O que é consumo colaborativo?

O consumo colaborativo trás uma oportunidade de negócio com baixo investimento e uma mentalidade de um consumo consciente para si e para quem usufruem desses negócios.

Este artigo dará o início de vários artigos para explorar o máximo sobre a temática.

O consumo colaborativo permite que as pessoas percebam a possibilidade de economizarem seus recursos pessoais, façam novos amigos e se tornem cidadãos ativos. As pessoas que adotam esse tipo de consume promovem um novo comportamento em detrimento do hiperconsumo.

O hiperconsumo promove a persuasão de se consumir muito a partir das situações de se poder comprar agora e pagar depois, da redução do ciclos de vida dos produtos, tornandos-os obsoletos e indesejáveis rapidamente, além de atender transmitir o desejo de consumir promovendo auto-satisfação e inclusão social.

Diante desse contexto muitas pessoas estão buscando dá sentido aos seus bens e propriedades que estão ociosos ou querem otimizá-los, gerando renda.

As propostas de negócios que promovem o consumo colaborativo são:

  • Sistemas de serviços de produtos.
  • Mercados de redistribuição.
  • Estilo de vida colaborativo.

Essa abordagem de negócio vem crescendo e ganhando maturidade, mas só funciona se quem pretende empreender e os potenciais consumidores comungarem dos meus princípios, tais como:

  • Ter senso crítico quanto ao consumo, aspectos socioambientais e econômicos.
  • Ter capacidade ociosa.
  • Acreditar no bem comum.
  • Capacidade de confiar nas pessoas.

No mundo todo tem possoas usufruindo desse resultado e propaganda uma verdadeira rede colaborativa, troca de recursos e renda.

Fonte: Botsman e Robers (2011)

Co-working: espaço colaborativo e promoção de redes de contatos

Muitos empreendedores e profissionais que estão cansados de trabalhar via home office e ou  precisam trabalhar temporariamente em outras localidades – encontraram no co-working uma solução!

Esses espaços contribuem para que se tenha um espaço de trabalho para os empreendimentos de prestação de serviço possam operacionalizar seus projetos com baixo custo de infra-estrutura.

Toda a infra-estrutura desses espaços são compartilhados e o empresário que é responsável por esses espaços assume toda gestão de mante-lo operativo e recebe financeiramente pelo sua utilização.

Alguns depoimentos desses empresários que empreenderam em co-working, diz que o empreendedor que venha criar esses espaços precisa ter um perfil agregador e que promova o network com todos que usam o espaço.

Você poderá ver mais essa realizadade assistindo o seguinte video a seguir:

Natal: aquecimento das vendas x qualidade

Neste período cresce a contratação de mão-de-obra temporária diante da expectativa do aumento das vendas: novos funcionários e oxigenação do ambiente da força de venda. Todos ganham se o processo for planejado!

Quando o processo é planejado, os novos funcionários contratados são treinados para conhecer os produtos e serviços, o perfil dos clientes mais constantes na empresa, qualidade no atendimento e  sobre técnicas de vendas. Esse investimento gera retorno financeiro para empresa de forma imediata, além de descobrir potenciais funcionários para fazer parte da equipe permanente.

O sintoma de quando não acontece o processo planejado é baixo resultado das vendas, clientes reclamando do atendimento, funcionários que não conseguem responder as perguntas dos clientes. Quando se vai efetuar o pagamento, observa-se mais de um funcionário orientando para obter a efetivação do pagamento. Tudo isso gera um desgaste para a imagem da empresa.

Grande reflexão é: se eu não planejei, o que ainda posso fazer para reduzir o desgaste e obter grandes resultados neste final de ano?

Lan house: renove sua forma de fazer negócios!

Alguns tipos de negócios passam por um processo de mudança estratégica com o objetivo de sobreviver e aumentar sua lucratividade.  A lan house está passando por essa fase de transição. Leia mais neste artigo sobre repensar sua visão de negócios.

 

Como são as principais práticas empresáriais nas redes sociais?

A criatividade é a palavra-chave do sucesso de uma empresa nas redes sociais. Acompanhe algumas práticas que já estão sendo realizadas. Leia mais neste meu artigo http://blogs.diariodepernambuco.com.br/empreendedor/?p=235.

Proveite!

Por que o ecoturismo e o turismo de aventura ainda não deslancharam no Brasil?



Há um cenário favorável para o ecoturismo e turismo de aventura nos seguintes aspectos: pessoas em busca de qualidade de vida, momentos que venham tirar o stress, o crescimento da consciência da preservação do meio ambiente, o Brasil rico em beleza natural além de sua diversidade continental.
Mesmo com tantos aspectos favoráveis, encontramos um tímido crescimento de suas praticas, pode-se supor a presença de alguns pontos críticos, tais como:

  • Pouca divulgação da potencialidade turística de varias regiões
  • Parcerias sólidas com agências, operadoras e guias turísticos
  • Desinteresse das agências, operadoras e guias turísticos por gerar baixa comissão nas dinâmicas operacionais
  • Alguns parques e reservas nacionais e/ou estaduais sem infraestrutura para receber visitantes
  • A população que faz turismo, na sua maioria, é sedentária demais e, por isso, tem receio dessas opções
  • Receio de haver acidentes
  • Turista com sentimento de incapacidade de realizar essa vivência
  • Ausência de uma boa orientação sobre o que vai ser vivenciado
  • Ter pacotes com grau de dificuldades diferenciado para os diversos perfis de turistas
    Poucos guias com certificação profissional, para trabalhar no ecoturismo e no turismo de aventura
  • Ausência de legislação e monitoramento dos equipamentos para turismo de aventura
  • E outras questões específicas do que venha ser vivenciado e peculiaridades do meio ambiente.

Todas essas questões citadas não são difíceis de resolver, basta profissionalismo e vontade das instituições em terem ações concretas.
A prestação de serviço efetiva promove confiabilidade, capacidade de resposta da empresa para os clientes, transmitir segurança e empatia, ter itens tangíveis dos serviços adequados e coerentes com o serviço oferecido.
A confiabilidade trata em cumprir o que foi ofertado. Se há especificação de cada modalidade e os objetos, equipamentos e alimentação- cumprir!
A capacidade de resposta da empresa para os clientes pode ser, principalmente, o profissionalismo da empresa e seus respectivos profissionais em ação, sabendo executar bem sua atividade, além de saber detalhar e responder questionamentos dos clientes.
Transmitir segurança e empatia é fundamental no relacionamento com os clientes. Cada cliente possui reações diferentes com a mesma experiência vivenciada. O profissional precisa ter o discernimento, sensibilidade e conhecimento para lidar, correspondendo a cada necessidade e anseio.
Ter itens tangíveis dos serviços é ter infraestrutura profissional e adequada para cada prestação de serviço, respeitando o processo de manutenção periódica e o ciclo de vida de cada equipamento, alem de zelar pelo processo de higienização dos mesmos para que outros usuários(clientes) possam utilizar com segurança.

Toda essa explanação não é para se desanimar, e sim, mostrar que há muitas oportunidades de negócios e muito ainda por fazer para consolidar o ecoturismo e o turismo de aventura no Brasil. E, para o turista: experimente e se inspire para ter uma vida mais saudável ao vivenciar essa experiência.

Turismo: satisfação do cliente x lucro dos negócios

Cheguei de viagem recentemente e comecei a refletir sobre tudo que vi… Onde fica a satisfação dos clientes que estão na posição de turistas em uma localidade, sedento de conhecer, aprender, experimentar novas culturas, sentir novas emoções nos locais que estão visitando…?

O que parece é que existem interesses conflitantes entre o lucro das agencias, operadoras, guias turísticos e a verdadeira vontade dos clientes-turistas.

É legítimo e missão de toda empresa gerar lucro, seja do seguimento de turismo ou de qualquer outro. O detalhe é o ganho empresarial conciliado com a satisfação do cliente!

Os turistas procuram alguns opcionais que as grandes agencias de turismo não ofertam porque não são lucrativos, mas pequenas agencias tem e só bastaria um telefona de uma agencia para outra no intuito de atender a vontade do cliente. A questão que não fazem e ficam, às vezes, convencendo a fechar seus pacotes opcionais a todo custo. E esquecem de visualizar o ganho e a fidelização do cliente para com a localidade, isto é, deixar a vontade de retornar outras vezes, com isso todos ganham a longo prazo!

O sintoma de ações gananciosas das agencias é percebida pelas brincadeiras dos turistas perguntando aos guias se para respirar também paga… Se sua empresa acontece este tipo de “piadas”, é bom refletir seus pacotes e a forma de você se relacionar com o cliente!

Uma empresa de serviço vende sempre promessas que precisam ser especificadas para que o cliente que venha adquirir tenha sua expectativa e satisfação atendida. Também vale para a empresa, como diferencial, a flexibilidade de atender os clientes através de parcerias, quando se defronta com suas limitações. Todos ganham e inclusive a região ou a cidade, consolidando boas referencia para os turistas divulgarem para os amigos e a vontade de retornar.

Como estamos em período de alta estação e próximo do natal que todas as empresas que ganham dinheiro nesta época possam internalizar o espírito natalino e que suas ações possam contribuir para perdurar o relacionamento com os clientes.