Talk:Direto ao ponto: o que fazer pra sua startup durar além do fim de semana


Description:

Eventos para criação de startups, hackathons e competições temos aos montes. Tá…mas logo depois que passa toda aquela euforia… precisamos botar o negócio pra gerar na alta. Nesse painel, aprenda com outros empreendedores o que eles fizeram para que o seu empreendimento de fato aconteça.


Speakers:

Moderação: Maria Conceição Moraes (Sebrae)
Carlos Ninja (CE – AgendaKids)
Luiz Fernando Gomes(PE – lotebox)
Vinnie Oliveira(PB – Glocal Arts)
Breno Fontes(RN-Findemeapp)

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Um novo pensar na concepção de negócios e como explorar as oportunidades


Assista o relato de Don Tapscott que vem várias menções  da sociedade que se está se formando e que se vem reconstruindo os interesses e a importância econômica de alguns negócios. A democracia do saber e um mundo sem fronteiras vem exigindo um repensar e o se reinventar de vários tipos de negócios existentes. É um caminho sem volta e não tem barreira econômica ou judicial que consiga segurar.

https://embed-ssl.ted.com/talks/don_tapscott_four_principles_for_the_open_world_1.html

Você dá exemplo na sua empresa?


No evento do E-commerce Brasil o empresário contou sua história de vida como empresário. Podemos refletir sobre todos os desafios e comprometimento efetivo para atingir suas metas com foco e entendendo de pessoas… Assista…

Que valores você busca perpetuar na sua empresa?


Os valores, princípios éticos e a cultura organizacional começam com o dono da empresa, e vai consolidando no decorrer do tempo, com a sua tomada de decisão e pessoas que são contratadas para fazer parte do seu negócio, trabalhar e representá-lo.

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Com a mudança do comportamento da sociedade quanto às suas prioridades de consumo e de vida, algumas empresas vêm inserindo esses valores para dentro da empresa. Como se pode observar em recente pesquisa pública pelas pequenas empresas e grandes negócios: ” Quem se emprega com mais facilidade casados ou solteiros?”. A pesquisa mostra que muitas empresas estão priorizando a contratação de pessoas solteiras em relação àquelas casadas. Tudo em nome da produtividade.

A reflexão é: você está construindo uma empresa para perpetuar ou ter resultados imediatos?

Nem tanto ao mar, nem tanto à terra.  Toda empresa precisa de uma equipe heterogênea quanto a suas competências e de experiências culturais diferentes. Assim, todos poderiam contribuir na forma diferenciada de visualizar as coisas e fomentar a criatividade e a inovação.

Uma empresa precisa de produtividade e resultado, mas só isso não basta, porque a competitividade interna será tão grande, que não se dará espaço para um clima saudável de relacionamento, trabalho em equipe e construção conjunta.

Além, é claro, de valores sólidos que possam sustentar a empresa na sua missão plena de satisfazer os clientes com resultado positivos para os donos e a sociedade.

Muitas ‘ondas’ virão, ditarão regras e prioridades, mas quais serão as suas, pois valores e princípios éticos não se mudam.

Como posso fomentar uma equipe que gere resultados para empresa?


Tanto em uma pequena ou em uma grande empresa, construir uma equipe que seja bem sucedida e que gere resultado é fundamental para o sucesso nos negócios.

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A grande questão não é só formar uma equipe com profissionais de alto conhecimento técnico e com habilidades para resolução de problemas e tomada de decisão.

Existem variáveis que dependem da própria empresa, como por exemplo:

  •      Ter recursos adequados, isto é, infraestrutura tecnológica apropriada, disponibilizar informação em tempo hábil, apoio administrativo, além de processos e meios facilitadores para operacionalização.
  •      Ter uma liderança e estrutura compatível com a realidade da empresa. A liderança assume um papel de facilitador do processo, como também para promover a comunicação entre a equipe com as pessoas-chaves presentes fora da empresa.
  •      Um ambiente que promova clima de confiança nas relações, pois isso irá facilitar a cooperação, o processo de inovação, e o esforço do crescimento conjunto.
  •      Ter um sistema de avaliação que reconheça não só o indivíduo, mas o resultado do grupo. Dessa forma, pode-se visualizar a importância das partes e o resultado do grupo.

Não existe receita ou fórmula  para o sucesso. É importante ter coerência entre o discurso da empresa e a prática, entre o que se exige e o ambiente favorável para gerar resultados.

Robbins et al 2011.

Quem está no outro lado das máquinas e do monitoramento do comércio eletrônico?


Muitos podem de imediato, pensar, lógico: – são as pessoas!

Aí, vem a questão: Você entende de pessoas?

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Todos nós nos relacionamos com as pessoas no ambiente de trabalho. Algumas delas nos identificamos, outras, não.  Existe hierarquia, com pelo menos um líder direto e vários pares. Mas você já parou para refletir sobre essa dinâmica, sem preconceitos, sem estereótipos; mas, com empatia e, simplesmente, entender?

Para começar, é interessante saber que as atitudes de todo ser humano é formada pelo seu entendimento das coisas, que corresponde às suas crenças e valores, impulsionando para um comportamento individualizado, que poderá ser identificado através de algumas atividades.

As principais atividades dos funcionários do trabalho são resultados do seu grau de satisfação, envolvimento e comprometimento.

Quando se fala de satisfação, na sua essência, é o sentimento positivo com relação ao trabalho que proporciona comportamentos, resultados positivos dentro da empresa.

O envolvimento nada mais é do que o processo psicológico de identificação com o seu trabalho, desencadeando a sintonia do seu desempenho e valorização pessoal e profissional.

O comprometimento envolve uma busca comum dos interesses profissionais e organizacionais, havendo envolvimento psicológico, que poderá confundir sua imagem pessoal com a da empresa. Sabe-se que existem dimensões diferentes de envolvimento. Tais como, afetivo, ético e até mesmo um mero cumprimento contratual.

Toda empresa possui um mar de diversidade, e cabe, assim, cada gestor saber navegar , preservar,  pois não existe padronização no comportamento das pessoas. A beleza e a sabedoria da liderança é saber lidar com essa diversidade no seu dia a dia, gerando dignidade para o ser humano e promovendo resultado para empresa.

Se a sua empresa não tem fofoca, atire a primeira pedra…


A famosa ‘fofoca’ sobre o que acontecendo na empresa, é chamada tecnicamente de rede de rumores e, para alguns especialistas, rádio peão.

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Quanto mais instável a empresa e com uma cultura organizacional fraca, mais a rede de rumores prevalece na empresa.

Pode-se caracterizar os rumores, como:

  • Algo que não se consegue controlar a origem ou até onde poderá alcançar ou expandir.
  • Para muitos funcionários essa fonte de informação é mais verídica do que a comunicação formal que frequentemente chega atrasada.
  • Chega ser útil para um grupo de pessoas que possuem interesses da divulgação. Esse interesse poderá para alimentar uma rede de influência e poder como também para facilitar ou afetar determinadas informações estratégicas da empresa.

Toda a empresa possui rumores do que aconteceu, está acontecendo ou o que acontecerá. E sempre surgem em situações de ansiedades, ambiguidades e ou situações importantes que venham impactar nas pessoas.

O desafio é saber lidar e minimizar seus efeitos negativos. Para isso é importante que se tenha algumas práticas na empresa, tais como:

  • Ter uma comunicação aberta para tirar dúvidas.
  • Procurar reduzir o grau de ansiedade dos funcionários. O método utilizado, vai depender da questão ou o assunto que esteja provoncando essa ansiedade e insegurança.
  • Saber escolher o meio de comunicação mais eficiente para cada notícia ou informação da empresa para que possa chegar com eficácia e atingir seu objetivo.
  • Explicar decisões e comportamentos que possam parecer inconsistentes, injustos ou misteriosos.
  • Procurar fornecer informações de longo prazo, antecipando a rede de rumores.

Essas são algumas dicas, mas pense que jamais você consigará a exterminar a rede de rumores. Você sabendo trabalhar a realidade da sua empresa, poderá reduzir impactos e amplitudes.

E por mais contraditório que seja a existência dos rumores, também são consirados importantes na empresa porque consegue canalizar as ansiedades dos funcionários e uma forma de identificar temas importantes a serem trabalhados na organização.

Saiba transformá-los em ações positivas no ambiente da empresa!

Fonte:Robbins et al, 2011

Diversidade nas empresas


Cenário da diversidade da força de trabalho brasileira vem modificando:

  • Faixa etária de idade: a longevidade da faixa etária em algumas áreas da empresa independente do porte de negócio.
  • Diversidade demográfica: muitas pessoas do sul e sudeste do país atuando no norte-nordeste e vice versa, além de estrangeiros.
  • Gênero: aumento crescente da posição hierárquica da mulher.
  • Aumento e espaço de pessoas com deficiência no mercado de trabalho em espaços ocupacionais de maior complexidade.
  • E outros aspectos, tais como, raça, religião, habilidades, especialidades, opções sexuais, aidéticos, ex-presidiários, e outras realidades de acordo com a localidade.

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Essa diversidade pode ser identificada superficialmente e em níveis mais profundos. Superficialmente, são as diferenças mais fáceis de ser identificadas e ao mesmo tempo tende-se a ser gerados estereótipos com facilidades. Esses estereótipos poderão desencadear discriminações e problemas trabalhistas, quando não bem gerenciadas nas empresas.

A diversidade em níveis mais profundos como, por exemplo, personalidade, valores, crenças, estão presentes em todas as empresas e nada melhor que promover momentos de convivência para que as próprias pessoas comecem a perceber que possuem algo em comum entre elas. Todo ser humano na sua essência possui as mesmas necessidades, sonhos, buscas, ambições.

Diante desse contexto, os gestores e a liderança intermediária da empresa precisam rever sua forma de atuar advindas de suas crenças, filosofias de como se relacionar com os colaboradores. Além das empresas mais estruturas rever sua a política de benefícios oferecidos aos funcionários para que possa atender as novas realidades.

O gestor não poderá mais dizer que deve tratar “todo mundo igual”, pois para gerar a dinâmica da empresa positivamente, ele precisa respeitar as individualidades e construir o senso comum de justiça, respeitando as diferenças. Também, envolve forma de se comunicar com os funcionários, estilo de negociação, propor e construir metas, projetos e regras de trabalho.

Formalmente, a empresa precisa rever os benefícios genéricos e diversificar para atender as realidades do perfil de funcionários presentes na empresa.

Apesar de todos os desafios da diversidade, existe um grande ganho, que é o resultado excepcional da complementaridade quando se gera harmonia do ser diferente em pró de uma conquista única da empresa.

Fonte: Robbins et al 2011

Como anda a percepção dos seus funcionários quanto apoio da empresa a suas atividades?



A percepção de suporte organizacional, nada mais é como os funcionários percebem a valorização de seu trabalho, contribuições; e ao mesmo tempo a empresa valoriza seu bem-estar.

Em uma rotina agitada e cheia de pressão para cumprir metas das mais variadas, como os gestores internalizam a valorização de seus funcionários de forma coerente, tendo políticas de bem-estar formal ou não?

Muitas pesquisas demonstram que os funcionários possuem essa consciência e que reforçará o seu maior engajamento. Pense que o engajamento significa o envolvimento, satisfação e entusiasmo com o que faz e com a busca de desenvolver novas habilidades que venham aperfeiçoar seu trabalho na empresa.

O trabalho passa ter um significado maior para si que desencadeará no comportamento nas relações de trabalho e com os clientes.

Todo esse resultado positivo poderá ser o inverso quando a percepção é de que a empresa não gera o suporte necessário para sua execução. Com isso, muitos empresários não conseguem entender quando veem os funcionários fazendo o estritamente o necessário, não inovando ou buscando melhorias, alguns casos não atendendo bem os clientes, negligenciando alguns procedimentos de rotina e até o aumento de acidente do trabalho e rotatividade.

Então, a questão é refletir sobre o seu comportamento como gestor de seu empreendimento e qual a sua coerência nas relações com os funcionários. O resultado da empresa depende de um conjunto de variáveis que estão além de ferramentas de trabalho, e sim, as relações e engajamento do funcionário associado ao suporte que empresa promove de forma coerente.

Dê vida a essa relação, vale a pena para todos!

Fonte:Robbins et al, 2011

Quando não se tem tempo mais para nada?


As empresas passam por diversos estágios no decorrer dos anos. Se a empresa vai progredindo gradativamente, o empresário precisa também ajustar sua abordagem gerencial de acordo com esse crescimento.

Fotógrafa: Conceição Moraes

A grande questão é que muitos não conseguem visualizar esse crescimento até chegarem nas seguintes situações:

  • perder o controle da rotina da empresa,
  • haver um grau de estresse elevado por conseguir dar resposta em tempo hábil para atender seus funcionários e clientes,
  • crescimento  do número de reclamações dos clientes,
  • perder a qualidade de seu produto/serviço, ou
  • outras situações que venham gerar desquilibrio na empresa.

É natural no estágio inicial da empresa ter uma abordagem gerencial centralizada, uma vez que o empreendedor está implantando toda a rotina e imprimindo sua filosofia de trabalho na empresa.

Agora, ao implantar essa rotina faz necessário deixar espaço para o próximo estágio gerencial da empresa, que é a descentralização da gestão e o processo de delegar algumas atividades.

Atualmente, se você se identifica alguma situação citada acima e não tem tempo mais para nada, é momento de rever sua rotina! Logo, siga a seguinte dica:

  1. Liste todas atividades que você realiza de hora em hora, caso não consiga faça por expediente.
  2. Essa listagem faça durante uma semana, no mínimo.
  3. Quantifique quantas vezes cada atividade se repete.
  4. Comece analisar as atividades que mais se repete, através das perguntas a seguir:
    • Essa atividade é estratégica?
    • É rotineira? Qual o grau de complexidade?
    • Pode ser feita por outra pessoa, isto é um funcionário ou ser terceirizada?
    • Se pode ser feita por um funcionário, quais as rotinas, regras e diretrizes que ele precisa saber para executá-la?
    • As atividades mais básicas comece a delegar para o funcionário escolhido, orientando e passando como você gostaria que você executado e quais os indicadores de resultado dessa atividade.
    • Monitore as atividades que foram delegadas.

Dessa forma você começa a ter espaço para questões mais estratégicas, como por exemplo, pensar em melhorias e inovação de sua empresa. Além de ter qualidade de vida!