comportamento empreendedor, Cultura Organizacional, liderança

Liderança aberta


No novo ambiente organizacional com pessoas conectadas e presentes nas redes sociais provocaram mudanças nos relacionamentos de trabalho e principalmente a relação entre líder e liderado. Os líderes precisam rever seu comportamento, “míope de chefe” de ser controlador e centralizador para postura abertura para construir relacionamento com os liderados, tornando um ambiente colaborativo e efetivo nos resultados da empresa.

As premissas da liderança aberta, segundo a pesquisadora Charlene Li (2011):

  • Respeitar o fato de que seus clientes e funcionários tem poder, se você ainda não acredita nesta afirmação, faça uma pesquisa nas redes sociais sobre as publicacões falam da empresa.
  • Compartilhar sempre para construir confiança. O diálogo diário e a coerência do que é dito e cumprido, vem fortalecer essa relação de credibilidade e confiança.
  • Alimentar a curiosidade e a humildade. Nunca achar que sabe o suficiente e não tenha que aprender com o outro.
  • Manter a abertura responsável. Observar que a responsabilidade tem uma mão dupla e que cada um precisa assumir os erros e acertos, independente da hierarquia ocupada.
  • Perdoar os fracassos. Isso não significa que os fracassos são simplesmente aceitos, mas precisam ser reconhecidos e compreendidos por todos para que não se feche as portas para criatividade.

Reflita sobre suas crenças e comportamento como líder e verifique o que você precisa repensar!

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Sobrevivência das empresas x cenário de oportunidades


Diante dos dados apresentados pelo Sebrae da pesquisa sobre a sobrevivência das empresas, mostra que o estado de Pernambuco foi o que obteve o pior índice da sobrevivência das empresas durante os dois últimos anos.

Essa informação parece se contraditória quando olhamos para todos os investimentos que o estado está vivenciando. Podemos até se dizer que Pernambuco encontra-se em um verdadeiro canteiro de obras e não parando de entrar grandes investimentos.

Esse contexto nos leva a hipótese de viver em um mar de oportunidades não significa sucesso absoluto!

Este artigo dá início a uma séria de análise sobre a realidade do processo de empreender e a gestão das pequenas empresas.

Inicialmente, gostaria de resgatar uma pesquisa feita em 2002 que tem como título Cara Brasileira: a brasilidade nos negócios – um caminho para o “made in Brazil”. Essa pesquisa relata vários aspectos da cultura brasileira e evidencia a cultura da gestão dos pequenos negócios, indicando os pontos fortes e fracos.

Os pontos fortes, literalmente contribui para  uma grande capacidade que temos de gerar um diferencial competitivo, sabendo explorar profissionalmente.

Os pontos fortes são:

  • diversidade racial e cultural
  • alegria e otimismo
  • ênfase nos relacionamentos pessoais
  • hospitalidade
  • criatividade
  • cordialidade

A abertura para diversidade contribui enormemente para sermos um país acolhedor, consequentemente cordial e hospitaleiro. A criatividade potencializa a nossa capacidade de promover um diferencial competitivo e a capacidade de apresentarmos alternativas inusitadas para os negócios, além de um tratamento personalizado na abordagem comercial das empresas.

Entretanto, é observado alguns aspectos negativos, além de criar uma imagem negativa para o mundo e entre nós brasileiros.

Esses aspectos negativos são:

  • idéia que todos querem tirar vantagem
  • desprezo pela técnica
  • falta descompromisso com acordos firmados
  • desonestidade em nome da família e dos amigos

Os itens citados acima prejudica as relações comerciais entre as empresas, gerando resistência na relação de confiança em fechar negócios e parcerias, além de reforçar um processo burocrático em nome da segurança dos acordos firmados.

Um ponto que gostaria de destacar é o desprezo pela técnica que podemos traduzir pela desvalorização do profissionalismo e conhecimento técnico necessário para gerenciar uma empresa.

Muitas pessoas abrem empresas e não sabem ao menos o preço de custo real de seus produtos e serviços que irão comercializar, não possuem domínio dos indicadores de resultados da sua empresa. Resumem-se em verificar se tem ou não dinheiro para pagar as contas e se há sobras para o seu próprio usufruto.

Como as empresas poderão ser competitivas e sobreviverem com essa mentalidade?

Por mais que se apresente dicas e orientações, mas se não se muda a forma de pensar das pessoas que querem empreender, como se pode mudar esse resultado do índice de sobrevivência das empresas no Brasil…

Ainda há uma luz no fim do túnel, basta refletir , mudar o comportamento e começar buscar a administrar profissionalmente as empresas!

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Prepare o treinamento dos funcionários para as redes sociais


Não perca o fio da meada, este artigo faz parte da continuidade o processo de planejamento implantação da empresa nas redes sociais. Você tem a seguinte sequência:  Introdução,  Passos 1 a 3Passos 4 a 6, Passo 7 a 9 e passo 10 é que composto por três artigos – este artigo, o publicado no Blog do Empreendedor e o próximo.

Ter um momento de capacitação para os funcionário é um passo fundamental para ter efetividade, antes da presença da sua empresa nas redes sociais.

Essa participação precisa ser feita de forma tranquila e coerente com a realidade da empresa, quanto ao perfil dos funcionários e os recursos a serem investidos.

No primeiro momento, faz-se necessário compreender os perfis de funcionários existentes na empresa. Essa ‘arquitetura organizacional’ dos perfis poderá ser agrupada da seguinte forma:

  •  Os nativos digitais: nasceram envolvidos nas mídias digitais, estão sempre presentes nas diversas plataformas e possuem facilidade de fazer uso de novidades, além de considerar tudo natural e familiar;
  • Os experientes tecnológicos: sentem-se confortáveis em manusear as plataformas sociais e digitais, mas se aproximam das novas plataformas com bastante cautela. Eles têm a tendência de se voltar para ferramentas que apoiem no gerenciamento de suas rotinas de trabalho e ou pessoal;
  • Os relutantes digitais: aqueles que já escutaram falar a respeito das redes sociais, no contexto do mundo digital, mas relutam em se inserir nesse meio ou explorar o espaco digital. Utilizam até celulares avançados tecnologicamente e consideram isso como suficiente.
  • Os avessos digitais: são pessoas que podem até ter escutado falar sobre as redes digitais, mas preferem utilizar os meios de comunicacão tradicional. Chegam a ter uma conta de email, mas raramente checam as mensagens recebidas;
  • Os iniciantes: esses, não utilizam as redes sociais por desconhecimento, tocam suas vidas e buscam soluções tradicionais. Não pensam e nem conseguem captar a realidade do mundo digital.

Mas, atenção! Esse ‘agrupamento’ não é para denegrir ou desclassificar os funcionários. Serve para compreender a realidade e definir o nível de treinamento que deve ser realizado. Não indica que todos terão que atuar ativamente nas redes sociais, mas precisam saber:

  • existência e tendência de mercado
  • sobre a estratégia que a empresa pretende utilizar nas plataformas de redes sociais
  • quais os tipos de suporte e informações que a equipe eleita pela empresa precisará para atuar ativamente nas redes sociais
  • quais os questionamentos mais frequentes e
  • outras questoes inerentes à estrategia da empresa.

É interessante, quando for possível, que esse treinamento seja feito fora da empresa ou por um profissional externo, para que os funcionários não se sintam inibidos ou coagidos nesse processo de aprendizado e experimentação. Claro, que a apresentação das estratégias deverá ser feita por membros da própria empresa.

Também faz parte desse processo, formar multiplicadores na empresa, para que constantemente possam gerar espaços de diálogo, tirar dúvidas e para o desenvolvimento de novos funcionários.

A capacitação precisa levar em consideração alguns aspectos:

  • Ter uma proposta clara da atuação da empresa nas redes sociais
  • Ter um programa de treinamento que promova uma rede colaborativa
  • Ter ciência dos diferentes níveis de adesão e aprendizagem dos funcionários. Logo, criar  um programa que possa facilitar o aprendizado.
  • Apresentar questões práticas, conceitos e cenários
  • Monitar o progresso dos funcionários
  • Ser flexível para promover adaptações e a efetividade do treinamento
  • Ter literatura e fontes de pesquisa, antes, durante e depois do treinamento
  • Orientações de como fazer uso, sem cometer garfes – aula de etiqueta.
Não deixe de ter uma equipe multidiciplinar na sua empresa para gerenciar todo o processo e promover a implantação e manutenção da empresa nas redes sociais.
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Cocriação: um repensar na abordagem gerencial



Momento de refletir sobre sua abordagem estratégica de marketing e gerencial! Momento de atuar de forma conectada com o cliente, funcionários, fornecedores e parceiros dos canais de comercialização. Leia mais a respeito desse assunto no Artigo

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Como levar os funcionários da sua empresa deixar de serem meros executores?


Tudo começa com o espaço proporcionado nas relações de trabalho, de poder e abertura para lidar com fracassos e sugestões inovadoras.

Já não mais existe espaço para uma relação controladora e com tomadas de decisões centralizadoras, pois, por mais controle que houver, existem formas criativas de burlar; e, se uma empresa pretende crescer, terá que aprender a descentralizar suas decisões e todo gerenciamento das atividades da empresa.

Observa-se que o aspecto atitudinal de um funcionário é determinante para uma boa atuação de forma autônoma e profissional no dia-a-dia da empresa. A atitude de uma pessoa é resultado das crenças, sentimentos e comportamentos. Com isso, é necessário fazer uma boa seleção de pessoal para os cargos e atividades certas.

Os empresários precisam começar a refletir sobre sua postura de gerenciar e atuar no que atualmente chamamos de liderança aberta. Esse tipo de liderança eleva o processo de relacionamento entre líderes e liderados de forma madura e autônoma, levando em consideração as atitudes responsáveis e comprometidas com suas funções e metas pré-estabelecidas.

Infelizmente, percebe-se que alguns donos de empresa não estão preparados para essa relação aberta e continuam infantilizando os funcionários na forma de gerenciar suas atividades, além de se sentirem incomodados quando algum funcionário não se submete a uma relação passiva e conivente a tudo.

Os empresários precisam dar abertura para sugestões críticas e questionamentos no intuito de repensar as rotinas atuais e traçar novas práticas. Quando existe um espaço para diálogo, os funcionários tendem a só seguir exclusivamente a linha de comando dado, mesmo sabendo que poderia existir uma solução melhor para tal atividade.

Esse contexto cria um ambiente desfavorável para a colaboração e o fomento de novas idéias. Os funcionários viram mortos-vivos dentro da empresa.

É necessário retomar o diálogo e a troca de conhecimentos entre todos, sem barreiras hierárquicas – só havendo o respeito e a intenção que todos podem contribuir para tornar o ambiente de trabalho e o atendimento aos clientes melhor.

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É possível mudar a cultura organizacional de uma empresa?


Muitos empresários pensam em fazer mudanças radicais na empresa e contratam consultores para fazer acontecer essas mudanças. Tudo em nome da sobrevivência e sucesso empresarial… O detalhe que muitas vezes começa com a forma de pensar e agir do próprio empresário. Alguns aspectos precisam ser analisados antes dessa contratação. 

Leia mais esse meu artigo Cultura empresarial: como intervir?(http://blogs.diariodepernambuco.com.br/empreendedor/?p=136)