Você sabe o que é empresa 2 e meio?

Existem muitos modelos de negócios que atendem muito bem ao mercado de pessoas com alta e media renda, mas não são adequados para baixa renda!

A partir de alguns casos de sucesso na Índia, a Monitor Global e outras instituições começaram avaliar e identificar os modelos de negócios mais adequados para atender as pessoas baixa renda como consumidores e ou empreendimentos que poupe os recursos naturais e que venha promover a redução da miséria.

Esses estudos apresentaram os seguintes modelos que possuem maior aderência. Negócios que são capazes de servir ou incorporar a população da base da pirâmide de modo lucrativo e com escala.

Esses tipos de negócios estão sendo chamadas empresas e ou setor dois e meio. Para que se possa assumir essa denominação, precisa atender dois pré-requisitos:

  • Rentável ou sustentável estrategicamente, sem precisar de subsídios de terceiros de forma continuada.
  • Ter uma proposta clara e com a tomada de decisão de maximização do impacto social, isto é, promover a melhoria e atender a vida das pessoas de baixa renda de forma significativa.

Atualmente se pode visualizar 07 modelos de negócios que você poderá encontrar no mercado nacional e internacional ou com uma modelagem híbrida.

Os modelos que enfocam mais a possibilidade de ser rentáveis e de capacidade de tornar as pessoas de baixa renda consumidoras, são:

1. Pay-per-use – em que os consumidores pagam custos mais baixos para cada uso de uma instalação de propriedade do grupo, produto ou serviço.

 2. No-frills service (remoção de complementos não-essenciais em um produto ou serviço) – serviço que atenda às necessidades básicas dos pobres com preços atraentes, removendo complementos não essenciais. Há possibilidade de gerar fluxo de caixa positivo e os lucros atendendo em larga escala.

3. Paraskilling – reengenharia de serviços e processos complexos em um conjunto de tarefas simples desagregados padronizados que podem ser realizadas por trabalhadores sem qualificação especializada.

4. Shared Channels – canais partilhados, produtos e serviços através de otimização dos recursos ambientais nas cadeias de abastecimento existentes do cliente, permitindo assim que as pessoas de baixa renda paguem e tenham acesso a bens socialmente benéficos, tais como lanternas solares ou produtos com qualidade e insumos reciclados.

E modelos que possibilita a transformação das pessoas de baixa renda como produtores, fornecedores ou trabalhadores, são:

5. Contract Production – contratos com produtores de baixa renda para fornecerem determinados produtos e serviços.

6. Deep Procurement – compra direta nas comunidades carentes, retirando os canais de venda intermediários.

7. Demand-led training – identificar e promover treinamentos para espaços ocupacionais que ficam nas margens do setor formal e informal.

 Na perspectiva internacional, essas modelagens de negócios poderá ser uma das alternativas de crises econômicas, visualizando a base da pirâmide como ator econômico, viabilizando seu poder de escolha. Além de muitos negócios contarem a parceria governamental e de grandes empresas para que todos tenham ganhem socialmente e geração de lucro e renda.

Você está explorando alguma oportunidade de negócio durante o Carnaval?

Para você, empreendedor, que já está aproveitando as oportunidades de Carnaval, seguem algumas dicas que poderão ajudar o seu negócio:

  •  Calcule os custos, para que você tenha um preço que gere ganhos efetivos;
  • Elabore suas metas de vendas;
  • Monitore seus resultados: volume de vendas, produtos e serviços mais procurados e o lucro gerado;
  •  Planeje como você vai demonstrar e apresentar os produtos e serviços durante o processo de venda; Saiba se relacionar com o cliente;
  • Tenha postura profissional; Seja educado e tenha bom senso ao dialogar com os clientes e quando emitir sua opinião; Conheça bem o produto e/ou serviço que está comercializando;
  • Tenha abertura para escutar sugestões e demandas dos clientes;
  • Fique atento com sua aparência: cabelos, vestuário, higiene pessoal – Lembre-se que você contribui com a credibilidade dos negócios;
  • Tenha cartão de visita, para prospectar novas oportunidades de negócios, além da fidelização de clientes;

A forma com que você venha concretizar sua oportunidade de negócio será fundamental para o sucesso ou fracasso do empreendimento.

Sucesso!

Janeiro de 2012

Janeiro de 2012. O mês  de janeiro advém do latim Ianuarius, décimo-primeiro mês do calendário de Numa Pompílio, o qual era uma homenagem a Jano, deus do começo na mitologia romana, que tinha duas faces, uma olhando para trás, o passado e outra olhando para a frente, o futuro.

Esse significado reforça todos os sentimentos e reflexões que as pessoas passam na passagem do ano e na vivência no decorrer do mês de janeiro.

No mundo empresarial, o mês de janeiro ocorre várias situações: alta temporada de vendas, recesso de trabalho, férias, início de novas ações, reflexões de melhorias, construir seus cronogramas e início de implantação de metas traçadas.

A efetividade dessas ações, geralmente, só acontece, quando se tem clareza dos caminhos já percorridos e aonde se quer chegar!

Então comece seu planejamento de 2012, se você ainda não fez! Faça um diagnóstico da situação atual da sua empresa e reflita o que você precisa fazer para atingir seus objetivos! Construa um plano de ação, indicando o que se precisa fazer, quando, como e quanto vai custar.

Não esqueça de monitorar  a operacionalização e reconhecer o que lhe motiva para atingir seus objetivos!

Natal: aquecimento das vendas x qualidade

Neste período cresce a contratação de mão-de-obra temporária diante da expectativa do aumento das vendas: novos funcionários e oxigenação do ambiente da força de venda. Todos ganham se o processo for planejado!

Quando o processo é planejado, os novos funcionários contratados são treinados para conhecer os produtos e serviços, o perfil dos clientes mais constantes na empresa, qualidade no atendimento e  sobre técnicas de vendas. Esse investimento gera retorno financeiro para empresa de forma imediata, além de descobrir potenciais funcionários para fazer parte da equipe permanente.

O sintoma de quando não acontece o processo planejado é baixo resultado das vendas, clientes reclamando do atendimento, funcionários que não conseguem responder as perguntas dos clientes. Quando se vai efetuar o pagamento, observa-se mais de um funcionário orientando para obter a efetivação do pagamento. Tudo isso gera um desgaste para a imagem da empresa.

Grande reflexão é: se eu não planejei, o que ainda posso fazer para reduzir o desgaste e obter grandes resultados neste final de ano?

Quero comprar uma empresa, o que faço?

Algumas pessoas querem comprar um empresa em funcionamento, mas não sabem qual o valor justo a ser pago.  Geralmente, escutam as seguintes frases para justificar o preço: “ o valor do ponto comercial é…”,  “vendo com tudo….”, “vendo de porteira fechada…”, “você está comprando uma empresa que tem um faturamento de R$…..” e outras expressões e frases que vão diversificar de acordo as expressões regionais.

Quando emitem o preço que supostamente vale a empresa, você precisa saber o que se estar comprando, tais como:

  • o imóvel;
  • o direito de realizar uma atividade comercial naquele local;
  • a marca;
  • os equipamentos, móveis, estoque e o direito de comercializar no local que a empresa já funcionava; e
  • outros itens relacionados a empresa.

Neste artigo, vamos comentar sobre  a valorização de uma pequena empresa que já está em funcionamento e se pretende vender ou comprar.

Para isso, faz-se  necessário, inicialmente:

1. Listar todos os móveis, equipamentos e utensílios . Após esse levantamento, pesquisar o valor justo que alguém compraria.

2. Fazer o levantamento da situação financeira da empresa:

  • faturamento;
  • imposto;
  • comissão de venda;
  • custo da mercadoria vendida;
  • custo fixo;
  • pagamento de empréstimos;
  • pagamento de dívidas, etc.

3. Rever o cenário em que se encontra a empresa:

  • desenvolvimento econômico do local;
  • entrada e saída de concorrentes na localidade;
  • grau de rivalidade entre a concorrência;
  • tendência de mercado do segmento em que a empresa está inserida;
  • crescimento ou decréscimo do faturamento da empresa;
  • aumento ou redução da quantidade de clientes; e
  • outras questões que estejam relacionadas com a empresa.

4. Listar a carteira de cliente:

  • Quantos clientes existem cadastrados na empresa?
  • Quantos clientes deixaram de comprar na empresa?
  • Quantos clientes continuam comprando na empresa?

5. Levantar os indicadores econômicos

  • Qual o PIB do Brasil, do estado e da cidade?
  • Qual a tendência de crescimento ou decréscimo do PIB?
  • Qual o grau de endividamento da população?
  • Qual o grau de investimo sendo realizado na localidade?
  • Quais as taxas e juros estipuladas para aplicações financeiras?

Existe outras informações além das indicadas acima, mas essas são as básicas para ponderar a valorização da empresa.

A partir desses levantamentos, elabore  a projeção financeira  em um fluxo de caixa e calcule o valor presente líquido da seguinte forma:

=  Faturamento

-     Imposto

-     Comissão de venda

-     Custo da mercdoria vendida

=  Receita Bruta
 ou margem de contribuição

-     Custos fixos (aluguel + funcionários + encargos + material de expediente+ material de limpeza + manutenção predial + depreciação do imobilizado + assinaturas de revistas + transporte + vale transporte + segurança + pró-labore + provedor + telefone fixo e móvel + segurança + publicidade + água + energia elétrica, etc)

= Lucro

Faça essa conta mês a mês ou ano a ano em uma planilha eletrônica (excel) e utilize a função financeira chamada  valor presente líquido (VPL). Para o cálculo, é necessário indicar a taxa mensal ou anual, de acordo com o período indicado acima. A taxa a ser indicada deve ser coerente com o  as informações levantadas do item 5. Não esqueça que essa projeção financeira precisa ser resultado de todas as informações indicadas nos itens 1 a 5.

Enfim, você poderá considerar o valor da empresa  como a soma do valor a ser pago dos produtos, móveis, equipamentos e utensillios valorados  e o resultado do valor presente liquido da projeção calculada.

Boa sorte e fique a vontade para comentar e tirar dúvidas!

Lançamento de um empresa nas redes sociais

Fazer o lançamento de uma empresa nas redes sociais, não é só fazer o registro de um login, mas precisa ser profissionalizada para que haja repercussão e gere efetividade.

Lembrando que esse processo precisa ser planejado, como já foi citado nos artigos anteriores. Para ajudar a rever os passos desse planejamento, veja  os seguintes links:

Introdução,  Passos 1 a 3Passos 4 a 6, Passos 7 a 9 , Passo 10.1, Passo 10.2.

E no final e ao mesmo tempo o início de sua grande jornada nas redes sociais, a seguir você terá a explanação dos passos 11 a 13.

 11. Definir o visual da marca e imagem que será utilizada.

Em primeiro lugar, precisa existir coerência com a cultura organizacional e com seus clientes. Tomando essa idéia como ponto de partida, deve-se dar leveza a imagem da empresa nas redes sociais. Eu comparo a marca com nosso comportamento e nossa forma de se vestir para eventos formais e informais. Dessa forma, o comportamento da empresa nas redes sociais seria seu comportamento nos eventos informais que lhe pede um se vestir mais despojado ou casual, além de um comportamento e conversa mais descontraída e informal.

Algumas empresas, às vezes, criam um avatar ou mascote para representar um perfil que venha interegir com os clientes. Outras, elegem alguns colaboradores  ou uma área responsável para representar a empresa nessa interação, como por exemplo, o presidente da empresa, consultores de atendimento, SAC – serviço de atendimento a cliente, assessoria de imprensa, entre outros.

12. Realizar o testes de usabilidade.

É necessário realizar teste de todas as ferramentas que serão utilizadas. Além de não esquecer que o design precisa ser adatável para as diversas tecnologias utilizadas pelos potenciais clientes, como por exemplo, ser acessível em tablet, telefones celulares, netbooks, computadores. Além de poder ser usado o conteúdo nos diversos navegadores e sistemas operacionais.

Tudo isso porque a empresa poderá inserir no seu perfil corporativo conteúdo institucional, informativos, videos, games, enquetes, espaço colaborativo, tira dúvidas, orientações e curiosidades sobre o consumo dos produtos/serviços, links de promoções e ou ações que promovam dinamismo, experiência, emoção, isto é, um espaço interativo com o cliente.

 13. Lançar a empresa nas mídias digitais.

O interessante é elaborar um cronograma de eventos que possam promover o engajamento dos clientes.

Usar bastante a criatividade  para saber utilizar os mais variados canais tradicionais e digitais, mas que todos possam convergir ao acesso a plataforma de redes sociais que os clientes mais se identifiquem, como por exemplo, fun page, foursquare, blogs, twitter, youtube, vimeo, videolog, flickr, picasa, etc.

Tem empresa que começa com uma ação promocional em um espaço público, outras utilizando as mídias convencionais (rádio, tv, revista, jornal), além de divulgar nas próprias redes sociais com video viral, cupons de descontos, entrega de brindes, sorteios,etc.

A proposta precisa ser interessante e gerar uma experiência inusitada aos clientes!

Como são as principais práticas empresáriais nas redes sociais?

A criatividade é a palavra-chave do sucesso de uma empresa nas redes sociais. Acompanhe algumas práticas que já estão sendo realizadas. Leia mais neste meu artigo http://blogs.diariodepernambuco.com.br/empreendedor/?p=235.

Proveite!