Turismo: um perfil de clientes em crescimento


Ao assistir o episódio deste filme a seguir, fez-me lembrar como é chato a passagem rápida nos locais que você quer visitar e quando é gerado a expectativa de um pacote de viagem turística.

 

Vou falar de um segmento de clientes que muitas as agências tradicionais estão perdendo.

Esse segmento vem crescendo com a nova geração que está começando a fazer parte da economia ativa do Brasil. Esse perfil de pessoas a cada dia estão se afastando das empresas de turismo tradicionais, fugindo de pacotes fechados de viagens.

Eles querem muito mais que visitar uma cidade, querem conhecer com detalhes alguns lugares, ter experiência naquela cultura da localidade a ser visitada. Inclusive, buscar conversar e ter trocas de idéias, experiências e pontos de vista sobre o mundo e a sociedade.

Alguns empreendimentos tem explorado essas possibilidades e por isso vem se consolidando no mercado, como por exemplo:

A escola de inglês, Pacific Gateway international college, Vancouver, Canada procura promover atividade extra classe de conversação com canadenses voluntários de diversos perfil para corresponder com a curiosidade e identificação dos  alunos terem maior imersão na cultura e na linguagem popular.

A comunidade couchsurfing, promove a troca de cortesia de hospedagem de graça ou um simples happy hour entre as pessoas que estão em viagem e com pessoas do local visitado.

A comunidade AirBNB também promove a mesma experiência de convívio e imersão de como é morar naquela localidade.

A comunidade bla bla bla car, muito utilizada na frança e que está expandido para outros países, inclusive no Brazil, as pessoas rateiam os custos da viagem de carro e já possui pequeno filtro para existir compatibilidade entre as pessoas e trocarem experiências entre o motorista e a pessoa que está pegando carona.

Em varias cidades, principalmente na Europa, possuem comunidades que você escolhe suas preferências, levam você para lugares onde realmente os moradores frequentam, sem ser os ponto turísticos clássicos divulgados em guias e reportagem. Promovem a imersão no ambiente diário da localidade enfatizando o filtro dos grupos de preferências, tais como, arquitetura, natureza, aventuras, compras, vida noturna, etc.

As algumas empresas para minimizar o decrescimento desse segmento, estão só oferecendo pacotes só com passagem aérea ou transporte e hospedagem, deixando o cliente criar seu próprio roteiro.

Essas exemplos e muitos outros é para mostrar que a expectativa e as preferências dos turistas estão mudando. Precisa ser observado e algumas empresas de pequeno porte precisa avaliar sua proposta, a segmentação de clientes e portfólio de serviços  para não ficar na mesmice dos pacotes fechados das grandes empresas e criar oportunidades e diferenciais.

Reflita que experiência você, empresa, está  promovendo ao turista? Algo inusitado  por mais simples que seja? Algo singular? Ao que gere significado para o cliente?

Eis o diferencial para as pequenas empresas.

Por Conceição Moraes

Ferramentas a favor da sua força de vendas


Atualmente existe várias ferramentas para apoio da construção do relacionamento com o cliente e parceiros. Parte dessas ferramentas você poderá testar por bom tempo gratuitamente para até aumentar o volume das atividades.
As ferramentas a seguir poderá contribuir para se comunicar, ativar e realizar vendas.

Fonte: https://www.flickr.com/photos/dragonfly_illustration/4191929112/sizes/s/

Contact Monkey – contribui para integração de email para atuação nas vendas. Possui relatório analítico e a utilização free são para 10 email por mês. http://www.contactmonkey.com
Streak – contribui para relacionamento com clientes e uma das ferramentas que compartilhamento de inbox e rastreamento por e-mail, além de programar os disparos. A utilização free é para 200 rastreamento. https://www.streak.com
Sidekick – contribui para monitoramento se os e-mail estão sendo abertos ou se abriram o link. Poderá programar os disparos de email e escolher quais precisam ser monitorados se foram abertos ou não. Gratuitos só para 200 e-mail por mês para monitoramento. http://www.getsidekick.com
Mailchimp – ferramenta para realização de e-mail maketing. Gratuito para 2000 e-mail por mês. http://mailchimp.com
Zoho – Gerenciamento do CRM da empresa com tarefas automatizadas, capitura o estágio do cliente no site que se poderá fazer intervenções para ativar e gerar conversões em venda. Gratuitos para 10 usuários. https://www.zoho.com/crm/
Brainshark – cria, compartilha e rastrea videos e apresentações a serem compartilhadas. Não ficou, para mim, claro a capacidade e preço para o nível avançado. http://www.brainshark.com/mybrainshark
Boomerang – ativar no gmail para programar, rastrear recebimento,clicks de links e prazo de resposta dos email enviados. Além de relatório analítico. https://chrome.google.com/webstore/detail/boomerang-for-gmail/mdanidgdpmkimeiiojknlnekblgmpdll?hl=en
 No mercado tem muito mais, essas são exemplos que poderá facilitar e gerar efetividade na sua estratégia de comunicam por email ou pelo site de sua empresa. Sempre teste antes de tomar a decisão para realizar a assinatura de qualquer ferramenta.
Pense integrado no se comunicar com o cliente e use os meios mais efetivos para chegar até ele!

Tecnologia pode favorecer um ambiente colaborativo e geração de negócios


Atualmente, quanto mais rápido e eficiente no saber se comunicar com sua equipe e parceiros, mais rápido você fazer acontecer os negócios.

Não dar mais para perder tempo com deslocamento para reuniões podendo ser realizado de forma efetiva a distância. A final para que existe a tecnologia que já entrou na sua vida e nos negócios sem bater na porta.

Aproveite e usufrua as ferramentas disponíveis no mercado. Muitas delas são gratuitas e outras possuem um pacote básico gratuito e outro avançado pago. Agora para começar agilizar sua agenda e não perder o trabalho colaborativo, comece utilizando os pacotes gratuitos para alavancar suas atividades.

A seguir segue vários links para permitir atividades de colaboração e conferência:

Não perca de vista seus objetivos de cada reunião e seus respectivos resultados. Dessa forma você saberá o momento certo de utilizar a tecnologia a seu favor ou realizar reuniões tradicionais com todos os colaboradores de sua empresa e parceiros.

Talk:Direto ao ponto: o que fazer pra sua startup durar além do fim de semana


Description:

Eventos para criação de startups, hackathons e competições temos aos montes. Tá…mas logo depois que passa toda aquela euforia… precisamos botar o negócio pra gerar na alta. Nesse painel, aprenda com outros empreendedores o que eles fizeram para que o seu empreendimento de fato aconteça.


Speakers:

Moderação: Maria Conceição Moraes (Sebrae)
Carlos Ninja (CE – AgendaKids)
Luiz Fernando Gomes(PE – lotebox)
Vinnie Oliveira(PB – Glocal Arts)
Breno Fontes(RN-Findemeapp)

Um novo pensar na concepção de negócios e como explorar as oportunidades


Assista o relato de Don Tapscott que vem várias menções  da sociedade que se está se formando e que se vem reconstruindo os interesses e a importância econômica de alguns negócios. A democracia do saber e um mundo sem fronteiras vem exigindo um repensar e o se reinventar de vários tipos de negócios existentes. É um caminho sem volta e não tem barreira econômica ou judicial que consiga segurar.

https://embed-ssl.ted.com/talks/don_tapscott_four_principles_for_the_open_world_1.html

Venda casada, segundo a legislação…


Na busca de vender mais, procura-se usar estratégias para estimular as vendas. Algumas estratégias gera intimidação do cliente, levando a pensar se ele não aceitar uma “suposta venda casada”, não vai ter acesso ao produto ou serviço que ele mais quer.

O ministério da justiça apresenta um video sobre aspectos legais quanto a venda casada, assista:

Mundo virtual: um caminho sem volta para as empresas


Como diz Bob Dylan: “Existe alguma coisa acontecendo aqui, mas não sei o que é?” As pessoas mais conectadas, o uso frequente das redes sociais e alto índice com compartilhamento tem promovido uma revolução silenciosa. O ser humano nesta sociedade informacional vem resinificando as relações sociais e suas referencias culturais de tal forma que está havendo uma construção e desconstrução do pensar, do comportamento e de organização social.
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Diante desse contexto, segundo Tapscott(2011), as organizações podem ser bem-sucedidas e sobreviverem nesse novo ambiente, adotando cinco princípios: colaboração, abertura, compartilhamento, integridade e interdependência nas relações com seus principais atores empresariais – cliente, funcionários, fornecedores e sociedade.

A Colaboração na web está sendo a alternativa para companhar a velocidade da ciência e tecnologia que venham a evoluir os produtos e serviços. De tal forma que se vem refletindo a possibilidade das instituições sem fins lucrativos que fazem a usinagem do conhecimento atuarem ativamente na colaboração de resolução de problemas.

A abertura está associada a transparência, liberdade, flexibilidade, envolvimento e acesso. Nesta era digital já existem vários sites que promovem o consumo consumo consciente dos bens e serviços, havendo questionamentos de toda ordem e a exigência de transparências das práticas publicas e privadas.

Compartilhamento do conhecimento e de recursos para evitar desperdícios, além de redefinir os conceitos dos espaços públicos e bens públicos.

A integridade preconizada pela responsabilidade social de não só fazer o bem e gerando lucro, mas respeitando o meio ambiente e gerando benefícios na sociedade em que atua.

Interdependência global já é o que estamos vivenciando com a economia global e os intercâmbios sociais, gerando impactos financeiros, culturais e comportamentais.

Procurando traduzir essas questões para a dinâmica interna da empresa, é importante observar o perfil dos funcionários e clientes. O pesquisador Tapscott (2008), subdivide em quarto gerações: baby boomer, geração X, geração Y e geração Z. Essas gerações não correspondem a divisão tradicional como sendo aquela que sucedem os nossos pais. Essa subdivisão está sendo considerada a cada 10 anos:

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Os baby boomers fazem parte do contexto histórico do término da II Guerra mundial e da Guerra fria, além dos conflitos políticos ocorridos no Brasil na década de 64.

São consumidores tradicionais que vislumbram a eternidade das coisas e como funcionários, almejaram construir uma carreira sólida e compromissada afetivamente com as empresas com as quais trabalhavam. Além de terem tido uma educação mais formal com a figura da autoridade no cerne familiar, transbordando para o ambiente profissional.

Os da geração X, vivenciaram o início das políticas do controle da natalidade, havendo um declínio do crescimento populacional. Foram os melhores educados academicamente de todas as gerações. Vivenciaram no Brasil o movimento das diretas já, os caras pintadas e conheceram a AIDs. Viu a tecnologia começando a ser democratizada. Por terem vivenciando todo o período inflacionário da economia brasileira, são muitos apegados aos seus patrimônios e fazem questão de demonstrar suas conquistas. Apesar de serem os mais velhos usuários dos computadores e da web, possuem certa resistência a inovação.

A geração Y são os últimos filhos dos baby boomers, porque prolongaram sua juventude, além de passarem seu tempo fazendo música e atuando socialmente.

Essa geração foi Influenciada pela  guerra do Iraque, a vida com AIDS, Princesa Diana, Bill Clinton, Jorge Bush, Lance Armstrong. No Brasil, vivenciaram a democracia e economia aberta. A internet mais democratizada, abrindo o mundo e reduzindo fronteiras para eles. São profissionais mais focados em si e priorizam o prazer no que faz, buscam crescimento na sua carreira profissional e querem ter uma atuação mais participativa na empresa no qual trabalha. Os dessa geração foram os mais significativamente afetados pela mudança tecnológica, não houveram tempo para vivenciar calmamente a evolução tecnológica.

Já a geração Z, são os considerados os nativos digitais, a tecnologia é como o ar que respiram. São altamente imediatistas. Essa nova geração vem quebrando alguns ‘rituais’ de comportamento consolidados no século XX e do início deste século. Já se pode observar a usabilidade de várias tecnologias que faz parte de nosso dia a dia, e que essa nova geração faz uso de forma diferenciada, tais como:

  • Buscam constantemente atualização através das notícias quentes pela internet, geralmente, utilizam algum gerenciador de notícias para receberem de imediato.
  • Gostam de ver e escutar o que estão sendo mais demandados na internet através de podcast, Youtube e outros canais na web.
  • Preferem assistir TV pela internet ou, no máximo, canais segmentados em TV fechada, como por exemplo, documentários, vida animal, sport e outros;
  • A forma de utilizar o celular é diferente de seus pais. Enquanto os pais conversam com parentes e amigos; seus filhos passam mensagens. Diante desse comportamento, já existe concurso para quem tem a habilidade de digitar mais rápido no teclado do telefone;
  • Se perguntarem o que eles sentem mais falta em acesso tecnológico, falam que é o telefone, pois o aparelho virou co-piloto de suas vidas: despertador, acesso a notícias e às redes sociais, fazem compras, check-in nos aeroportos, assistem a filmes, GPS e outras funcionalidades;
  • Não gostam de usar email e não sabem o que é postar uma carta nos correios. Eles preferem MSN, Twitter, G-talk, Skype, mensagens nas redes sociais e outras formas mais simples de comunicação;
  • No lugar de escutar músicas via rádio, preferem fazer download e selecionar suas preferencias nos seus mp4, IPod, etc.
  • Estão dando o direcionamento do conteúdo e das tecnologias em uma teia de colaboração, realizando upload de conteúdo: vídeos, áudio, imagem, além de terem blogs e emitirem suas opiniões sobre produtos, serviços, filmes e outras questões que consideram relevantes.

Essas gerações estão convivendo nas empresas como funcionários e são perfis que precisam ser atendidos de forma diferenciada pelas empresas, como clientes.

Na perspectiva como funcionário, todos possuem um espaço ocupacional estratégico, tais como, as atividades de planejamento corresponde mais para os Baby boomers e a definição orçamentária e tática poderá ser bem realizada pela geração X e a geração Y, que trazem mais inovação e se identificam mais com a execução dos projetos.

Agora todos precisam vivenciar e compreender as mudanças que o mundo virtual está provocando nas empresas com o objetivo de desenvolver estratégias de conceitos de negócios diferenciados a partir da cocriação.

Existem etapas de implantação dessa abordagem gerencial – cocriação:

  • Criar uma “plataforma”. Essa plataforma poderá ser um ambiente na web nas redes sociais, ning, orkut, facebook, basecamp, blog, dentre outras; e ou, no próprio site da empresa;
  • Solicitar feedback dos consumidores e enriquecer a plataforma, incorporando todos os esforços de customização feitos pela rede de consumidores;
  • Permitir um espaço para que cada consumidor customize a plataforma, adequando-a a sua identidade pessoal,favorecendo um ambiente para conversação de experiências e emoções ao consumirem os produtos e serviços. Além de sugestões e dicas de melhorias ou desenvolvimentos de novos produtos;
  • Tudo isso precisa contemplar a interação ativa de vários atores importantes da empresa: clientes, funcionários, fornecedores, parceiros de canais de comercialização, sociedade;
  • Quanto à empresa e cliente, diversas situações em que os clientes participam do processo de construção e melhorias dos produtos e serviços da empresa, além de reinventá-los;
  • Quanto à empresa, fornecedores e parceiros de canais de comercialização;
    • Precisam refletir sobre o propósito, os valores e compreendam os modelos de negócio uns dos outros, para que, mutuamente, desenvolvam contratos legais sólidos;
    • Quanto à sociedade, precisa existir transparência, provendo a comunicação aberta sobre suas ações e espaço para feedbacks.

E não se pode esquecer os funcionários, pois esse serão uma peça chave para articular e fazer acontecer todo esse processo.

Essas relações vão definindo estratégias e alternativas para os negócios conectados e em verdadeira dinâmica de transformação sintonizada com o mercado. Não perdendo de vista os seguintes critérios de decisão:

  • desejabilidade – faz sentido para as pessoas, clientes,;
  • viabilidade – poderá fazer parte de um modelo de negócio sustentável;
  • praticidade – é funcionalmente possível no futuro próximo.

Agora tome essa explanação como ponto de partida para monitorar esse mercado e resinificar sua empresa.

Não deixe de ler a referência bibliográfica que me fundamentou esse artigo e emita e compartilhe seus insights no @mcmoraescosta.

  • Brown, Tim. Design thinking: uma metodologia ponderosa para decretar o fim das velhas ideias. Brasil,Rio de Janeiro, 2010 249p.
  • Castells, Manuel. Sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 2010, 698p.
  • Friedman, Thomas L. O mundo é plano. Brasil, Rio de Janeiro: Objetiva, 2009, 625p.
  • Globo, TV – Série do Jornal da Globo: Geração Baby Boomers X, Y e Z, disponível https://www.youtube.com/watch?v=TCDtJKUpR1A , acessado em 11 de novembro de 2011
  • Gouillart, Francis J.; Ramaswany, Venkat. A empresa cocriativa: por que envolver stakeholders no processo de criação de valor gera mais beneficios. Brazil, São Paulo: Symnetcs, 2010, 267p
  • Shirky, Clay. Here Comes Everbody. Canada, Toronto: Penguim Books, 2008, 344p.
  • Tapscott, Don ,Grown Up Digital: How the Net Generation is Changing Your World. USA, New York: The McGraw-Hill Companies, October 2008, 368p.
  • Tapscott, Don. Macrowikinomics: reiniciando os negocios e o mundo. Brasil, Rio de janeiro: Elsevier, 2011, 414p.

6 anos de Blog – criado especialmente para você


Caro leitor,

Esse blog só tem sentido com você. E por conta da sua participação e troca de idéias, esse blog fez 6 anos que foi criado!

Obrigada pela sua participação e engajamento!

Conceição

Fonte: Conceição Moreas

Fonte: Conceição Moraes

Eventos internacionais – Você já preparou sua estratégia de venda este mês?


Se você ainda não se preparou para esse evento, empreendedor, saiba que ainda dá tempo de fazer alguns ajustes. Procure preparar seu empreendimento e não deixe de vender, porque você não sabe inglês, alemão, espanhol, japonês ou qualquer outra língua dos visitantes que teremos nas nossas cidades.

O mundo todo foi convidado para vir ao Brasil assistir aos jogos da Copa do Mundo, ou acompanhá-los pela TV e telões espalhados na cidades do Brasil. Existe muitas propagandas nas ruas de todas grandes cidades do mundo, como por exemplo, no metrô, nos outdoors, na TV, nos vídeos dos aviões, e onde pode e possível fazer divulgação.

Publicidade da copa na Asia

Fonte: Conceição Moraes

 

 

Algumas dicas para minimizar possíveis problemas de comunicação:

exemplos de comunicação

Fonte: Conceição Moraes

 

1 – Monte um folheto com principais perguntas e respostas sobre o seu produto e/ou serviço, pelo menos em inglês e português. Dessa forma você ajudará o turista a perguntar e ‘aprender’ sobre o que deseja em português.

2 – Se você vai vender refeições, tenha boas fotografias sobre o que vai servir e/ou o nome em português, com a citação em inglês dos principais ingredientes. Ajuda a vender se você não tem um bom desempenho para explicar os pratos em outras línguas, além de gerar mais segurança na escolha.

3- Na maioria dos países europeus, as frutas são geralmente muito caras para eles mesmos, então, quando eles visitam países com a variedade de fruta que nós temos e com o preço justo, eles se sentem atraídos para consumir. Então, higienize bem as frutas, faça uma boa exposição, monte o kit lanche.

4- Tenha uma tabela de preço do seu produto, no cardápio ou na etiqueta do produto para que não se possa ter dúvida sobre o valor do produto. Fique atento para mostrar que já está incluso o imposto, isto é, que é o preço final. Em alguns países mostram na vitrine o preço do produto e quando você vai pagar é incluso o imposto, então, deixe claro que aqui no Brasil é diferente.

5-Trate com educação, mas cuidado com o ‘excesso’ de simpatia. Por exemplo, não toque na pessoa, no máximo, um aperto de mão, pois muitos países não têm a cultura de tocar no outro ou dar dois beijinhos, se não for uma pessoa seu circulo de amizade.

6- Se você não sabe pronunciar os números, nas diversas línguas dos visitantes que teremos, e nem entende o valor do que estão falando. Segue a dica:

 

Calculadora

Fonte: Conceição Moraes

6.1- Use uma calculadora grande para ajudar na visualização. Quando o turista lhe perguntar o preço (How much?), você poderá escrever na calculadora e a deixe disponível para o turista utilizá-la, porque muitos vão querer fazer a conversão para sua moeda para ter noção do valor que está pagando. Além de deixar claro o valor, o troco do pagamento em dinheiro, ou até mesmo no processo de negociação, quando solicitado desconto.

7- Entre no clima. Use as cores de sua bandeira e, dependendo da ocasião, dos times que vão jogar na sua cidade, para acolher as torcidas estrangeiras neste início do mundial de futebol. Cuidado para não usar os nomes registros pela Fifa, para não estragar as suas vendas com alguma multa. Para isso, leia o artigo a seguir: http://www.inpi.gov.br/images/stories/downloads/pdf/alto_renome_das_marcas_da_fifa.pdf

Não deixe passar a oportunidade de vender!

Reflita e use sua criatividade para que o turista se sinta bem, seguro e consciente do que está comprando ou utilizando, além de acolher com simpatia e respeito.

Procure ao máximo facilitar a comunicação e preservar o valor da honestidade.

Bons negócios de boa sorte!

Quando busco entender o cliente, tudo acontece…


Entender o cliente é a peça fundamental para o sucesso de uma empresa.

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Para isso, preciso primeiramente escutá-lo, entender suas necessidades, seus critérios de escolha, como eles veem os seus produtos e serviços, como é o comportamento de consumo. Só depois dessas infromações se deve procurar agir para satisfaze-lo no momento atual e superando sua expectativa diante suas demandas futuras.

Quando se entende o cliente, você  pode começar a utilizar estratégias de atrair e influenciar os clientes para que eles possam cada vez mais familiarizados com a marca e juntos transmitir o estilo de vida e valor que sua marca proporciona! Sua marca começa fazer parte da vida do cliente!

O relacionamento com o cliente não se esgota no que já falei. É necessário engajar e envolver o cliente na dinâmica da empresa, isto é, incluí-lo na conversa sobre a empresa para que se sintam fazendo parte da marca e especial.

Essa dinâmica faz parte dos dias de hoje: entender, atrair e engajar.

Dessa forma vocêpoderá ter ações que vãogerarresultados e fazersuaempresaacontecer no mercado.

Cuidado com sua prática empresarial seja igual a essa imagem desse artigo, perante seus clientes e funcionários que pretendem contribuir para melhor entender os clientes!