentes nas redes sociais provocaram mudanças nos relacionamentos de trabalho e principalmente a relação entre líder e liderado. Os líderes precisam rever seu comportamento, “míope de chefe” de ser controlador e centralizador para postura abertura para construir relacionamento com os liderados, tornando um ambiente colaborativo e efetivo nos resultados da empresa.

As premissas da liderança aberta, segundo a pesquisadora Charlene Li (2011):

  • Respeitar o fato de que seus clientes e funcionários tem poder, se você ainda não acredita nesta afirmação, faça uma pesquisa nas redes sociais sobre as publicacões falam da empresa.
  • Compartilhar sempre para construir confiança. O diálogo diário e a coerência do que é dito e cumprido, vem fortalecer essa relação de credibilidade e confiança.
  • Alimentar a curiosidade e a humildade. Nunca achar que sabe o suficiente e não tenha que aprender com o outro.
  • Manter a abertura responsável. Observar que a responsabilidade tem uma mão dupla e que cada um precisa assumir os erros e acertos, independente da hierarquia ocupada.
  • Perdoar os fracassos. Isso não significa que os fracassos são simplesmente aceitos, mas precisam ser reconhecidos e compreendidos por todos para que não se feche as portas para criatividade.

Reflita sobre suas crenças e comportamento como líder e verifique o que você precisa repensar!

Abrir empresa por necessidade ou por oportunidade?


Dando sequência ao artigo da semana passada, vamos analisar o resultado da pesquisa de sobrevivência das empresas realizada pelo Sebrae a partir da pesquisa do GEM – Global Entrepreneurship Monitor.  O GEM é o maior estudo contínuo sobre a dinâmica empreendedora do mundo desde 1999 até o momento.

Esse estudo da ênfase na observação da motivação de iniciar uma atividade empreendedora, resultando a definição de empreender por necessidade ou por oportunidade, que tem o seguinte conceito:

Por necessidade significa abrir uma empresa por falta de melhores alternativa profissional. Falta emprego ou o salário oferecido no mercado não corresponde a sua necessidade de renda. Muitas pessoas buscam abrir uma empresa como uma grande alternativa de sobreviver financeiramente.

Por oportunidade significa, como próprio nome já diz, iniciaram sua empresa por visualizarem uma oportunidade de mercado e geração de melhoria de vida.

Na economia é mais favorável a abertura de empresa por oportunidade, entretanto, não se pode deixar de lado os empreendimentos abertos por necessidade, pela força das circunstâncias, tornem-se empreendimentos de sucesso de contribuam para o fortalecimento da economia.

Um dos fenômenos que também acontece é quando os ambientes onde ocorre um grande volume de investimento, transformando a economia local. A maioria das pessoas que empreenderam por necessidade, começam a migrar, isto é, começam a fechar seus negócios ou o repassam! Diante do simples fato de estarem com um negócio só por falta de emprego!

Outras pessoas, intensificam seus negócios e renovam toda sua forca de venda para atender o mercado que está aquecido e para lidar com novos concorrentes que são atraídos por esse cenário.

Então será que a quantidade de empresas que fecharam em Pernambuco nesses últimos dois anos, desmascararam a motivação de empreender por necessidade?