Tecnologia pode favorecer um ambiente colaborativo e geração de negócios


Atualmente, quanto mais rápido e eficiente no saber se comunicar com sua equipe e parceiros, mais rápido você fazer acontecer os negócios.

Não dar mais para perder tempo com deslocamento para reuniões podendo ser realizado de forma efetiva a distância. A final para que existe a tecnologia que já entrou na sua vida e nos negócios sem bater na porta.

Aproveite e usufrua as ferramentas disponíveis no mercado. Muitas delas são gratuitas e outras possuem um pacote básico gratuito e outro avançado pago. Agora para começar agilizar sua agenda e não perder o trabalho colaborativo, comece utilizando os pacotes gratuitos para alavancar suas atividades.

A seguir segue vários links para permitir atividades de colaboração e conferência:

Não perca de vista seus objetivos de cada reunião e seus respectivos resultados. Dessa forma você saberá o momento certo de utilizar a tecnologia a seu favor ou realizar reuniões tradicionais com todos os colaboradores de sua empresa e parceiros.
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Modelos de negócios para consumo colaborativo.


Como já foi falado no artigo o que é consumo colaborativo?  Existe três propostas de negócios que promovem o consumo colaborativo:

  • Sistemas de serviços de produtos – SSP
  • Estilo de vida colaborativo
  • Mercados de redistribuição

Essas abordagens vem resgastar de forma contemporanea a mentalidade da poupança e reutilização que foi fortemente combatida pós-guerra para que todos adotassem a cultura do hábito do descarte, gastar dinheiro com “coisas novas”, além de acumular coisas em casa ou em depósitos alugados. Coisas ou objetos esses que você só utilizou uma vez ou de vez em quando.

Diante disso surge uma tomada de consciência da forma de consumir e promovendo novos comportamentos e demandas no mercado, como Jeff Boudier da Zilok falou em seu depoimento no youtube: “Com os recursos limitados que temos na Terra, o próximo passo para a conservação é, em vez de apenas comprar coisas, compartilhá-las”.

Seguir segue alguns exemplos dos modelos de negócios:

Estilo de vida colaborativo

É a própria promoção do estilo de vida colaborativo e financeiramente inteligente, elaborando negócios que viabilize a logística e plataformas na web com o objetivo de saber consumir e não se ter simplesmente a propriedade. Atenção – não confundir com caridade ou limitação de renda pessoal.  A seguir alguns negócios já consolidados internacionalmente:

Sistemas de serviços de produtos –SSP

Articulado entre pessoa juridical e pessoa física ou em pares, isto é, entre pessoas físicas, havendo regras e remuneração nas transações.Temos como exemplo:

Mercados de redistribuição

Esse modelo é baseado em troca livre por uma moeda simbólica de valoração ou vendidos simplesmente, permitindo a reutilização dos produtos, tais como:

Todas esses negócios estão revolucionando o mundo e a forma de pensar das pessoas, ao mesmo tempo é um potencial mercado que pertuba setores tradicionais centrados na propriedade exclusiva. Esse empreendimentos terão que rever para uma visão da maximazação do uso, eficiência ambiental e de negócios, além da inclusão da prestação de serviços.

Você sabe o que é empresa 2 e meio?


Existem muitos modelos de negócios que atendem muito bem ao mercado de pessoas com alta e media renda, mas não são adequados para baixa renda!

A partir de alguns casos de sucesso na Índia, a Monitor Global e outras instituições começaram avaliar e identificar os modelos de negócios mais adequados para atender as pessoas baixa renda como consumidores e ou empreendimentos que poupe os recursos naturais e que venha promover a redução da miséria.

Esses estudos apresentaram os seguintes modelos que possuem maior aderência. Negócios que são capazes de servir ou incorporar a população da base da pirâmide de modo lucrativo e com escala.

Esses tipos de negócios estão sendo chamadas empresas e ou setor dois e meio. Para que se possa assumir essa denominação, precisa atender dois pré-requisitos:

  • Rentável ou sustentável estrategicamente, sem precisar de subsídios de terceiros de forma continuada.
  • Ter uma proposta clara e com a tomada de decisão de maximização do impacto social, isto é, promover a melhoria e atender a vida das pessoas de baixa renda de forma significativa.

Atualmente se pode visualizar 07 modelos de negócios que você poderá encontrar no mercado nacional e internacional ou com uma modelagem híbrida.

Os modelos que enfocam mais a possibilidade de ser rentáveis e de capacidade de tornar as pessoas de baixa renda consumidoras, são:

1. Pay-per-use – em que os consumidores pagam custos mais baixos para cada uso de uma instalação de propriedade do grupo, produto ou serviço.

 2. No-frills service (remoção de complementos não-essenciais em um produto ou serviço) – serviço que atenda às necessidades básicas dos pobres com preços atraentes, removendo complementos não essenciais. Há possibilidade de gerar fluxo de caixa positivo e os lucros atendendo em larga escala.

3. Paraskilling – reengenharia de serviços e processos complexos em um conjunto de tarefas simples desagregados padronizados que podem ser realizadas por trabalhadores sem qualificação especializada.

4. Shared Channels – canais partilhados, produtos e serviços através de otimização dos recursos ambientais nas cadeias de abastecimento existentes do cliente, permitindo assim que as pessoas de baixa renda paguem e tenham acesso a bens socialmente benéficos, tais como lanternas solares ou produtos com qualidade e insumos reciclados.

E modelos que possibilita a transformação das pessoas de baixa renda como produtores, fornecedores ou trabalhadores, são:

5. Contract Production – contratos com produtores de baixa renda para fornecerem determinados produtos e serviços.

6. Deep Procurement – compra direta nas comunidades carentes, retirando os canais de venda intermediários.

7. Demand-led training – identificar e promover treinamentos para espaços ocupacionais que ficam nas margens do setor formal e informal.

 Na perspectiva internacional, essas modelagens de negócios poderá ser uma das alternativas de crises econômicas, visualizando a base da pirâmide como ator econômico, viabilizando seu poder de escolha. Além de muitos negócios contarem a parceria governamental e de grandes empresas para que todos tenham ganhem socialmente e geração de lucro e renda.

Ambiente empresarial: decisão individual com repercussão coletiva


Nunca como nos dias atuais que uma ação individual há impacto coletivo. A sociedade vive um processo de mudança e de conscientização sobre o efeito colateral positivo e negativo das decisões empresariais. Existe vários movimentos promovidos por algumas instituições tais como Institutos Ethos, Akatu, Greenpace, Parceiros Voluntários, Voluntários online, Transparência Hacker, entre outros como que atuam em diversos ambientes da sociedade para fortalecer a consciência coletiva e sua responsabilidade.

Quando um indivíduo decide lucrar financeiramente sem respeitar a sociedade, uma região até mesmo a imagem de um pais; grandes estragos acontecem e todos perdem.  Na perspectiva empresarial, esses danos poderá prejudicar a imagem de uma empresa, de um setor econômico até uma região que se concentra várias empresas do mesmo segmento.

Diante do “leite derramado”, resta duas questões: diagnosticar as fontes que geraram os escândalos e agir!

No processo de diagnóstico, vários representantes da sociedade poderá contribuir.

  • O governo poderá contribuir em viabilizar as investigações e o uso de sua autoridade para tomar as devidas providências.
  • Os meios de comunicação assumi um papel valoroso de conscientizar, educar e apoiar na transparência social quanto a verdade e as ações corretivas que estão sendo tomadas.
  • Os empresários poderão disseminar as melhores práticas empresárias do seu segmento e contribuir com as instituições que venham promover a legalidade.
  • Os consumidores assumir o consumo consciente, tornando-se competente em analisar e divulgar como identificar um produto que respeite os aspectos legais.

Nas ações corretivas, os empresários deverão buscar a excelência empresarial para que possa blindar suas empresas e restaurar sua imagem perante o mercado consumidor. De acordo com os escândalos, as empresas que sofreram o efeito colateral, deverão buscar gerar transparência de suas ações, além de buscar certificações de origem dos insumos e qualidade do produto final. As principais instituições que contemplam diversos seguimentos são InmetroABNT, IBAMA, ANVISA e CPRH.  As demais instituições de referência poderão ser escolhidas de acordo com o segmento e a necessidade da abrangência da certificação no âmbito nacional e ou internacional.

Nas grandes turbulências, os empresários amadores são dizimados e os profissionais poderão se fortalecer para um comportamento empresarial que busque a excelência de forma responsável e consciente. A preservação do lucro das empresas do futuro está cada vez mais atrelado com a transparência, responsabilidade sócio-ambiental e a ética.

Caso você queira refletir sobre suas práticas empresariais, faça o teste sobre sua responsabilidade social no link sobre a 3a geração.

Prepare o treinamento dos funcionários para as redes sociais


Não perca o fio da meada, este artigo faz parte da continuidade o processo de planejamento implantação da empresa nas redes sociais. Você tem a seguinte sequência:  Introdução,  Passos 1 a 3Passos 4 a 6, Passo 7 a 9 e passo 10 é que composto por três artigos – este artigo, o publicado no Blog do Empreendedor e o próximo.

Ter um momento de capacitação para os funcionário é um passo fundamental para ter efetividade, antes da presença da sua empresa nas redes sociais.

Essa participação precisa ser feita de forma tranquila e coerente com a realidade da empresa, quanto ao perfil dos funcionários e os recursos a serem investidos.

No primeiro momento, faz-se necessário compreender os perfis de funcionários existentes na empresa. Essa ‘arquitetura organizacional’ dos perfis poderá ser agrupada da seguinte forma:

  •  Os nativos digitais: nasceram envolvidos nas mídias digitais, estão sempre presentes nas diversas plataformas e possuem facilidade de fazer uso de novidades, além de considerar tudo natural e familiar;
  • Os experientes tecnológicos: sentem-se confortáveis em manusear as plataformas sociais e digitais, mas se aproximam das novas plataformas com bastante cautela. Eles têm a tendência de se voltar para ferramentas que apoiem no gerenciamento de suas rotinas de trabalho e ou pessoal;
  • Os relutantes digitais: aqueles que já escutaram falar a respeito das redes sociais, no contexto do mundo digital, mas relutam em se inserir nesse meio ou explorar o espaco digital. Utilizam até celulares avançados tecnologicamente e consideram isso como suficiente.
  • Os avessos digitais: são pessoas que podem até ter escutado falar sobre as redes digitais, mas preferem utilizar os meios de comunicacão tradicional. Chegam a ter uma conta de email, mas raramente checam as mensagens recebidas;
  • Os iniciantes: esses, não utilizam as redes sociais por desconhecimento, tocam suas vidas e buscam soluções tradicionais. Não pensam e nem conseguem captar a realidade do mundo digital.

Mas, atenção! Esse ‘agrupamento’ não é para denegrir ou desclassificar os funcionários. Serve para compreender a realidade e definir o nível de treinamento que deve ser realizado. Não indica que todos terão que atuar ativamente nas redes sociais, mas precisam saber:

  • existência e tendência de mercado
  • sobre a estratégia que a empresa pretende utilizar nas plataformas de redes sociais
  • quais os tipos de suporte e informações que a equipe eleita pela empresa precisará para atuar ativamente nas redes sociais
  • quais os questionamentos mais frequentes e
  • outras questoes inerentes à estrategia da empresa.

É interessante, quando for possível, que esse treinamento seja feito fora da empresa ou por um profissional externo, para que os funcionários não se sintam inibidos ou coagidos nesse processo de aprendizado e experimentação. Claro, que a apresentação das estratégias deverá ser feita por membros da própria empresa.

Também faz parte desse processo, formar multiplicadores na empresa, para que constantemente possam gerar espaços de diálogo, tirar dúvidas e para o desenvolvimento de novos funcionários.

A capacitação precisa levar em consideração alguns aspectos:

  • Ter uma proposta clara da atuação da empresa nas redes sociais
  • Ter um programa de treinamento que promova uma rede colaborativa
  • Ter ciência dos diferentes níveis de adesão e aprendizagem dos funcionários. Logo, criar  um programa que possa facilitar o aprendizado.
  • Apresentar questões práticas, conceitos e cenários
  • Monitar o progresso dos funcionários
  • Ser flexível para promover adaptações e a efetividade do treinamento
  • Ter literatura e fontes de pesquisa, antes, durante e depois do treinamento
  • Orientações de como fazer uso, sem cometer garfes – aula de etiqueta.
Não deixe de ter uma equipe multidiciplinar na sua empresa para gerenciar todo o processo e promover a implantação e manutenção da empresa nas redes sociais.

Como levar os funcionários da sua empresa deixar de serem meros executores?


Tudo começa com o espaço proporcionado nas relações de trabalho, de poder e abertura para lidar com fracassos e sugestões inovadoras.

Já não mais existe espaço para uma relação controladora e com tomadas de decisões centralizadoras, pois, por mais controle que houver, existem formas criativas de burlar; e, se uma empresa pretende crescer, terá que aprender a descentralizar suas decisões e todo gerenciamento das atividades da empresa.

Observa-se que o aspecto atitudinal de um funcionário é determinante para uma boa atuação de forma autônoma e profissional no dia-a-dia da empresa. A atitude de uma pessoa é resultado das crenças, sentimentos e comportamentos. Com isso, é necessário fazer uma boa seleção de pessoal para os cargos e atividades certas.

Os empresários precisam começar a refletir sobre sua postura de gerenciar e atuar no que atualmente chamamos de liderança aberta. Esse tipo de liderança eleva o processo de relacionamento entre líderes e liderados de forma madura e autônoma, levando em consideração as atitudes responsáveis e comprometidas com suas funções e metas pré-estabelecidas.

Infelizmente, percebe-se que alguns donos de empresa não estão preparados para essa relação aberta e continuam infantilizando os funcionários na forma de gerenciar suas atividades, além de se sentirem incomodados quando algum funcionário não se submete a uma relação passiva e conivente a tudo.

Os empresários precisam dar abertura para sugestões críticas e questionamentos no intuito de repensar as rotinas atuais e traçar novas práticas. Quando existe um espaço para diálogo, os funcionários tendem a só seguir exclusivamente a linha de comando dado, mesmo sabendo que poderia existir uma solução melhor para tal atividade.

Esse contexto cria um ambiente desfavorável para a colaboração e o fomento de novas idéias. Os funcionários viram mortos-vivos dentro da empresa.

É necessário retomar o diálogo e a troca de conhecimentos entre todos, sem barreiras hierárquicas – só havendo o respeito e a intenção que todos podem contribuir para tornar o ambiente de trabalho e o atendimento aos clientes melhor.

É possível mudar a cultura organizacional de uma empresa?


Muitos empresários pensam em fazer mudanças radicais na empresa e contratam consultores para fazer acontecer essas mudanças. Tudo em nome da sobrevivência e sucesso empresarial… O detalhe que muitas vezes começa com a forma de pensar e agir do próprio empresário. Alguns aspectos precisam ser analisados antes dessa contratação. 

Leia mais esse meu artigo Cultura empresarial: como intervir?(http://blogs.diariodepernambuco.com.br/empreendedor/?p=136)

 

O perfil da nova geração: empreendedores, consumidores, profissionais, mas acima de tudo, conectados!


Essa nova geração vem quebrando alguns ‘rituais’ de comportamento consolidados no século XX e do início deste século. Com certeza, no meio para o final do século XXI teremos outra realidade de vida e de comportamento em nossa sociedade. Já podemos observar a usabilidade de várias tecnologias que faz parte de nosso dia a dia, e que essa nova geração faz uso de forma diferenciada, tais como:

  • Não esperam ver as notícias nas mídias tradicionais em seus respectivos horários oficiais. Buscam constantemente atualização através das notícias quentes pela internet, geralmente, utilizam algum gerenciador de notícias para receberem de imediato ou várias vezes por dia; 
  • Não esperam Grammy ser lançado, gostam de ver e escutar o que estão sendo mais demandados na internet através de podcast Youtube e outros; 
  • Tem assistido menos a TV do que a geração de seus pais. Preferem assistir pela internet ou, no máximo, canais segmentados em TV fechada, como por exemplo, documentários, vida animal, sport e outros; 
  • A forma de utilizar o celular é diferente de seus pais. Enquanto os pais conversam com parentes e amigos; seus filhos passam mensagens. Diante desse comportamento, já existe concurso para quem tem a habilidade de digitar mais rápido no teclado do telefone; 
  • Se perguntarem o que eles sentem mais falta em acesso tecnológico, falam que é o telefone, pois o aparelho virou co-piloto de suas vidas: despertador, acesso a notícias e às redes sociais, fazem compras, check-in nos aeroportos, assistem a filmes, GPS e outras funcionalidades; 
  • Considera o email bastante formal, sem falar que não sabem o que é postar uma carta nos correios. Eles preferem MSN, Twitter, G-talk, Skype, mensagens nas redes sociais e outras formas mais simples; 
  • No lugar de escutar músicas via rádio, preferem fazer download e selecionar suas preferencias nos seus mp4, IPod etc…. 
  • Estão dando o direcionamento do conteúdo e das tecnologias em uma teia de colaboração, realizando upload de conteúdo: vídeos, áudio, imagem, além de terem blogs e emitirem suas opiniões sobre produtos, serviços, filmes e outras questões que consideram relevantes.

Diante desse cenário, faz-se necessário gerar uma reflexão sobre quem tem conduzido as regras de negócios e o relacionamento com os seus respectivos consumidores, e da redefinição do perfil profissional para nas empresas. Uma vez que as mudanças estão acontecendo no cerne de nossa sociedade.

Fonte: Tapscott (2010).

Por Conceição Moraes

Heterogeneidade para sobreviver…


As empresas desse século precisam ter uma equipe heterogenia com diversas percepções que venham agregar a empresa, gerenciando suas rotinas e propondo melhorias criativas. Para isso o empresário e ou o gerente desse empreendimento precisa ter abertura para o novo.

 Diante desse contexto, como ficam os proprietários dos pequenos negócios que vivem com sua verdade absoluta? Muitos aprisionados com suas verdades… É delicado…. A empresa de sucesso precisa está em constante evolução e inovar suas práticas, não se esquecendo de escutar o cliente. Não é só fazer reformas, informatizar, trocas móveis e equipamentos; e sim, renovar sua abordagem de atendimento, antecipando os novos anseios dos seus clientes e toda nova suposta estrutura possa dar lastro para tal. E nada melhor que os funcionários que estão diariamente convivendo com os clientes para responder isso.

Pense e reflita como está sua abertura para o “novo”?

Como as pequenas empresas estão se preparando para lidar com as novas gerações de clientes?


Como Bob Dylan expressou: “Existe alguma coisa acontecendo aqui, mas não sei o quê?”

O comportamento do consumidor, o comportamento organizacional, em fim a sociedade está em processo de mudança. As novas gerações de consumidores gostam de inovação, querem ser co-autores das invenções e serem os seus promissores. Possui baixa tolerância a lentidão de processos e não conseguem viver sem tecnologia – a internet faz parte de suas vidas como para o lápis, a caneta, o telefone fixo, as cartas faziam parte na vida diária das antigas gerações. Começamos a ver notícias dessa mudança quando olhamos algumas estatísticas como por exemplo:

  • O crescimento de 10% do uso da internet no mês de julho de 2009, esse aumento representa 36,4 milhões de usuários (IBOPE Nielson).
  • Um jovem chamado Mark Zuckerberg, criador do facebook, que vale em torno de 10 bilhões de dólares.
  • A eleição de Obama com o uso de ferramentas tecnológicas para se comunicar com um público, até então, ausente na política…
  • A criação de negócios e uma economia virtual acontecendo no Second life.
  • E outras notícias que se você procurar, acha…. e pode até passar a impressão de que é brincadeira ou “game”, mas tem gente ganhando dinheiro com isso…

O comportamento organizacional, tem mudado, já se fala do poder das instituições sem organização. As pessoas trabalhando gerando a circulação de recursos financeiros harmonicamente sem ter espaços físicos estruturados e regras formais. Algumas empresas que já mudaram seu processo de seleção e captação de competências para poder reagir neste mercado. Estratégias usadas no mundo real, perdendo sua eficácia no mundo virtual. O poder está na rapidez de tomar decisões e gerar conhecimentos ao mesmo tempo em que há uma atuação colaborativa entre os membros dessa empresa.

A sociedade está vivendo cada vez mais duas vidas: a real e a virtual. O que mostra no mundo real que é o isolamento e o aumento da privacidade das pessoas, na vida virtual é o contrário, as pessoas expõem suas vidas e sentimentos em redes sociais, como orkut, facebook, flick, unyk, plaxo, linkedIn, blogs, msn, second life e por outros meios de software na internet. Um verdadeiro paradoxo! Clay Shirky, já diz que não acontece revolução quando a sociedade adota novas tecnologias, mas quando a sociedade adota novos comportamentos.

As pequenas empresas precisam acordar para essa revolução, pois ela veio para ficar e sua competitividade dependerá de suas ações nesse novo mundo e comportamento….