Gestão empresarial, Inovação, Modelo de negócio, Planejamento, Plano de negócio

Modelo de negócio – análise do ambiente de negócio


Continuando nossa reflexão, conforme o artigo anterior  sobre avaliar uma oportunidade de negócio e especificamente, avaliar estrategicamente um modelo de negócio.

Pode-se fazer uso de quatro áreas estratégicas. A primeira, será explorada neste artigo: Ambiente de Negócio.

O ambiente de negócio poderá ser analisado através de 04 perspectivas: tendências principais, força do mercado, força da indústria e força macroeconômicas.

Conforme a figura a seguir, cada perspectiva influenciará os itens do modelo de negócio.

A seguir será detalhado da perspectiva:

A força do mercado norteará a validação do seu conhecimento do segmento de cliente que você pretende atuar, além de possibilitar de elaborar estratégias mais consistente para atender os principais clientes da potencial empresa.

A análise do ambiente a partir da força do mercado é através de 05 pontos: fatores de mercado, custo de mudança, atratividade de receita, necessidade de demandas e segmentos de mercado.

A partir desses pontos se faz as seguintes reflexões:

Fatores de mercado:

  • O que afeta esse mercado?
  • Qual a tendência desse mercado?
  • Qual o time de mudança desse mercado?

Segmentos de Mercado:

  • Quais os segmentos que estão em crescimento e declinando?
  • Qual o principal segmento?
  • Qual o segmento que está sendo mau atendido?

Necessidades e demandas:

  • Qual a real necessidade os clientes?
  • Onde se encontra as maiores insatisfações?
  • Qual a real demanda do mercado que se pretende atuar?
  • Onde está saturado e onde está em crescimento?

Custo de Mudança:

  • Existe custo para os clientes deixarem de consumir na concorrência e se tornar seus clientes?
  • Existem muitas ofertas similares?
  • Qual o peso da marca na escolha do cliente?

Atratividade de receita:

  • Quanto os clientes estão dispostos a pagar?
  • Existe a possibilidade dos clientes comprarem mais barato do que sua oferta?
  • No mix de produto e serviço, quais itens possuem maior e menor margem de ganho financeiro?

A perspectiva de análise da força da indústria será avaliado a capacidade competitiva da empresa. Os pontos para essa avaliação estão fundamentados nas cinco forças de Potter, como é popularmente conhecido. As reflexões deverão ser feitas a partir dos seguintes pontos: público de interesse, fornecedores, produtos substitutos, concorrentes, fornecedores e novos entrantes.

Concorrentes:

  • Quem são?
  • Quais as vantagens e desvantagens?
  • Como exercem influência junto aos clientes?
  • Qual sua estrutura operacional, financeira e receita?
  • Qual a margem de lucro trabalhada?

Novos entrantes:

  • Quais as facilidades e dificuldades se surgir um empreendimento similar?
  • Quais as possibilidades de abordagem de atuar no mercado?
  • Quais os nichos de mercado que poderão potencialmente ser trabalhado?

Produtos substitutos:

  • Qual a facilidade dos clientes mudarem para o produto substituto?
  • Qual o modelo de negócio convencional que o produto substituto originou?
  • Qual a diferença de preço entre um produto substituto e o que você trabalha?

Fornecedores:

  • Quais os principais fornecedores?
  • Qual o peso de influência dos forncedores sobre a cadeia de valores desse modelo de negócio que se está avaliando?
  • Qual o peso financeiro e sua lucratividade?

Público de interesse:

  • Qual a capacidade de influência e poder de barganha dos principais atores desse modelo de negócio? Tais como: governo, sócios, clientes, funcionários, lobistas, etc.

A perspectiva “Tendências principais” vem contribuir para análise e a possibilidade de se construir estratégias contemplando as tendências. Lembre-se que todas as empresas estão sempre em constante transformação. Os principais pontos para reflexão de tendências são: socioconômicas, tecnológicas, regulatórias, sociais e culturais, conforme a figura a seguir.

Tendências tecnológicas:

  • Quais as ameaças e oportunidades que poderão surgir?
  • O que se vem sendo desenvolvido fora do mercado que se vem atuar?
  • Quais as principais tendências que se estão surgindo?

Tendências regulatórias:

  • Quais os regulamentos e impostos que tendem influenciar no consumo?
  • Quais as legislações e ou regulamentações que poderão ter impacto no seu modelo de negócio?
  • Quais os aspectos restritivos ou de abertura de mercado que poderão quanto as mudanças da legislação virgente?

Tendências culturais e sociais:

  • Quais as mudanças culturais e valores sociais que estão em processo de mudança que terá impacto no modelo de negócio?
  • Qual o comportamento das novas gerações de consumidores?
  • O que poderá afetar o comportamento de consumidor?

Socioeconômicas:

  • Qual a distribuição demográfica da populacão?
  • Qual a tendência da mobilidade das classes sociais e do seu potencial de compra?
  • Qual a estrutura e a distribuição do orçamento familiar dos potenciais clientes?
  • Qual a qualidade de vida e as necessidades emergentes da sociedade?

A perspectiva Força Macro-econômicas vem apresentar o retrato da dinâmica econômica e pública que você não possui controle, mas precisará conhecer, acompanhar e tomar constantes medidas para minimizar seu impacto no seu negócio. Na fase de avaliação estratégica de análise do modelo de negócio, os pontos a seguir irão contribuir para viabilidade do contexto local e a influência global.

A seguir será detalhado algumas reflexões dos seguintes pontos: Situação do mercado global, mercado de capitais, commodities e infraestrutura econômica.

Situação do mercado global:

  • Qual a previsão do PIB – produto interno bruto?
  • O cenário econômico local e global: está em franco crescimento ou em recessão?
  • Como o cenário global poderá afetar no seu modelo de negócio?

Mercado de capitais:

  • Qual a facilidade ou não de se captar recurso financeiro?
  • Existem políticas de insentivo e capital de risco para seu modelo de negócio?
  • Qual o custo de utilizar os recursos de terceiros para o processo de implantação do seu modelo de negócio?

Commodities:

  • Seu modelo de negócio vai atuar em um produto que se caracteriza como uma commodities?
  • Quais as commodities que terão influência no seu custo operacional e ou no seu preço final?

Infraestrutura econômica:

  • No ambiente que se pretende implantar o negócio, como se encontra a infra-estrutura: educação, saúde, transporte, comércio, fornecedores, etc?
  • Qual a infraestrutura pública que possui grande influência para viabilizar seu negócio?

Toda essa trilha traçada contribui para avaliar estrategicamente o ambiente de negócio que  se encontra. Para cada  modelo de negócio deverá ser  observado as questões atuais e a possível periodicidade de mudança, uma vez que vivemos em um ambiente em constante transformação. E dependendo do modelo de negócio a dinâmica de transformação é bastante intensa.

Fonte: Osterwalder(2010)

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Mercado, Modelo de negócio, Oportunidade de negócio, Planejamento

Modelo de negócio: estruture sua oportunidade de negócio


Só para lembrar onde tudo começa, é na estruturação do modelo de negócio. Se você tem já uma oportunidade de negócio definida, comece a esboçar sua idéia. Para isso, utilize as informações deste quadro:

  1. Perfil de clientes: quem será seu cliente? Qual a capacidade de pagamento? O que eles mais gostam? O que eles mais reclamam?
  2. Valor agregado: qual o diferencial que será proporcionado, para que os clientes escolham sua empresa? Exemplo: design, processo de atendimento, novas tecnologias, novas abordagens de atendimento etc.
  3. Relacionamento: Qual abordagem de relacionamento com os clientes que serão desenvolvidas? Isso é fundamental para que os clientes possam ter uma primeira experiência com a empresa, de forma inusitada e que perdure essa relação.
  4. Canais de comercialização: os acessos que os clientes terão para concretizar a comercialização. Terá ponto de venda? Televendas? Comércio eletrônico? Entrega em domicílio?
  5. Principais parceiros: identificar as principais empresas que poderão contribuir para sua empresa funcionar.
  6. Principais atividades: quais as atividades que irão proporcionar a motivação, com a finalidade de criar laços de relacionamento com os clientes.
  7. Principais recursos: qual a infraestrutura necessária para a empresa funcionar? Custo operacional: qual o custo mínimo que a empresa necessita para funcionar? Aluguel? Telefone? Internet? Material de expediente? Serviços contábeis? Outros.
  8. Fluxo de receita: Qual a projeção de venda? Ocorrerá venda a vista ou a prazo? Quais os prazos estabelecidos? Quais os meios de pagamento a prazo?

A partir do modelo de negócio construído, você irá realizar algumas analises estratégicas, conforme a indicação do artigo anterior e uma das primeiras análises você conhecerá nos próximos artigos.

Fonte: Osterwalder(2010)

conceito de si, Empreendedor, Modelo de negócio

Grandes oportunidades, muitos caminhos para o sucesso


“Não há um Modelo de Negócios único… na verdade, o que há são muitas oportunidade e muitas opções, precisamos apenas descobrir todas elas.” 

(Tim O’Reilly, CEO, O’Reilly)

 Ao se construir um modelo de negócios cada empreendedor é influenciado com sua visão de futuro e de si. Essa influencia tende a modelar a abordagem de cada empreendimento concebido. Quando olhamos para os negócios já presente no mercado reforça essa constatação, uma vez que cada empreendimento possui uma abordagem, atendimento, mix de produto, relacionamento com cliente, cultura organizacional diferente um do outro, formando sua própria marca no mercado.

Quando se quer desenvolver um negócio altamente diferenciado, faz necessário simular, criando cenários de negócios para que se possa escolher qual será mais viável financeiramente e interessante diante das tendências de mercado.

Para contribuir para essa análise, Osterwalder procurou definer algumas abordagens para analisar os modelos de negócios. As abordagens são:

  • Ambiente de modelo de negócios
  • Avaliando modelo de negócios
  • A Estratégia do Oceano Azul sob a ótica do modelo de negócios
  • Gerenciando múltiplos modelos de negócios

Cada abordagem dessa você irá refletir junto comigo nos próximos artigos!

Comportamento do consumidor, comportamento empreendedor, Mercado, Modelo de negócio

Por que é importante conhecer os potenciais clientes que se pretende trabalhar?


Para cada grupo de perfil de cliente poderá representar uma abordagem diferente na comercialização, tendo em vista que:

• As suas necessidades exigem e justificam uma oferta distinta de apresentar e comercializar os produtos e serviços.

• Eles são alcançados através de diferentes canais de distribuição, desde da venda direto da indústria ao marketing direto. É claro que existe situações que se pode escolher o canal de distribuição por uma questão estratégica.

• Eles exigem tipos de relacionamentos diferentes, a abordagem de comercialização e de construção de relacionamento precisa corresponder com as necessidades e expectativas de cada grupo de clientes.

• Eles têm rentabilidades substancialmente diferente, de acordo com o perfil e abordagem de comercialização poderá diferencia os ganhos financeiros ou simplesmente, se ter mais trabalho operacional com os mesmos ganhos, entretanto, reduzindo riscos financeiros.

• Eles estão dispostos a pagar por aspectos diferentes da oferta. Existe clientes que deseja comprar mais do que o produto em si, mas os serviços que estão agregados. Dessa forma, precisa-se entender o que é mais importante para o cliente: o serviço ou o produto, pois dessa forma se poderá definer melhor o preço que se irá apresentar para os clientes.

Essas questões são importantes ser compreendidas pois tendo essa definição se poderá definer todo o modelo de negócio que se pretender empreender.

 

Fonte: Osterwalder(2010)

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O dinamismo de uma startup


Toda empresa que está iniciando suas operações no mercado vivencia um grande momento de instabilidade. Essa fase vai depender essencialmente da visão empresarial e habilidades do empreendedor. Se esse empresário possui uma visão clara do futuro da sua empresa, metas e objetivos definidos e com preparo gerencial, saberá lidar com esse período de instabilidade de forma positiva e menos danosa para o capital investido.

Será um equívoco do empresário se ele achar que a modelagem da empresa que instalou continuará igualzinha no decorrer do tempo.

Pode-se observar no desenho abaixo a síntese dos aspectos da empresa que precisará dinamizar para haver a melhoria continua e sucesso no mercado.

Toda empresa no início de suas operações possui um mix de produtos e serviços e uma estratégia que definirá sua abordagem de relacionamento com os clientes, tudo isso embasado na visão da empresarial.

Já falava Fillion que a empresa é resultado do sonho e do conceito de si que o empreendedor tem internalizado. O sonho  tende a modelar onde o empresário quer chegar e o conceito de si, sua forma de enxergar o mundo,além de sua própria capacidade de realizar conquistas. Tudo isso resultará na visão  empresarial que permite o empreendedor ter um foco claro de seus objetivos pessoais e empresariais.

A estratégia será como o empresário irá colocar em prática suas ações e abordagem de relacionamento com o cliente. Nesse aspecto que precisa estar presente a criatividade, a flexibilidade, a capacidade gerencial de lidar com recursos escassos, pois muitas empresas no momento de instabilidade precisará realizer ajustes ou até mesmo transformação de suas estratégias para que possa consolidadar a empresa no mercado.

A maior ou menor necessidade de mudanças dos produtos/serviços está proporcional ao conhecimento do empresário tem para com os clientes e o mercado que se quer trabalhar. Agora a necessidade de otimização será constante, e dependerá da capacidade de identificar oportunidades de negócio, gerenciar recursos e ativos da empresa e mais do que nunca conhecer o comportamento do consumidor.

Todo empreendedor é essencial construir seu modelo e plano de negócio, mas também ter a consciência desse processo dinâmico que a empresa vivenciará. Dessa forma os instrumentos de planejamento terá sentido e será retroalimentado para construir a base para firmar a empresa no mercado e ter seu sucesso com menos disperdício financeiro e material.

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Modelos de negócios para consumo colaborativo.


Como já foi falado no artigo o que é consumo colaborativo?  Existe três propostas de negócios que promovem o consumo colaborativo:

  • Sistemas de serviços de produtos – SSP
  • Estilo de vida colaborativo
  • Mercados de redistribuição

Essas abordagens vem resgastar de forma contemporanea a mentalidade da poupança e reutilização que foi fortemente combatida pós-guerra para que todos adotassem a cultura do hábito do descarte, gastar dinheiro com “coisas novas”, além de acumular coisas em casa ou em depósitos alugados. Coisas ou objetos esses que você só utilizou uma vez ou de vez em quando.

Diante disso surge uma tomada de consciência da forma de consumir e promovendo novos comportamentos e demandas no mercado, como Jeff Boudier da Zilok falou em seu depoimento no youtube: “Com os recursos limitados que temos na Terra, o próximo passo para a conservação é, em vez de apenas comprar coisas, compartilhá-las”.

Seguir segue alguns exemplos dos modelos de negócios:

Estilo de vida colaborativo

É a própria promoção do estilo de vida colaborativo e financeiramente inteligente, elaborando negócios que viabilize a logística e plataformas na web com o objetivo de saber consumir e não se ter simplesmente a propriedade. Atenção – não confundir com caridade ou limitação de renda pessoal.  A seguir alguns negócios já consolidados internacionalmente:

Sistemas de serviços de produtos –SSP

Articulado entre pessoa juridical e pessoa física ou em pares, isto é, entre pessoas físicas, havendo regras e remuneração nas transações.Temos como exemplo:

Mercados de redistribuição

Esse modelo é baseado em troca livre por uma moeda simbólica de valoração ou vendidos simplesmente, permitindo a reutilização dos produtos, tais como:

Todas esses negócios estão revolucionando o mundo e a forma de pensar das pessoas, ao mesmo tempo é um potencial mercado que pertuba setores tradicionais centrados na propriedade exclusiva. Esse empreendimentos terão que rever para uma visão da maximazação do uso, eficiência ambiental e de negócios, além da inclusão da prestação de serviços.

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O que é consumo colaborativo?


O consumo colaborativo trás uma oportunidade de negócio com baixo investimento e uma mentalidade de um consumo consciente para si e para quem usufruem desses negócios.

Este artigo dará o início de vários artigos para explorar o máximo sobre a temática.

O consumo colaborativo permite que as pessoas percebam a possibilidade de economizarem seus recursos pessoais, façam novos amigos e se tornem cidadãos ativos. As pessoas que adotam esse tipo de consume promovem um novo comportamento em detrimento do hiperconsumo.

O hiperconsumo promove a persuasão de se consumir muito a partir das situações de se poder comprar agora e pagar depois, da redução do ciclos de vida dos produtos, tornandos-os obsoletos e indesejáveis rapidamente, além de atender transmitir o desejo de consumir promovendo auto-satisfação e inclusão social.

Diante desse contexto muitas pessoas estão buscando dá sentido aos seus bens e propriedades que estão ociosos ou querem otimizá-los, gerando renda.

As propostas de negócios que promovem o consumo colaborativo são:

  • Sistemas de serviços de produtos.
  • Mercados de redistribuição.
  • Estilo de vida colaborativo.

Essa abordagem de negócio vem crescendo e ganhando maturidade, mas só funciona se quem pretende empreender e os potenciais consumidores comungarem dos meus princípios, tais como:

  • Ter senso crítico quanto ao consumo, aspectos socioambientais e econômicos.
  • Ter capacidade ociosa.
  • Acreditar no bem comum.
  • Capacidade de confiar nas pessoas.

No mundo todo tem possoas usufruindo desse resultado e propaganda uma verdadeira rede colaborativa, troca de recursos e renda.

Fonte: Botsman e Robers (2011)

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Você quer empreender no setor 2,5?


Se você pensa em empreender no setor 2,5 é interessante você observer algumas premissas: desejo, praticidade e viabiliade.

Segundo o Human-Centered Design (Design Centrado no Ser Humano), orienta que o ponto de partida é estudar o desejo das pessoas que se pretende influenciar e transformar suas vidas.

Identificar seus desejos e comportamento de como elas lidam com as coisas almejadas. Precisa-se realizar pesquisas de campo, mesmo que você tenha toda uma experiência ou estudado bastante a respeito.

O resultado da pesquisa contribuirá para validar a idéia, além de surgir informações que se possa desenvolver uma abordagem que venha ter maior aderência para o público pesquisado. Ao definir as idéias de negócios e sua abordagem, evolua para a segunda etapa da validação dessa oportunidade de negócio:

  • proposta operacional da abordagem e
  • análise da viabilidade econômica e financeira.

Relembrando, a abordagem do setor 2,5, o empreendimento precisa gerar impacto na base da pirâmide, viável operacionalmente e financeiramente.

Mais detalhes desse processo você poderá ler no manual da HCD.

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Sua empresa tem foco?


Existe empresas que estão sem foco de mercado porque seus produtos e serviços possuem diversas finalidades e ou diferentes perfis de clientes. Diante dessa situação, faz-se necessário avaliar todas as possibilidades e depois traçar prioridades. Utilize a tabela abaixo e descreva cada produto e ou serviço a partir da indicação de cada coluna.

 

Produto

Finalidade

Motivação de compra

Perfil de cliente

Oportunidade de venda

Dinâmina financeira

Rede de contato

Prod A Decoração Proporcionar beleza e bem estar

 

Gerar status

Classe A

 

Conhecedor da qualidade

Colecionador

Exposições

 

Indicação de arquitetos

 

 

Poucas vendas

 

Margem alta

 

Produzir por encomenda

Sr XXX

SraYYYY

Prod A Decoração Proporcionar beleza e bem estar

 

Classe B

Bom gosto

Varejo

 

Indicação de amigos

 

Merchandising

Muitas vendas

 

Margem intermediária

 

Produzir em escala

Não conhece varegistas
Prod B Terapeutica Reduzir estresse

 

Restaurar capacidade motora

 

Classe A e B

 

Empático com terapia alternativa

 

Varejo especializado para esses tipos de produtos

 

Vendas e margem intermediária

 

 

 

Conhece potenciais clientes

 

Não conhece potencias vendedores

             

Cada coluna precisa corresponder com a descrição de cada produto citado.

Detalhe:

  1. Descreva cada produto ou serviço
  2. Explane qual a finalidade de uso ou consumo
  3. Qual a motivação de compra? O que leva as pessoas comprarem aquele produto ou serviço?
  4. Qual o perfil de cliente? Qual estilo de vida? Renda? Localização geográfica?
  5. Quais as possibilidades de comercialização? Como conectar os clientes com os produtos? Quais os canais de comercialização?
  6. Qual a dinâmica exigida para a empresa? Qual o ritmo de produção? Qual a projeção financeira? Qual a necessidade de capital de giro?
  7. Quais os potenciais contatos que conheço para viabilizar o processo de comercialização?

A partir dessa descrição, deve-se analisar a realidade atual da empresa, a situação financeira, capacidade de investimento e a visão de longo prazo da empresa.

Priorize e detalhe sua abordagem estratégica e canalize seu tempo e ações!

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Lançamento de um empresa nas redes sociais


Fazer o lançamento de uma empresa nas redes sociais, não é só fazer o registro de um login, mas precisa ser profissionalizada para que haja repercussão e gere efetividade.

Lembrando que esse processo precisa ser planejado, como já foi citado nos artigos anteriores. Para ajudar a rever os passos desse planejamento, veja  os seguintes links:

Introdução,  Passos 1 a 3Passos 4 a 6, Passos 7 a 9 , Passo 10.1, Passo 10.2.

E no final e ao mesmo tempo o início de sua grande jornada nas redes sociais, a seguir você terá a explanação dos passos 11 a 13.

 11. Definir o visual da marca e imagem que será utilizada.

Em primeiro lugar, precisa existir coerência com a cultura organizacional e com seus clientes. Tomando essa idéia como ponto de partida, deve-se dar leveza a imagem da empresa nas redes sociais. Eu comparo a marca com nosso comportamento e nossa forma de se vestir para eventos formais e informais. Dessa forma, o comportamento da empresa nas redes sociais seria seu comportamento nos eventos informais que lhe pede um se vestir mais despojado ou casual, além de um comportamento e conversa mais descontraída e informal.

Algumas empresas, às vezes, criam um avatar ou mascote para representar um perfil que venha interegir com os clientes. Outras, elegem alguns colaboradores  ou uma área responsável para representar a empresa nessa interação, como por exemplo, o presidente da empresa, consultores de atendimento, SAC – serviço de atendimento a cliente, assessoria de imprensa, entre outros.

12. Realizar o testes de usabilidade.

É necessário realizar teste de todas as ferramentas que serão utilizadas. Além de não esquecer que o design precisa ser adatável para as diversas tecnologias utilizadas pelos potenciais clientes, como por exemplo, ser acessível em tablet, telefones celulares, netbooks, computadores. Além de poder ser usado o conteúdo nos diversos navegadores e sistemas operacionais.

Tudo isso porque a empresa poderá inserir no seu perfil corporativo conteúdo institucional, informativos, videos, games, enquetes, espaço colaborativo, tira dúvidas, orientações e curiosidades sobre o consumo dos produtos/serviços, links de promoções e ou ações que promovam dinamismo, experiência, emoção, isto é, um espaço interativo com o cliente.

 13. Lançar a empresa nas mídias digitais.

O interessante é elaborar um cronograma de eventos que possam promover o engajamento dos clientes.

Usar bastante a criatividade  para saber utilizar os mais variados canais tradicionais e digitais, mas que todos possam convergir ao acesso a plataforma de redes sociais que os clientes mais se identifiquem, como por exemplo, fun page, foursquare, blogs, twitter, youtube, vimeo, videolog, flickr, picasa, etc.

Tem empresa que começa com uma ação promocional em um espaço público, outras utilizando as mídias convencionais (rádio, tv, revista, jornal), além de divulgar nas próprias redes sociais com video viral, cupons de descontos, entrega de brindes, sorteios,etc.

A proposta precisa ser interessante e gerar uma experiência inusitada aos clientes!