Em que momento devo abrir minha empresa?

Essa pergunta poderá nos levar a vários caminhos: pessoal, financeiro, mercadológico e tantos outros.

Quanto o aspecto pessoal, você deverá refletir o que está lhe motivando abrir uma empresa e se está disposto a enfrentar desafios, além de sua capacidade de perserverar.

Financeiramente, é importante simular a viabilidade, a necessidade de capital de giro, capacidade de gerar o prolabore desejado.

A grande questão está no aspecto mercadológico, pois não terá sentido os demais aspectos se a empresa não houver capacidade de criar uma relação com os clientes. Essa relação deverá estimular os potenciais clientes de consumir os produtos e serviços da sua empresa. Gerar experiências…

Para isso, faz necessário estudar e conhecer o perfil dos potenciais clientes, do mercado e o período do ano em que se mais seu produto e serviços são consumidos. Essas informações poderá contribuir para definer e planejar o melhor período de abrir a empresa.

Essa escolha irá contribuir a ampliar ou reduzir a necessidade de capital de giro para viabilizar a empresa, além de facilitar a capacidade de captar uma cateira de clientes que irá dar vida a empresa.

Diante disso reflita:

  •  O que motiva as pessoas consumirem seus produto e serviços?
  • Qual o perfil dos potenciais clientes: idade, genero, estilo de vida, ambiente social que mais frequenta, renda, se estão presentes nas comunidades das mídias sociais?
  • Qual o período do ano, mês, semana que mais consomem esse tipo de produto e serviço?
  • Qual a quantidade e a periodicidade de consumo?
  • Quais os meios de comunicação e mídia digital mais utilizada?
  • Quais os potenciais produtos e serviços substitutos que concorrerão?
  • Qual a capacidade de compra os clientes precisarão ter?
  • O que faz os potenciais clientes escolher uma empresa da outra para se relacionar?

Essas reflexões ajudará a identificar a janela de oportunidade mais propícia para de lançar sua empresa no mercado.

Respire fundo e não deixe ser levado pela ansiedade e escolha o tempo certo!

Copa 2014: oportunidades de negócios para pequena empresa

Houve o sorteio das eliminatórias para Copa 2014. Você tem acompanhado todo processo?


Fiquem atentos pois existe oportunidades de negócios para todos, inclusive para empreendedor individual e pequenas empresas. Leia mais no artigo http://blogs.diariodepernambuco.com.br/empreendedor/?p=185

Modelo de negócio ou plano de negócio, o que vem primeiro?

Muitos empreendedores não sabem como começar a sua empresa. Para quem dúvidas leia o artigo “modelo de negócio ou plano de negócio: o que vem primeiro?”

O início de uma empresa…


Geralmente, as empresas que estão iniciando a sua atuação faltam definir seu foco de mercado. Com isso, surge uma ação emergencial de descobrir o mercado que estão localizados seus potenciais clientes.

Esse processo parte da busca de construir o modelo de negócio da empresa, isto é, definir o perfil e comportamento de sua clientela, quais os canais de comercialização mais eficaz, quais os produtos e serviços que precisam estar contemplados.

O perfil e comportamento de seus clientes precisam ser estudados, compreender os problemas que eles vivenciam no processo de consumo, gerando alternativas e validando essas informações.

Os canais de comercialização são inúmeros, o detalhe é: qual o mais eficaz para atingir os clientes. Sempre pensando na realidade atual e futura. Quanto à mudança de comportamento de consumo, como as possibilidades de ganho de escala de vendas ou um modelo que possa ser replicado.

O mix de produto e serviço que melhor atrairá mais clientes e que se sintam contemplados no processo de compra. Cuidado para não perder o foco na construção do mix de produtos. Para isso, sempre valide com o perfil dos clientes pré-definidos.

Ao se ter a clareza dessas informações, pode-se desenhar o processo operacional da empresa que se chegará ao modelo de negócio da sua empresa.

E todas as decisões empresariais partirão desse modelo, inclusive a análise da viabilidade econômico-financeira.

Os canais de comercialização são inúmeros, o detalhe é: qual o mais eficaz para atingir os clientes. Sempre pensando na realidade atual e futura. Quanto a mudança de comportamento de consumo, como as possibilidade de ganho de escala de vendas ou um modelo que possa ser replicado.

O mix de produto e serviço que melhor atrairá mais clientes e que se sintam contemplados no processo de compra. Cuidado para não perder o foco na construção do mix de produto, para isso, sempre valide com o perfil dos clientes pré-definidos.

Ao se ter essa clareza dessas informações, poderá desenhar o processo operacional da empresa que se chegará ao modelo de negócio da sua empresa.

E todas as decisões empresariais partirão desse modelo, inclusive a análise da viabilidade econômico-financeira.

Desafios de empreender no Brasil

Muitas pessoas, brasileiras ou estrangeiras, que vivem muito tempo fora do país, em um belo dia pretendem voltar e se estabelecer no Brasil. Será que possuem maior ou menor facilidade de empreender do que quem já mora há bastante tempo por aqui?

De acordo com o país de onde essa pessoa está emigrando, poderá ter dificuldade para entender a complexidade das relações entre proprietário e funcionário. Entre empresa e potencial cliente, além de entender a tramitação legal e as relações entre concorrentes.

Entretanto, essas mesmas pessoas poderão sair na frente, quando emigram de países desenvolvidos, porque vivenciam e usufruem produtos e serviços que ainda vão chegar ao Brasil, vivenciam realidades de mercados que já estão estáveis ou em grande mudança, que ainda vão ocorrer por aqui.

O mercado brasileiro possui, de inicio, a complexidade de entender e estudar o comportamento dos consumidores e seu perfil. A clareza que possui classes sociais que não poderão consumir seus produtos e serviços e que significados serão gerados para os clientes potenciais perante a empresa.

As relações trabalhistas legais e relacionais mudam de um país para o outro. Aqui, no Brasil, temos diversos direitos legais, tais como, férias, décimo terceiro salário, descanso semanal, seguro desemprego, benefício quanto auxilio à doença e outras questões, Quanto aos aspectos relacionais, envolve grau de comprometimento, profissionalismo e relacionamento interpessoal entre o proprietário e funcionários. Isso modifica bastante entre os países, e podem provocar situações favoráveis ou desfavoráveis.

Não podemos esquecer da forma de pensar do empresariado brasileiro que, na maioria das vezes, é diferente do estrangeiros ou emigrante. Geralmente, o brasileiro abre um empreendimento na busca de sua sobrevivência e a empresa é extensão de sua casa, essa realidade, dar um sentido próprio de conduzir as empresas diferente do perfil empresárial estrangeiro.

Enfim, sempre é bom conhecer a cultura e as relações entre as pessoas de um país, antes de empreender!

Varejo: como avaliar o ponto comercial?

Cada segmento de negócio no varejo possui peculiaridades que influenciam a sua melhor localização. Para contribuir nessa análise, seguem alguns aspectos que podem colaborar para o sucesso ou insucesso da escolha do seu ponto comercial para esse segmento:

  • Posicionamento do sol: evitar que o empreendimento seja localizado com a frente da loja para o poente.
  •  Trânsito: averiguar fluxo de carros e ônibus quanto à velocidade praticada; congestionamento; origem e destino de ônibus e carros; localização de ponto de ônibus e de taxi; áreas permitidas para estacionamento. 
  • Vizinhança: pontos comerciais e residências existentes.
  • Infraestrutura predial: instalações elétricas e hidráulicas, além do estado de conservação da área de alvenaria.
  • Legislação municipal: regras de utilização para ponto comercial, manutenção de área verde, estacionamento. 
  • Projeto governamental: analisar a existência de algum projeto de intervenção na área, de curto ou de longo prazo, tais como, mudança de transito construção de viadutos, metrô e outras intervenções que venham a interferir na rotina do local. 
  • Pessoas: o perfil de quem mora, de quem circula e frequenta a localidade. 
  • Identificar e qualificar barreiras de acesso ao ponto comercial, como degraus, estado de conservação da calçada, quiosques, árvores ou postes que dificultem a visibilidade do ponto comercial. 
  • Relevo predominante na  localidade: plano e/ou acidentado.

Esses aspectos citados e tantos outros poderão interferir, com maior ou menor investimento, para instalação de sua empresa, como também a possibilidade de acesso a potenciQuanto ao posicionamento do sol no poente, pode interferir no fluxo de pessoas e na visualização da empresa durante o período da tarde, quando os clientes podem preferir caminhar no outro lado da calçada e você terá que colocar algum suporte para proteger a empresa da incidência do sol.

A realidade do trânsito possui vários aspectos:

  • Uma parada de ônibus e/ou de táxi impediria a possibilidade de estacionamento de carros. Se o potencial cliente utiliza ônibus, com frequência, ótimo. Caso não utilize, fuja. Reavalie a sua escolha.
  • De acordo com o fluxo desse trânsito, precisará de um bom estacionamento, além de placa e fachada que permita boa visibilidade da empresa.
  • O sentido do tráfego dos carros poderá ajudar ou dificultar o acesso, de acordo com a conveniência de seus clientes.

Quando a vizinhança for composta, principalmente, por pontos comerciais, observar qual a área que possui maior concentração de pessoas circulando, pois alguns centros comerciais possuem ruas com muita movimentação e, outras, não. Isso significa ser arriscado; escolher ruas com pouco circulantes.
 
Além de analisar se as empresas vizinhas terão algum tipo relação com o mix de produto que será comercializado, pois, a vizinhança de empreendimentos poderá contribuir para atrair mais clientes.

O perfil das pessoas presentes no ambiente é muito importante para ser observado. Essas pessoas poderão representar a chave do seu sucesso. Analisar quantidade, direção, horário e perfil socioeconômico.

Deve-se, ainda, averiguar a Lei Municipal e projetos de intervenção na localidade. A partir dessas informações se terá conhecimento de oportunidades ou ameaças para o bom funcionamento do seu negócio.

As barreiras de acesso à sua empresa, por incrível que pareça, existem. E, muitas vezes, passa despercebida na hora de definir sobre o ponto comercial. Calçadas, iluminação pública, ruas com ladeira (quando isso não fizer parte de toda área comercial), muro lateral do empreendimento vizinho, obstruções na rua, posicionamento de placas e árvores – tudo isso poderá facilitar ou prejudicar a visualização ou o acesso à sua empresa.

Todos esses pontos citados devem ser observados. Um empreendimento no varejo precisa ter uma localidade de fácil acesso aos clientes, além de gerar atratividade e conveniência para seus potenciais clientes. Muitas vezes, as boas negociações estão na “venda por impulso” e, poucas, nas planejadas.  Isso significa facilidade de localizar e entrar na sua empresa.

O novo olhar para fontes de oportunidades de negócios

O não consumo ou falta de produtos adaptados para as pessoas que não estão consumindo? Eis a questão…

Os questionamentos sobre oportunidade de negócios já avançaram para perspectiva de identificar mercado: pessoas, locais, regiões e países que não estão consumindo.

Internacionalmente, tem-se voltado o olhar para os países que pertencem ao grupo BRIC – Brasil, Rússia, Índia e China. Esse olhar vai além dos potenciais clientes de classe A e B. Agora, segue para áreas consideradas zona de pobreza ou para as classes sociais C, D e E.  Ao buscar atender essas últimas classes sociais citadas, as áreas de marketing e publicidade estão tendo que rever suas estratégias de atuação e até “retroceder” em ferramentas utilizadas.

O marketing visceral é o que mais tem efetividade: experimentar e sentir os produtos. E gerar inclusão dos produtos em eventos culturais e religiosos na localidade desse público, gerar adaptações e demonstrar possibilidade de consumo diante de suas realidades.

Pode-se observar essa situação, como por exemplo, no Brasil. Sem entrar em questionamentos de políticas sustentáveis de desenvolvimento, de programas como o Bolsa-família, a inclusão de uma parcela da população no mundo do consumo e que as empresas não sabem ainda lidar, tais como: preferência, ticket médio, análise de crédito, propagandas mais próximas a essas pessoas, etc. Até algumas emissoras de televisão tentaram fazer vários programas com periferias das grandes cidades para conhecer e entender a dinâmica desse novo mercado, com insights psicográficos.

A vantagem competitiva das empresas está no conhecimento, compreensão, empatia, antecipando e servindo melhor a seus clientes. E ‘percepção humana’ é o que irá conduzir as marcas globais do futuro. Nuances culturais, certamente, prevalecerão. Mas, a compulsão das novas gerações em ser um cidadão global poderá conduzir o pensamento criativo de todos a algo em comum com os demais países. Diante disso, podemos refletir que o mundo é plano. E assim é o marketing.