comportamento organizacional, Gestão de equipe, Gestão empresarial

Como posso fomentar uma equipe que gere resultados para empresa?


Tanto em uma pequena ou em uma grande empresa, construir uma equipe que seja bem sucedida e que gere resultado é fundamental para o sucesso nos negócios.

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A grande questão não é só formar uma equipe com profissionais de alto conhecimento técnico e com habilidades para resolução de problemas e tomada de decisão.

Existem variáveis que dependem da própria empresa, como por exemplo:

  •      Ter recursos adequados, isto é, infraestrutura tecnológica apropriada, disponibilizar informação em tempo hábil, apoio administrativo, além de processos e meios facilitadores para operacionalização.
  •      Ter uma liderança e estrutura compatível com a realidade da empresa. A liderança assume um papel de facilitador do processo, como também para promover a comunicação entre a equipe com as pessoas-chaves presentes fora da empresa.
  •      Um ambiente que promova clima de confiança nas relações, pois isso irá facilitar a cooperação, o processo de inovação, e o esforço do crescimento conjunto.
  •      Ter um sistema de avaliação que reconheça não só o indivíduo, mas o resultado do grupo. Dessa forma, pode-se visualizar a importância das partes e o resultado do grupo.

Não existe receita ou fórmula  para o sucesso. É importante ter coerência entre o discurso da empresa e a prática, entre o que se exige e o ambiente favorável para gerar resultados.

Robbins et al 2011.

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Cultura Organizacional, Empreendedor, Gestão de equipe, Gestão empresarial, Mercado

Dia do consumidor: 15 de março


Hoje é dia do consumidor  nada melhor do que refletir sobre seu relacionamento com seus clientes.

No dia a dia da empresa existe alguns aspectos que envolve o consumidor:

  • Aspectos legais: direito do consumidor
  • Abordagem e política de atendimento
  • Conhecimento sobre seus clientes.

Quanto os aspectos legais não se tem que se questionar, isto é, monitorar a legislação e suas alterações para que  possa cumprir e atuar de forma ativa nos momentos de que se gera movimentos de mudanças e atualização.

A abordagem e política de atendimento precisa ser resultado do conhecimento do seus clientes associado a definição de estratégias para que se possa superar as expectativas do consumidor.

O conhecimento sobre o cliente – é a grande questão! O empresário que tem detém essas informações, sabe lidar estrategicamente e consegue sair na frente e galgar novos espaços no mercado.

Algumas dicas para você aprofundar o saber sobre seu consumidor:

  • Ter rotinas que possa monitorar o grau de satisfação dos clientes e suas novas demandas.
  • Ter um canal de comunicação claro e transparente para se captar as sugestões e reclamações.
  • Transformar as reclamações e sugestões em oportunidades de melhorias para a empresa.
  • Acesso do dono da empresa as reclamações e sugestões dos clientes e não deixar parado na liderança intermediária da empresa ou com o pessoal da ponta.
  • Criar uma cultura de saber escutar e trabalhar as exigências, reclamações e sugestões dos clientes.
  • Ter a política de gerar resposta com rapidez para os clientes, informando seu posicionamento a respeito da questão levantadas por eles.
  • Conhecer como ele consume os produtos e serviços de sua empresa, além de suas expectativas.
  • Ter o entendimento de como os produtos e serviços de sua empresa representa para os clientes.
  • Buscar conhecer os critérios de escolha de seus clientes.
  • E outros aspectos comportamentais do cliente de acordo com sua atividade.

Não desperdice a opinião do cliente com justificativas, reflita e transforme-a oportunidades.

Cultura Organizacional, Estratégias, Gestão de equipe, Gestão empresarial, Oportunidade de negócio

As idéias fixas são um dos grandes inimigos para inovar


Muitos empresários ou determinado segmento criam uma barreira invisível para superar alguns problemas por cristalizarem si mesmo algumas idéias fixas.

Essa situação prejudica a evolução de uma empresa e até mesmo de um setor ou a economia de uma localidade.

O grande desafio é ter a capacidade de buscar olhar os problemas e os desafios e forma diferente, isto é, olhar por um ângulo diferente com objetivo de buscar alternativas para solucionar ou minimizar os problemas.

Gostaria que assistem o episódio do filme a seguir e reflita qual o papel que você está assumindo na sua empresa se compararmos com os personagens que fazem parte desta cena.

Pensar que um problema não tem solução é você não se permitir em pensar diferente!

Alguns empresários de sucesso para não cair nessa situação procuram sair do “seu mundo” e buscam conhecer realidades e empresários de setores completamente diferente para identificar sua sabedoria e capacidade de lidar com desafios. É uma forma de exercitar e de ver o mundo dos negócios com outro olhar, além de se permitir em pensar diferente.

Inove e faça a diferença!

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Qual o capital intelectual do futuro?


Diante da constante mudança das empresas e do ambiente que estão inseridas, o perfil e as competências dos profissionais vem modificando.

Recentemente foi publicado na internet uma pesquisa sobre o perfil dos profissionais existentes nas empresas e o perfil mais almejado para o futuro. O resultado demonstrou a seguinte ordem de prioridade:

  • especialistas em mídia social;
  • estrategistas de marketing;
  • especialista em integração de bancos de dados;
  • estrategista organizacional;
  • bilingue ou poliglotas;
  • sociologo ou antropologo;
  • estrategistas em logística; e
  • demais especializações.

Muitos profissionais estão precisando sair do “seu quadrado” e tirar seu preconceito com as redes sociais. A primeira especialização mais ranqueada é a expertize em midias sociais e a construção dessa competência vai além de cursos de especialização ou de curta duração. Faz-se necessário uma vivência nas próprias redes sociais e mergulhar nas origens do ser humano – entender de gente e dos meios que proporcionam as relações pessoais e profissionais.

As demais áreas já vem tendo um demanda constante desses profissionais, mas 0 que muda é o cenário em que irão atuar.

Fica a reflexão para as empresas e os profissionais que ainda não enxergaram este cenário, pois sua competitividade estará diretamente ligada a esse perfil do capital intelectual.

Fonte: Greenbook, 2011

comportamento empreendedor, Empresário, Gestão de equipe, Oportunidade de negócio

Heterogeneidade para sobreviver…


As empresas desse século precisam ter uma equipe heterogenia com diversas percepções que venham agregar a empresa, gerenciando suas rotinas e propondo melhorias criativas. Para isso o empresário e ou o gerente desse empreendimento precisa ter abertura para o novo.

 Diante desse contexto, como ficam os proprietários dos pequenos negócios que vivem com sua verdade absoluta? Muitos aprisionados com suas verdades… É delicado…. A empresa de sucesso precisa está em constante evolução e inovar suas práticas, não se esquecendo de escutar o cliente. Não é só fazer reformas, informatizar, trocas móveis e equipamentos; e sim, renovar sua abordagem de atendimento, antecipando os novos anseios dos seus clientes e toda nova suposta estrutura possa dar lastro para tal. E nada melhor que os funcionários que estão diariamente convivendo com os clientes para responder isso.

Pense e reflita como está sua abertura para o “novo”?

Gestão, Gestão de equipe, liderança

Gestão de equipe


Na gestão de um pequeno negócio, você não poderá esquecer de capacitar sua equipe de trabalho. Além de suas diversas ações de tentar nutrir a efetividade de seu grupo de trabalho.

Para se ter uma boa atuação com sua equipe de trabalho é necessário (HACKMAN, 2005):

Estruturá-la, estabelecendo seus propósitos, suas atividades e o nível de conhecimento e habilidade necessária;
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Obter os recursos para que as atividades possam ser desenvolvidas;

Remover os obstáculos que impedem o trabalho;

Ajudar e fortalecer as contribuições individuais para o fortalecimento do grupo, para que possam cada vez mais utilizar os recursos do grupo para o propósito comum.

Mas para que o desempenho seja efetivo, é necessário acompanhar:

Se a produção da equipe se corresponde em quantidade e qualidade exigidas pelos clientes;

O relacionamento entre os membros da equipe. Se existe espaço para detectar e corrigir erros antes de danos mais sérios, e/ou identificar as tendências e demandas que estimula uma atuação proativa da empresa.

Também é necessário que o nível de esforço dos membros da equipe seja de conseguir concluir as suas atividades, favorecendo-os para que estes possuam conhecimento e habilidades necessárias para um bom desempenho e que todas as suas atividades estejam alinhadas com a estratégia da empresa.

O seu papel como líder deste processo irá influenciar sensivelmente o desempenho da equipe. Por isso, é importante refletir sobre o seu comportamento perante sua equipe de trabalho e qual a sua intervenção na equipe de trabalho.

Fora às capacitações formais, que são necessárias para equipe, é necessário identificar qual o estágio de sua equipe de trabalho perante as atividades a serem realizadas, para que você mesmo possa intervir no grupo.

Por exemplo, se o grupo está iniciando suas atividades, faz-se necessário definir os papéis de membros e expectativas, lidar com conflito e fricções interpessoais, e ajudar a equipe a alcançar um nível de “maturidade” que diminui a sua dependência para com você. E quando grupo já está atuando há um tempo, é necessário analisar como processos humanos estão afetando trabalho em um problema específico da empresa; entender melhor o próprio processo de interação da equipe; e que processos de equipe nutrem ou impedem o funcionamento do grupo efetivo (HACKMAN, 2005).

Se você não consegue fazer isso, não deixe de solicitar apoio de profissional especializado para que essas questões não venham afetar sensivelmente a empresa.

Gestão de equipe, liderança

Quando o in group prejudica na legitimidade de uma liderança…


Temos muitos gestores, gerentes, supervisores, encarregos; mas poucos são líderes. Ter uma credencial de um determinado cargo ou espaço ocupacional de uma empresa não garente que esse profissional seja um líder de uma equipe ou da própria empresa. A legitimidade de um líder advém de seus líderados em que o reconhecem como tal e deixam ser guiados por ele. Na dinâmica do dia-a-dia do líder em ação existe a formação do in group e do out group, segundo a teoria de troca entre líderes e liderados (LMX).

O in group ou grupo interno são os relacionamentos estabelecidos com um pequeno grupo que são escolhidos pela similaridades de atitudes, características de personalidade e por confiança. Esse pequeno grupo está dentro do grande grupo que é liderado, formando assim os membros que fazem parte do grupo interno e do grupo externo. É legítimo que o líder faça essa formação para que possa compartilhar suas dúvidas, visões e decisões que precisam ser tomadas com rapidez e eficácia.

Agora quando isso ocorre de forma exagerado e viciada… a legitimidade desse líder começa a ser questionada perante os demais liderados, pois ele só compartilha com o grupo externo as decisões já formalizadas sem dar espaço para escutar sugestões e idéias divergentes que poderiam fazer a diferença nas situações vivenciadas pela empresa. Enquanto isso o in grupo, começa a ser visto com maus olhos por toda a equipe e começam a ganhar nomes pejorativos. É importante que o líder tenha equilíbrio entre a escuta do grupo interno e do grupo externo. É necessário que faça reuniões formais ou informais com os demais da equipe para que todos possam contribuir para a melhoria da empresa efetivamente.

Diante desse reflexão… como anda seu relacionamento com os seus liderados?

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Você possui uma abordagem para gerenciar seu negócio?


Nos dias atuais, tem-se atuado cada vez mais em estrutura de times promovendo o empoderamento das equipes de trabalho, tornando-as autônomas, ágeis, proativas e comprometidas e motivadas com trabalho.

Uma pequena empresa possui uma estrutura favorável para acontecer o empoderamento dos seus funcionários, porque não há muita hierarquia e departamentalizações, além de possuir uma equipe multifuncional.

Mas, muitas vezes, encontramos líderes e gestor do seu próprio negócio com uma abordagem maquiavélica baseada no poder e no controle. Todo o seu poder está voltado em deter informações úteis para seu negócio e na centralização de todas as decisões. E aí sua equipe de trabalho fica refém e infantilizada, não podendo fazer nada, sem o gestor sinalizar. E, também, é engraçado que esses mesmos gestores, muitas vezes, comentam da incompetência de suas equipes…

Volto, então, a questionar, qual a intenção e a meta de um gestor do seu próprio negócio, se não é viabilizar sua empresa através de suas relações com o mercado e principalmente, através de sua equipe de trabalho.

O empoderamento de uma equipe de trabalho é dar responsabilidade na tomada de decisão, tendo as informações necessárias para contextualizar a decisão vinculada com as estratégias e a missão da empresa. Para isso é necessário um ambiente favorável em que possibilite o compartilhamento do poder e das informações para com todos que fazem parte da empresa. Esse ambiente é viabilizado através de algumas decisões do próprio gestor, tais como, na formação de um sistema interno organizacional e cultura que dê apoio ao espírito colaborativo e de alto envolvimento da força de trabalho de sua equipe.

O sistema interno organizacional contempla:

  • A seleção de funcionários que tenha um perfil colaborativo e competência para assumir as devidas atividades que será de sua responsabilidade. 
  • O processo de socialização do funcionário para inseri-lo no ambiente da empresa de forma que haja sua integração com a equipe de trabalho, com as estratégias, missão da empresa e seus respectivos impactos. 
  • Avaliação da performance para uma política de recompensa: levar os funcionários terem a clareza de qual o comportamento e resultado que será recompensado. 
  • Definir os canais de comunicação que toda a equipe possa ter acesso. 
  • E outras ações que favoreça o ambiente colaborativo específico da dinâmica do seu negócio.

É importante refletir e reconhecer que as abordagens maquiavélicas são improdutivas para o desempenho de sua empresa, como também é carregada de medo de perder o poder e o controle das coisas, sobrecarregando o próprio empresário com atividades rotineiras.

Para uma empresa de vanguarda, não existe mais espaço para esse tipo de atitude e sim, para a filosofia de “primeiro as pessoas”, isto é, proporcionar um ambiente que para sua equipe desempenhe suas atividades de forma que conduza a sua empresa da melhor forma possível e se relacione bem com seus clientes, pois são eles que estão face a face com seus clientes e que vão promover o sucesso do seu negócio.

 Por Conceição Moraes