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Protagonismo cognitivo na era da informação do conhecimento


Carlos Seabra (@cseabrae) explanou algumas idéias no Campus Party 2012 sobre algumas competências que um empreendedor nos dias atuais precisa ter, principalmente os que atuam ou pretendem atuar no contexto tecnológico.

Essas competências precisam se desenvolvidas e internalizadas para que torne-se visceral.

Algumas competências importantes:

  •  Aprender com os erros – importante ter a tomada de consciencias de seus erros para nao vire uma escala de repetição.
  •  Levantar hipoteses – saber elaborar reflexões e questões a serem pesquisadas e monitorados.
  •  Reconhecer padrões –ter a capacidade de identificar e fazer a leitura das situações atuais e de tendências.
  •  Saber se comunicar – não basta ter uma boa idéia ou negócio, precisa saber traduzir para linguagem certa para o public que se pretende atingir e utilizar a mídia mais eficaz para transmitir a mensagem. Seja um projeto bem redigido a o saber se apresentar a pessoas ou vender aos clientes.
  •  Articular-se em rede – não é só nas redes sociais mas manter sua agenda de contatos organizada e manter-se sempre articulado.
  • Desenvolver projetos – é fundamental saber organizar as idéias , elaborar planilhas para similar cenários economico financeiro, escrever bem para transmitir as ideias  para as pessoas ou instituicoes que pretende apresentar ou captar investimentos, parceiras, etc.
  • Saber pesquisar – cuidado para não confundir com o google, precisa-se checar as fontes e buscar diversas fontes dentro e for a da internet.  Ter idéia clara do que se quer saber para melhor organizar as informações adquiridas.
  • Seja organizado e disciplinado para que suas idéias e seus projetos consiga resistir as situações adversas.
  • Ter prazer intelectual – curtir o que está fazendo ou que irá empreender para que se possa canalizar suas forças.
  •  Empreendedorismo cognitivo – cognição na perspectiva de ter a capacidade de construir seu próprio conhecimento.

Reflita e análise suas competências para que você venha ter sucesso no que esteja fazendo ou venha fazer!

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Liderança aberta


No novo ambiente organizacional com pessoas conectadas e presentes nas redes sociais provocaram mudanças nos relacionamentos de trabalho e principalmente a relação entre líder e liderado. Os líderes precisam rever seu comportamento, “míope de chefe” de ser controlador e centralizador para postura abertura para construir relacionamento com os liderados, tornando um ambiente colaborativo e efetivo nos resultados da empresa.

As premissas da liderança aberta, segundo a pesquisadora Charlene Li (2011):

  • Respeitar o fato de que seus clientes e funcionários tem poder, se você ainda não acredita nesta afirmação, faça uma pesquisa nas redes sociais sobre as publicacões falam da empresa.
  • Compartilhar sempre para construir confiança. O diálogo diário e a coerência do que é dito e cumprido, vem fortalecer essa relação de credibilidade e confiança.
  • Alimentar a curiosidade e a humildade. Nunca achar que sabe o suficiente e não tenha que aprender com o outro.
  • Manter a abertura responsável. Observar que a responsabilidade tem uma mão dupla e que cada um precisa assumir os erros e acertos, independente da hierarquia ocupada.
  • Perdoar os fracassos. Isso não significa que os fracassos são simplesmente aceitos, mas precisam ser reconhecidos e compreendidos por todos para que não se feche as portas para criatividade.

Reflita sobre suas crenças e comportamento como líder e verifique o que você precisa repensar!

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Abrir empresa por necessidade ou por oportunidade?


Dando sequência ao artigo da semana passada, vamos analisar o resultado da pesquisa de sobrevivência das empresas realizada pelo Sebrae a partir da pesquisa do GEM – Global Entrepreneurship Monitor.  O GEM é o maior estudo contínuo sobre a dinâmica empreendedora do mundo desde 1999 até o momento.

Esse estudo da ênfase na observação da motivação de iniciar uma atividade empreendedora, resultando a definição de empreender por necessidade ou por oportunidade, que tem o seguinte conceito:

Por necessidade significa abrir uma empresa por falta de melhores alternativa profissional. Falta emprego ou o salário oferecido no mercado não corresponde a sua necessidade de renda. Muitas pessoas buscam abrir uma empresa como uma grande alternativa de sobreviver financeiramente.

Por oportunidade significa, como próprio nome já diz, iniciaram sua empresa por visualizarem uma oportunidade de mercado e geração de melhoria de vida.

Na economia é mais favorável a abertura de empresa por oportunidade, entretanto, não se pode deixar de lado os empreendimentos abertos por necessidade, pela força das circunstâncias, tornem-se empreendimentos de sucesso de contribuam para o fortalecimento da economia.

Um dos fenômenos que também acontece é quando os ambientes onde ocorre um grande volume de investimento, transformando a economia local. A maioria das pessoas que empreenderam por necessidade, começam a migrar, isto é, começam a fechar seus negócios ou o repassam! Diante do simples fato de estarem com um negócio só por falta de emprego!

Outras pessoas, intensificam seus negócios e renovam toda sua forca de venda para atender o mercado que está aquecido e para lidar com novos concorrentes que são atraídos por esse cenário.

Então será que a quantidade de empresas que fecharam em Pernambuco nesses últimos dois anos, desmascararam a motivação de empreender por necessidade?

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Sobrevivência das empresas x cenário de oportunidades


Diante dos dados apresentados pelo Sebrae da pesquisa sobre a sobrevivência das empresas, mostra que o estado de Pernambuco foi o que obteve o pior índice da sobrevivência das empresas durante os dois últimos anos.

Essa informação parece se contraditória quando olhamos para todos os investimentos que o estado está vivenciando. Podemos até se dizer que Pernambuco encontra-se em um verdadeiro canteiro de obras e não parando de entrar grandes investimentos.

Esse contexto nos leva a hipótese de viver em um mar de oportunidades não significa sucesso absoluto!

Este artigo dá início a uma séria de análise sobre a realidade do processo de empreender e a gestão das pequenas empresas.

Inicialmente, gostaria de resgatar uma pesquisa feita em 2002 que tem como título Cara Brasileira: a brasilidade nos negócios – um caminho para o “made in Brazil”. Essa pesquisa relata vários aspectos da cultura brasileira e evidencia a cultura da gestão dos pequenos negócios, indicando os pontos fortes e fracos.

Os pontos fortes, literalmente contribui para  uma grande capacidade que temos de gerar um diferencial competitivo, sabendo explorar profissionalmente.

Os pontos fortes são:

  • diversidade racial e cultural
  • alegria e otimismo
  • ênfase nos relacionamentos pessoais
  • hospitalidade
  • criatividade
  • cordialidade

A abertura para diversidade contribui enormemente para sermos um país acolhedor, consequentemente cordial e hospitaleiro. A criatividade potencializa a nossa capacidade de promover um diferencial competitivo e a capacidade de apresentarmos alternativas inusitadas para os negócios, além de um tratamento personalizado na abordagem comercial das empresas.

Entretanto, é observado alguns aspectos negativos, além de criar uma imagem negativa para o mundo e entre nós brasileiros.

Esses aspectos negativos são:

  • idéia que todos querem tirar vantagem
  • desprezo pela técnica
  • falta descompromisso com acordos firmados
  • desonestidade em nome da família e dos amigos

Os itens citados acima prejudica as relações comerciais entre as empresas, gerando resistência na relação de confiança em fechar negócios e parcerias, além de reforçar um processo burocrático em nome da segurança dos acordos firmados.

Um ponto que gostaria de destacar é o desprezo pela técnica que podemos traduzir pela desvalorização do profissionalismo e conhecimento técnico necessário para gerenciar uma empresa.

Muitas pessoas abrem empresas e não sabem ao menos o preço de custo real de seus produtos e serviços que irão comercializar, não possuem domínio dos indicadores de resultados da sua empresa. Resumem-se em verificar se tem ou não dinheiro para pagar as contas e se há sobras para o seu próprio usufruto.

Como as empresas poderão ser competitivas e sobreviverem com essa mentalidade?

Por mais que se apresente dicas e orientações, mas se não se muda a forma de pensar das pessoas que querem empreender, como se pode mudar esse resultado do índice de sobrevivência das empresas no Brasil…

Ainda há uma luz no fim do túnel, basta refletir , mudar o comportamento e começar buscar a administrar profissionalmente as empresas!

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Em que momento devo abrir minha empresa?


Essa pergunta poderá nos levar a vários caminhos: pessoal, financeiro, mercadológico e tantos outros.

Quanto o aspecto pessoal, você deverá refletir o que está lhe motivando abrir uma empresa e se está disposto a enfrentar desafios, além de sua capacidade de perserverar.

Financeiramente, é importante simular a viabilidade, a necessidade de capital de giro, capacidade de gerar o prolabore desejado.

A grande questão está no aspecto mercadológico, pois não terá sentido os demais aspectos se a empresa não houver capacidade de criar uma relação com os clientes. Essa relação deverá estimular os potenciais clientes de consumir os produtos e serviços da sua empresa. Gerar experiências…

Para isso, faz necessário estudar e conhecer o perfil dos potenciais clientes, do mercado e o período do ano em que se mais seu produto e serviços são consumidos. Essas informações poderá contribuir para definer e planejar o melhor período de abrir a empresa.

Essa escolha irá contribuir a ampliar ou reduzir a necessidade de capital de giro para viabilizar a empresa, além de facilitar a capacidade de captar uma cateira de clientes que irá dar vida a empresa.

Diante disso reflita:

  •  O que motiva as pessoas consumirem seus produto e serviços?
  • Qual o perfil dos potenciais clientes: idade, genero, estilo de vida, ambiente social que mais frequenta, renda, se estão presentes nas comunidades das mídias sociais?
  • Qual o período do ano, mês, semana que mais consomem esse tipo de produto e serviço?
  • Qual a quantidade e a periodicidade de consumo?
  • Quais os meios de comunicação e mídia digital mais utilizada?
  • Quais os potenciais produtos e serviços substitutos que concorrerão?
  • Qual a capacidade de compra os clientes precisarão ter?
  • O que faz os potenciais clientes escolher uma empresa da outra para se relacionar?

Essas reflexões ajudará a identificar a janela de oportunidade mais propícia para de lançar sua empresa no mercado.

Respire fundo e não deixe ser levado pela ansiedade e escolha o tempo certo!

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Heterogeneidade para sobreviver…


As empresas desse século precisam ter uma equipe heterogenia com diversas percepções que venham agregar a empresa, gerenciando suas rotinas e propondo melhorias criativas. Para isso o empresário e ou o gerente desse empreendimento precisa ter abertura para o novo.

 Diante desse contexto, como ficam os proprietários dos pequenos negócios que vivem com sua verdade absoluta? Muitos aprisionados com suas verdades… É delicado…. A empresa de sucesso precisa está em constante evolução e inovar suas práticas, não se esquecendo de escutar o cliente. Não é só fazer reformas, informatizar, trocas móveis e equipamentos; e sim, renovar sua abordagem de atendimento, antecipando os novos anseios dos seus clientes e toda nova suposta estrutura possa dar lastro para tal. E nada melhor que os funcionários que estão diariamente convivendo com os clientes para responder isso.

Pense e reflita como está sua abertura para o “novo”?

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Empresa familiar e seus sucessores


No processo de sucessão, acontecem muitas situações, e uma delas é sequência ou a mudança dos valores e visão empresarial entre as gerações. Muitas vezes, o sucesso do fundador da empresa está na sua capacidade visionaria e princípios empresariais. Essas duas variáveis vão influenciando toda a tomada de decisão que o leva para o sucesso e/ou o fracasso empresarial.

O detalhe ou o engraçado é quando a empresa é bem sucedida e consegue superar os desafios no decorrer do tampo. Enquanto a próxima geração que vem suceder, não dá continuidade a visão de futuro traçada pelo fundador e principalmente aos seus princípios. A visão de futuro pode até ter necessidade de ser renovada, mas na sociedade os princípios e valores não mudam, mas cultivam a credibilidade e o relacionamento com os clientes e com todos os funcionários que contribuem para história daquela empresa.

Diante disso, os novos sucessores, quando não seguem entender os princípios e valores empresariais instalados, plantam a semente do fracasso da empresa e mancham a imagem corporativa. O que se deve refletir que o processo de sucessão, não é o processo de transição da juventude que nega e se rebela com os referenciais paternos. E sim, a empresa é um ser vivo que tem o espírito e  o pensar do fundador instalado, além de se fazer necessário compreender que para se realizar qualquer intervenção e assumir o comando deve-se compreender primeiro a realidade da empresa.

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Já estamos em 2010


Todos nós fazemos promessas e definimos metas de realizações para os anos que estão por vir….

Hoje, eu peço que antes de prometer e definir metas, que faça reflexões sobre as verdadeiras causas de seus erros e quais suas competências (=habilidades, conhecimento e atitude) que poderá contribuir para alcançar suas realizações e não repetir os erros do passado…  A partir disso, faça seu planejamento, defina prazo e metas de suas conquistas!

Que todos possam escrever aqui suas conquistas em 2010 e os anos que estão por vir!

Gostaria de vibrar e me alegrar com todos os sonhos realizados em seus empreendimentos!

Feliz 2010!

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Força de vontade e os desafios de empreender


Sonhar e força de vontade não tem cor, raça, idade, renda, limitações, nível educacional e outros aspectos que as pessoas assumem como justitificativas para enfrentar seus desafios! De acordo com sua história de vida, você desenvolve habilidades diferenciadas que são impulsionadas pelo sonho e pela força de vontade de superar os desafios e fazer acontecer seu empreendimento!

Pode-se ler várias histórias e tomá-las como lição de vida, renovando sua motivação para empreender. Veja mais no artigo “Vivendo e empreendendo” http://www.diariodepernambuco.com.br/economia/especiais/empreendedorismo/popup.html.

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Dono de um negócio x Ser empreendedor


Temos muitos donos de negócios. Mas, será que todos são empreendedores? Será que todos os empresários pensam em crescer?

Gostaria de compartilhar essas reflexões com vocês… E também quero escutar sua opinião a respeito disso!

Eu verifiquei que existe diferença entre ser dono de negócio e ser empreendedor,  a partir de algumas leituras e diálogos com empresários e pessoas que pretendem abrir um negócio!

Os pesquisadores Liles, Stevenson  e Gumpert  indicam que um empresário é empreendedor quando possui capacidade de identificar oportunidades e elaborar estratégias aliada à sua visão de futuro. Sabe otimizar recursos e transforma com criatividade.

Fillion, já fala que o empreendedor é guiado pelo seu sonho e, que tem como fronteira, o conceito de si. Fronteira essa que se torna pequena ou grande, de acordo como as pessoas se veem e sonham.

É aí que alguns empresários estão satisfeitos pela situação em que se encontram, mesmo que outras pessoas visualizem que aquele empresário, e seu respectivo empreendimento, poderia ir muito, mas além…. Essa situação tem a ver com o sonho e o conceito sobre si.

Analisando pela ótica da própria dinâmica empresarial em que se encontra o empreendimento, a situação de estagnação e de acomodação do empresário poderá não ser saudável.

Quero dizer que, se o empresário se vê sempre pequeno e nunca pretende crescer, não poderá ficar na inércia, acreditando que tudo está bom e não precisa fazer mais nada pela empresa. O detalhe não é ser pequeno ou grande empreendimento, é o dinamismo do empresário de atualizar e seguir  tendências de mercado, quanto ao seu tipo de negócio, para que possa ser sustentável e competitivo!