Meios de hospedagem de pequeno porte, você tem um serviço diferenciado?


Um dos grandes diferenciais dos pequenos meios de hospedagem é o relacionamento que a empresa procura ter com seus hospedes. Isso acontece naturalmente nos pequenos meios de hospedagem por conta de sua estrutura e a pequena quantidade de hospedes. Aproveite essa situação e transforme como um diferencial de sua empresa. Um das formas é buscar padronizar algumas informações para não perder de vista a qualidade da abordagem de atendimento.

 

Foto: Conceição Moraes

Então conheça bem o perfil de seus clientes para que você possa padronizar alguns tipos de informações, tais como:

  • O Mapa da redondeza da pousada ou albergue com indicativos de  para de ônibus, mercadinhos, lojas de conveniências, lanchonetes, bares , restaurantes, pontos históricos e outros lugares interessantes na proximidade.
  • Orientações de como chegar nos pontos históricos ou lugares mais procurados pelos hospedes, informando distância, o transporte que ele pode e como utilizar, indicativos de pontos de referência para ele saber que está de fato indo para o lugar certo.
  • Orientações quanto a sua segurança e referência para ter o discernimento do que é seguro ao passear pela cidade ou utilizar qualquer tipo de serviço e transporte.
  • Ter sempre a programação dos eventos da cidade para apoiar os hóspedes na escolha dos diversos tipos de entreterimentos existentes, como por exemplo, shows, teatro, exposições e outros.

Se você tiver isso padronizado, contribuirá na qualidade do seu atendimento, uma vez que a realidade dos pequenos meios de hospedagem tende diversificar o perfil da pessoa que está na recepção. Dessa forma toda a equipe terá como apoiar os hospedes de forma padronizada.

Lembre-se, o perfil de quem fica no atendimento jamais poderá perder a atitude educada, gentil e disponível para contribuir no bem-estar do seu hospede.

Como reconhecer sinais de alerta na sua empresa


Foto: Conceição Moraes

Muitos empresários não ‘enxergam’ quando a empresa está dando sinal de que precisa de alguma intervenção. Intervenção essa que poderia ser uma mudança ou, apenas, redefinir estratégias para sobreviver, superar as dificuldades e tomar o rumo do sucesso.

Por isso, fique atento a alguns aspectos:

  • Atraso contínuo dos pagamentos de impostos e tributos
  • Crescente volume de inadimplência dos clientes
  • Constante utilização de cheque especial de conta pessoal e da empresa
  • Baixo volume de cliente na empresa
  • Baixa conversão de vendas, ou seja, número de clientes que entram na empresa versus vendas realizadas
  • Aumento no volume de reclamações
  • Redução de clientes fidelizados que deixaram de comprar
  • Estoque encalhado
  • Frenética antecipação de vendas de cartão de crédito
  • Realização de 100% de antecipação de duplicatas ou de cheques pré-datados.
  • Clientes que sempre circulam na empresa e, ao entrar no empreendimento, declaram que não sabiam da existência do negócio naquele local
  • E outras questões que venham a comprometer o desempenho da empresa.

As situações citadas poderão variar quanto à gravidade na empresa e, consequentemente, levar a empresa ao seu fracasso total. Nunca deixe os problemas crescerem ou, literalmente, a sua empresa chegar ao fundo do poço! Todos os problemas possuem alternativas desde que tratados no início desses.

As empresas precisam sempre rever sua gestão, e o caminho que tomando, para que possa sempre se renovar e redefinir sua rota para o sucesso!

A Estratégia do Oceano Azul sob a ótica do modelo de negócios


Conforme os artigos anteriores existem várias abordagens para analisar e validar um modelo de negócio. A abordagem que será tratado neste artigo é a estratégia conhecida como “oceano azul”. Essa abordagem procura sair literalmente do quadrado na forma de analisar as questões organizacionais e de mercado. – Romper as fronteiras para achar novas oportunidades e soluções.

Dessa forma é chamado todas as estratégias e abordagens convencionais como sendo “oceano vermelho” e as abordagens e estratégias que venham proprocionar o novo, rompendo fronteiras, é considerado “oceano azul”.

Na figura abaixo, pode-se observar a comparação do “oceano vermelho e azul”:

azulevermelho

A proposta do aceano azul vem contribuir para muitas empresas sairem da mesmice e das idéias fixas ao olhar o mercado e nas crenças que baseiam suas tomadas de decisões.

O “oceano azul” consiste em reduzir os custos e, ao mesmo tempo, aumentando o valor para os clientes, conforme figura abaixo:

Nesse contexto, deve-se analisar o modelo de negócio, a partir dos seguintes princípios:

  • Esse meu empreendimento:
    • Reconstrue novas fronteiras do mercado
    • Está concentrada no panorama geral, não inúmeros
    • Vai além da demanda existente
    • Existe uma sequência estratégica

Depois da validação, organize seu processo de implantação do seu empreendimento para superar as principais barreiras organizacionais e o planejamento da sua execução na estrategica.

Pense que existe um mar de oportunidade inexplorada ao você romper as estratégias e abordagens tradicionais.

 

O poder do consumidor


Sempre se escuta falar de que devemos conhecer nossos clientes, mas será que os conhecemos realmente? Será que compreendemos o poder que eles possuem em nas empresas?

Alguns estudiosos começaram a investigar o poder do consumidor e criaram 03 modelos para tentar explicar sua capacidade e sua abordagem comportamental. Os modelos são:

(1) o modelo de soberania do consumidor;

(2) o modelo de poder cultural, e

(3) o modelo de poder discursivo

Quando se tenta conceitualizar a soberania do consumidor, procura-se observar seu poder de boicotar uma empresa ou um segmento por complete, sua capacidade de maximizar o consumo perante os custos, movimentos consumistas e outras situações em que as regras são ditadas pelos consumidores de forma explicita e implicita.

O poder cultural atua criando barreiras ou aceitação de produtos e serviços, quando se fala de cultura, contempla-se desde da história e atualidade de regimes politicos, situações geográficas, a sociedade em que o consumidor está inserido. Nesses casos, faz necessário, estudar todos os aspectos culturais para que se possa elaborar uma estratégia que leve a aceitação do produto naquele mercado.

O poder do discurso surge no dia-a-dia nos grupos sociais, estilos de vida, principalmente a peça fundamental dos formadores de opnião no mercado convencional e os defensores de marcas, no mercado virtual. O depoimento de um cliente sobre o consumo de um produto ou serviço, em alguns casos, abre ou fecha-se portas.

Diante do exposto, a atividade em que sua empresa atua está mais vulnerável em que modelo de poder?

Essa resposta é fundamental para se zelar e escolher estratégias certas para conquistar, respeitar e construir um relacionamento com seus clientes, pois eles tem o poder!

 

Fonte: Denegri-Knott et al., 2006.

Canais de comercialização: uma visão sistêmica


Toda indústria passa por sua própria definição de como vai querer ver seus produtos chegarem até o cliente. Cada escolha possui seus desafios e escolher mais de um canal é interessante para reduzir riscos na comercialização. É claro que na escolha de mais de estratégia precisa não ser conflitantes e estar claro o foco e geolocalizado. Kotler é um dos autores que percebia essa necessidade e procurou esquematizar, conforme a figura abaixo:

A priorização ou definição estratégica depende de algumas variáveis, tais como:

  • Rivalidade entre a concorrência.
  • Necessidade de relacionamento com o cliente.
  • Realidade do processo logístico quanto a natureza do produto, localização geográfica e mercado.
  • Comportamento de consumo do cliente final.
  • E outras variáveis peculiares ao produto e a tendência de mercado.

Com o passar do tempo e o aumento das exigências do mercado foi necessitando incluir outras váriaveis estratégicas nesse esquema como se pode ver na figura a seguir:

Muitos mercados estão exigindo o processo de rastreabilidade dos produtos. Essas informações contribuem para credibilidade do produto e gerando informações para o processo de decisão dos clientes quanto a qualidade, segurança , respeito quanto as questões legais, sociais, ambientais, éticas e culturais.

O processo de rastreabilidade no momento tem-se alguns exemplos interessantes para o acompanhamento dos clientes, tais como:

A variável logística reversa vem atender as exigências legais, de acordo com o segmento, mas também quanto a preservação da qualidade do produto oferecido, zelo com meio ambiente e otimização de recursos escassos.

Significa viabilizar toda uma uma estrutura para possibilitar o retorno do produto ou parte dele para o fabricante ou empresa que venham gerar uma segunda vida aos itens recolhidos.

A outra variavel é a inclusão do processo de cocriação que promove um canal aberto entre os atores que produzem o produto e o cliente final com objetivo viabilizar um canal aberto para que todos os atores possam ser protagonistas no processo criativo de melhoria ou de desenvolvimento de novos produtos. Cada vez mais as novas gerações de consumidores buscam fazer parte da customização ou a própria definição de produtos e serviços que eles irão consumir. Isso ajuda sensivelmente a reduzir equívocos e insatisfações dos clientes, fortalecendo o relacionamento com o cliente.

Concepção de empresa x sustentabilidade


Vendo esta imagem em uma região da Turquia, onde as pessoas compartilhavam a mesma caneca para beber água. Fez me lembrar que em 1907 dois amigos, Moore e Luellen começaram a dispertar a possibilidade de comercializar copos descartáveis para susbstituir as canecas de metal que ficam ou ficavam nas fontes de água pública.

Fotógrafa: Conceição Moraes

Essa idéia só teve seu sucesso consolidade oito anos depois.  O consumo foi estimulado como fonte de prevenção de doenças através de campanhas publicitárias. Atualmente, se consome mais 220 bilhões copos de papel e plásticos são usados no mundo.

No decorrer dos anos muito mais produtos e utensílios foram produzidos para uso de forma descartável. Esse consumo foi estimulado por muitos anos como sendo mais conveniente, mais higiênico, além da economia do tempo.

Atualmente, o “hábito do descarte” está sendo questionado por conta do volume de lixo criado pela sociedade.

Fonte: Revista Bola News

Esse contexto vem a questionar os negócios existentes e os novos empreendimentos. As empresas existentes precisam rever o ciclo de vida de seus produtos e a necessidade de desenvolver a logística reversa.

Os novos empreendimentos do futuro já precisa ser concebido pensando em todas as fases do ciclo de vida do produto e inclusive os resíduos gerados na produção. Ao pensar dessa forma, observa-se novas oportunidades de negócios para trabalhar com subprodutos, agregando valor, gerando longividade nos negócios e rentabilidade para empresa.

Viabilizar alguns negócios colaborativos


Para alguns tipos de negócios colaborativos precisa se criar uma infra-estrutura de apoio em rede, consolidando uma massa crítica de consumo e transformando a cultura do individualismo para o coletivismo.

Um dos exemplos é o compartilhamento de bicicletas que se faz necessário uma estrutura de ciclovias nas cidades como também pontos de contratação  de coleta e entrega da bicicleta.

Cada localidade possui suas regras de utilização gratuita e pagas. A gestão com tecnologia contribui para reduzir os custos de gestão, como por exemplo, site para apresentação da proposta, mapa dos pontos de entrega e coleta das bicicletas, cadastro on-line, máquinas de auto-atendimento, acesso por via celular; além é claro, o monitoramento para manutenção das bicletas para não perder a qualidade e finalidade maior de locomoção saudável e sem poluição.

A seguir você poderá ver algumas imagens de uma dessas estruturas em Roma. Como se pode ver existe um totem com o mapa e a estrutura de estacionamento  ou coleta para o uso da bicicleta.

Roma – Itália: point para bicicletas

No totem possui o mapa com os detalhes dos pontos mais próximo para utilização do serviço.

Mapa dos point em uma região de Roma

Essa outra imagem você  pode encontrar também em Viena, esse exemplo é  próximo de um dos pontos turísticos e do metro.

Estacionamento de Bike Share

Os turístas não ficam de fora para o comportamento ecologicamente correto. Como por exemplo, um hotel em Praga oferece para os hóspedes a possibilidade de alugar bicicleta para explorar a cidade. Veja a imagem a seguir:

Proposta de aluguel de bicicleta para turista em um hotel

No Brasil já temos bons exemplos já acontecendo no Rio de Janeiro e em São Paulo. Quanto as demais capitais do país, pode-se começar a analisar sua viabilidade a partir da malha cicloviária atual e a previsão de expansão. A parceria sempre será importante para esse tipo de negócio.

A Rio + 20 está acontecendo e que a a população e empreendedores possam se inspirarem para buscar explorar negócios que envolvam o consumo colaborativo.

Fonte: imagens fotografadas por Conceição Moraes