Sua empresa está geolocalizada?

No dias atuais muitos empreendimentos formais tradicionais ou não, pontos históricos ou locais interessantes para serem visitados precisam estar geolocalizados, caso você queira  ser encontrado na sociedade atual.

Essa sociedade inclusa digitalmente utilizam a internet para se localizar, pesquisar, traçar rotas e planejamentos de viagens, além de poderem fazer escolhas com as alternativas que aparecem em suas telas.

A partir dessa geolocalização as pessoas começam a curtir e divulgar esses espaços que visitaram, em outras palavras, fazem a propaganda de boca a boca pela web.

Esse mundo é sem fronteira e poderá contribuir até as pessoas que não moram na cidade localizem facilmente e vejam a opinião das pessoas a respeito da localização.

Alguns sites para vocês pesquisarem e para ontem registrarem a existência suas empresas:

http://maps.google.com.br/maps?hl=pt-BR&tab=wl

https://foursquare.com/

https://www.facebook.com/TravellerspointTravelMap

http://www.tripadvisor.com.br/

E outros que vocês venham considerarem interessantes e estratégicos para seus negócios.

Perfil da classe social: um caminho para uma oportunidade de negócio

Um dos meios de fazer a leitura das oportunidades de negócios é a leitura do tamanho de mercado correspondente a classe social.

Foi publicado na revista ISTOE de número 2210, uma reportagem que mostra o mapeamento do consumo das classes sociais.

O gráfico demonstra o peso da classe B e C no tamanho do mercado consumidor.  Para pessoas que pretendem atuar com a classe social B e C, deve-se pensar em negócios que valorizem seu poder de compra e facilite o processo da pagamento, que não ultrapassem mais de 30% da sua média salarial. Essas duas classes sociais demandam toda ordem de produtos e serviços. Sempre utilizando a lógica de comprar mais com menos seus itens utilitários e dos seus sonhos que venham representar seu gosto, prazer e estilo de vida.

Para classe C, apesar de ter demonstrado 7% sua participação no total do consumo, a abordagem de venda é outra! Ainda se tem muito a explorar. A concepção de negócios para base da pirâmide é na linha dos modelos de negócios do setor 2,5, conforme artigos já publicados.

A classe A também possui uma estratégia diferenciada, pois é considerado consumo de luxo. O peso simbólico e emocional nas suas compras foge da lógica de consumo da classe B e C. Os produtos precisam alto grau de qualidade envolvido com conveniência, luxo, conforto e status pois tudo isso contribuirá a transmitir a idéia do preço justo.

Estude a classe social que você pretende atuar, pois seu sucesso está em definir a estratégia certa para construir suas bases de relacionamentos com o seu cliente.

Você quer empreender no setor 2,5?

Se você pensa em empreender no setor 2,5 é interessante você observer algumas premissas: desejo, praticidade e viabiliade.

Segundo o Human-Centered Design (Design Centrado no Ser Humano), orienta que o ponto de partida é estudar o desejo das pessoas que se pretende influenciar e transformar suas vidas.

Identificar seus desejos e comportamento de como elas lidam com as coisas almejadas. Precisa-se realizar pesquisas de campo, mesmo que você tenha toda uma experiência ou estudado bastante a respeito.

O resultado da pesquisa contribuirá para validar a idéia, além de surgir informações que se possa desenvolver uma abordagem que venha ter maior aderência para o público pesquisado. Ao definir as idéias de negócios e sua abordagem, evolua para a segunda etapa da validação dessa oportunidade de negócio:

  • proposta operacional da abordagem e
  • análise da viabilidade econômica e financeira.

Relembrando, a abordagem do setor 2,5, o empreendimento precisa gerar impacto na base da pirâmide, viável operacionalmente e financeiramente.

Mais detalhes desse processo você poderá ler no manual da HCD.

Você sabe o que é empresa 2 e meio?

Existem muitos modelos de negócios que atendem muito bem ao mercado de pessoas com alta e media renda, mas não são adequados para baixa renda!

A partir de alguns casos de sucesso na Índia, a Monitor Global e outras instituições começaram avaliar e identificar os modelos de negócios mais adequados para atender as pessoas baixa renda como consumidores e ou empreendimentos que poupe os recursos naturais e que venha promover a redução da miséria.

Esses estudos apresentaram os seguintes modelos que possuem maior aderência. Negócios que são capazes de servir ou incorporar a população da base da pirâmide de modo lucrativo e com escala.

Esses tipos de negócios estão sendo chamadas empresas e ou setor dois e meio. Para que se possa assumir essa denominação, precisa atender dois pré-requisitos:

  • Rentável ou sustentável estrategicamente, sem precisar de subsídios de terceiros de forma continuada.
  • Ter uma proposta clara e com a tomada de decisão de maximização do impacto social, isto é, promover a melhoria e atender a vida das pessoas de baixa renda de forma significativa.

Atualmente se pode visualizar 07 modelos de negócios que você poderá encontrar no mercado nacional e internacional ou com uma modelagem híbrida.

Os modelos que enfocam mais a possibilidade de ser rentáveis e de capacidade de tornar as pessoas de baixa renda consumidoras, são:

1. Pay-per-use – em que os consumidores pagam custos mais baixos para cada uso de uma instalação de propriedade do grupo, produto ou serviço.

 2. No-frills service (remoção de complementos não-essenciais em um produto ou serviço) – serviço que atenda às necessidades básicas dos pobres com preços atraentes, removendo complementos não essenciais. Há possibilidade de gerar fluxo de caixa positivo e os lucros atendendo em larga escala.

3. Paraskilling – reengenharia de serviços e processos complexos em um conjunto de tarefas simples desagregados padronizados que podem ser realizadas por trabalhadores sem qualificação especializada.

4. Shared Channels – canais partilhados, produtos e serviços através de otimização dos recursos ambientais nas cadeias de abastecimento existentes do cliente, permitindo assim que as pessoas de baixa renda paguem e tenham acesso a bens socialmente benéficos, tais como lanternas solares ou produtos com qualidade e insumos reciclados.

E modelos que possibilita a transformação das pessoas de baixa renda como produtores, fornecedores ou trabalhadores, são:

5. Contract Production – contratos com produtores de baixa renda para fornecerem determinados produtos e serviços.

6. Deep Procurement – compra direta nas comunidades carentes, retirando os canais de venda intermediários.

7. Demand-led training – identificar e promover treinamentos para espaços ocupacionais que ficam nas margens do setor formal e informal.

 Na perspectiva internacional, essas modelagens de negócios poderá ser uma das alternativas de crises econômicas, visualizando a base da pirâmide como ator econômico, viabilizando seu poder de escolha. Além de muitos negócios contarem a parceria governamental e de grandes empresas para que todos tenham ganhem socialmente e geração de lucro e renda.

Natal: aquecimento das vendas x qualidade

Neste período cresce a contratação de mão-de-obra temporária diante da expectativa do aumento das vendas: novos funcionários e oxigenação do ambiente da força de venda. Todos ganham se o processo for planejado!

Quando o processo é planejado, os novos funcionários contratados são treinados para conhecer os produtos e serviços, o perfil dos clientes mais constantes na empresa, qualidade no atendimento e  sobre técnicas de vendas. Esse investimento gera retorno financeiro para empresa de forma imediata, além de descobrir potenciais funcionários para fazer parte da equipe permanente.

O sintoma de quando não acontece o processo planejado é baixo resultado das vendas, clientes reclamando do atendimento, funcionários que não conseguem responder as perguntas dos clientes. Quando se vai efetuar o pagamento, observa-se mais de um funcionário orientando para obter a efetivação do pagamento. Tudo isso gera um desgaste para a imagem da empresa.

Grande reflexão é: se eu não planejei, o que ainda posso fazer para reduzir o desgaste e obter grandes resultados neste final de ano?

Como são as principais práticas empresáriais nas redes sociais?

A criatividade é a palavra-chave do sucesso de uma empresa nas redes sociais. Acompanhe algumas práticas que já estão sendo realizadas. Leia mais neste meu artigo http://blogs.diariodepernambuco.com.br/empreendedor/?p=235.

Proveite!

Como monitorar sua empresa nas mídias sociais?

Dando continuidade no processo de gerenciar a marca da sua empresa nas midias sociais, deve planejar todas as ações a serem realizadas. Para quem precisa revisar alguns passos iniciais, segue os links da série de artigos que compõe essa construção:  Introdução,  Passos 1 a 3 e Passos 4 a 6.

Este artigo apresenta os passos 7 a 9 do planejamento. Como se pode acompanhar a seguir:

7. Definir os indicadores e as metas mensuráveis da empresa na web : métricas

A definição dos indicadores e das metas, depende da proposta traçada pela empresa. Pode-se observar a efetividade de algumas propostas de utilização das redes sociais, segundo a profissional @repcor, mostra as propostas mais implementadas, tais como:

88% gerar exposição da empresa

77% aumentar o número de acesso e assinantes para receber todas as novidades,

62% melhorar o ranqueamento nos sites de busca,

56% aumentar de parcerias comerciais,

51% gerar seguidores e ou clientes interessantes,

49% reduzir as despesas de marketing em geral,

43% aumentar as vendas.

Não se pode esquecer dos principais indicadores que envolve o resultado de várias mídias digitais, como por exemplo:

  • Visibilidade
    • Quantas vezes a marca é citada na internet?
    • Qual o tipo de discurso das citações? Positivo? Negativo? Indiferente?
  • Influência
    • Quem são os autores das menções(citações)? Clientes? Não identificado? Autoridades? Blogueiros? Pessoas que possuem grande número de seguidores?
  • Engajamento
    • Qual o nivel de engajamento das pessoas perante a marca? Compartilham as informacoes sobre a marca com que frequência? Casualmente?  Frenquentemente?  Defendem a empresa viemente?
  • Fidelização
    • Qual o número de links relacionados com assunto publicado? Quantidade de compartilhamento?
  • Percepção de valores
    • Como se encontra a lealdade para com a empresa? Qual a qualidade dos comentários e post relacionados? Qual a quantidade de interação com a marca? Qual o histórico de crescimento ou de perdas de seguidores?
  • Desenvolvimento de negócios lucrativos
    • Qual o volume de vendas atual  e houve aumento? Qual a velocidade do aumento das vendas?

A partir dessas reflexões, deve-se eleger os indicadores e metas que possam ser quantificadas.

Depois dessa atividade, a seguir você poderá escolher melhor quais as ferramentas gratuítas e ou pagas para realizar o monitoramento.

8. Escolher as ferramentas para monitoramento.

Para escolher as ferramentas, é interessante considerar algumas questões:

  • Qual a premissa de sucesso para empresa? E como medir?
  • Como avaliar o comportamento dos clientes?
  • Há funcionários na empresa treinados para saber fazer o monitoramento e análise das informações? Caso não tenha, onde capacitá-los?
  • Como implantar as ferramentas de monitoramento?
  • Qual a estrutura de relatório de monitoramento? Terá itens padronizados?

Atualmente na internet, há uma diversidade de ferramantas de monitoramento. A principal questão é escolher a que mais se contribui para pesquisar os indicadores previamente definidos, conforme o passo 7.

Algumas ferramentas já foram citadas no passo 4 e 5 para pesquisa de diagnóstico, mas não para por aí. Segue algumas outras para você escolher:

A seguir, deve-se consolidar todas as ações.

9. Elaborar uma matriz das midias digitais a serem utilizadas com o plano de comunicação, conteúdo e as métricas

Construir uma matriz irá contribuir para alinhar todas atividades. Essa matriz deverá compor as seguintes informações:

  • O que fazer?
  • Quando?
  • Onde?
  • Como?
  • Por que?
  • Quanto vai custar?
No próximo artigo, apresentarei com exemplos de como estão utilizando algumas plataformas de redes sociais a favor das empresas.