Eventos internacionais – Você já preparou sua estratégia de venda este mês?


Se você ainda não se preparou para esse evento, empreendedor, saiba que ainda dá tempo de fazer alguns ajustes. Procure preparar seu empreendimento e não deixe de vender, porque você não sabe inglês, alemão, espanhol, japonês ou qualquer outra língua dos visitantes que teremos nas nossas cidades.

O mundo todo foi convidado para vir ao Brasil assistir aos jogos da Copa do Mundo, ou acompanhá-los pela TV e telões espalhados na cidades do Brasil. Existe muitas propagandas nas ruas de todas grandes cidades do mundo, como por exemplo, no metrô, nos outdoors, na TV, nos vídeos dos aviões, e onde pode e possível fazer divulgação.

Publicidade da copa na Asia

Fonte: Conceição Moraes

 

 

Algumas dicas para minimizar possíveis problemas de comunicação:

exemplos de comunicação

Fonte: Conceição Moraes

 

1 – Monte um folheto com principais perguntas e respostas sobre o seu produto e/ou serviço, pelo menos em inglês e português. Dessa forma você ajudará o turista a perguntar e ‘aprender’ sobre o que deseja em português.

2 – Se você vai vender refeições, tenha boas fotografias sobre o que vai servir e/ou o nome em português, com a citação em inglês dos principais ingredientes. Ajuda a vender se você não tem um bom desempenho para explicar os pratos em outras línguas, além de gerar mais segurança na escolha.

3- Na maioria dos países europeus, as frutas são geralmente muito caras para eles mesmos, então, quando eles visitam países com a variedade de fruta que nós temos e com o preço justo, eles se sentem atraídos para consumir. Então, higienize bem as frutas, faça uma boa exposição, monte o kit lanche.

4- Tenha uma tabela de preço do seu produto, no cardápio ou na etiqueta do produto para que não se possa ter dúvida sobre o valor do produto. Fique atento para mostrar que já está incluso o imposto, isto é, que é o preço final. Em alguns países mostram na vitrine o preço do produto e quando você vai pagar é incluso o imposto, então, deixe claro que aqui no Brasil é diferente.

5-Trate com educação, mas cuidado com o ‘excesso’ de simpatia. Por exemplo, não toque na pessoa, no máximo, um aperto de mão, pois muitos países não têm a cultura de tocar no outro ou dar dois beijinhos, se não for uma pessoa seu circulo de amizade.

6- Se você não sabe pronunciar os números, nas diversas línguas dos visitantes que teremos, e nem entende o valor do que estão falando. Segue a dica:

 

Calculadora

Fonte: Conceição Moraes

6.1- Use uma calculadora grande para ajudar na visualização. Quando o turista lhe perguntar o preço (How much?), você poderá escrever na calculadora e a deixe disponível para o turista utilizá-la, porque muitos vão querer fazer a conversão para sua moeda para ter noção do valor que está pagando. Além de deixar claro o valor, o troco do pagamento em dinheiro, ou até mesmo no processo de negociação, quando solicitado desconto.

7- Entre no clima. Use as cores de sua bandeira e, dependendo da ocasião, dos times que vão jogar na sua cidade, para acolher as torcidas estrangeiras neste início do mundial de futebol. Cuidado para não usar os nomes registros pela Fifa, para não estragar as suas vendas com alguma multa. Para isso, leia o artigo a seguir: http://www.inpi.gov.br/images/stories/downloads/pdf/alto_renome_das_marcas_da_fifa.pdf

Não deixe passar a oportunidade de vender!

Reflita e use sua criatividade para que o turista se sinta bem, seguro e consciente do que está comprando ou utilizando, além de acolher com simpatia e respeito.

Procure ao máximo facilitar a comunicação e preservar o valor da honestidade.

Bons negócios de boa sorte!

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E-commerce: saiba escolher sua plataforma de pagamento


Os empresários de e-commerce, geralmente,precisam tomar uma decisão de como vai vender e receber de seus clientes.  De forma simples, pode-se escolher facilitadores de pagamento on-line e/ou gateway. channel Os facilitadores de pagamentos on-line são plataformas que assumem toda a responsabilidade e seguro contra-fraude do processo de venda e recebimento. A loja não precisa fazer contratos com os adquirentes (instituições financeiras, bandeiras de cartão de crédito, boleto bancário, etc). Tudo fica pela gestão desse facilitador de pagamento, além da análise cadastral do cliente, averiguação do meio escolhido de pagamento, análise de risco, etc. Já gateway, são plataformas que automatiza a transação de pagamento on-line e poderá ter um processo  pré-definido a ser configurado na loja virtual. Geralmente, a loja também precisa contratar outra empresa para gerenciamento de fraudes. Um grande detalhe, a loja virtual terá que fazer o contrato individualizado com as modalidades de pagamento (adquirentes) que pretende oferecer para os clientes. Depois dessa primeira escolha de ter um ou duas formas: facilitador de pagamento e  gateway. Você deve questionar, solicitar simulação e negociar os seguintes aspectos dos potenciais fornecedores:

  • Taxas das transações financeiras: a vista e a prazo
  • Variação da taxa quanto ao volume, grau de risco, ticket médio de venda e faturamento
  • Prazo de recebimento financeiro após a transação da venda tenha sido efetivada
  • Custos de antecipação de recebimentos
  • Taxas fixas e outras despesas contratuais
  • Processo de integração com a plataforma da loja virtual
  • Orientação e suporte para instalação e manutenção
  • Tipos e prazos de relatórios gerenciais entregues

Essas informações contribuirá para contratar a empresa mais adequada para sua realidade e proposta de negócio.

Mundo virtual: um caminho sem volta para as empresas


Como diz Bob Dylan: “Existe alguma coisa acontecendo aqui, mas não sei o que é?”  As pessoas mais conectadas, o uso frequente das redes sociais e alto índice com compartilhamento tem promovido uma revolução silenciosa. O ser humano nesta sociedade informacional vem resinificando as relações sociais e suas referencias culturais de tal forma que está havendo uma construção e desconstrução do pensar, do comportamento e de organização social.

LEIA MAIS: http://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/mundo-virtual-um-caminho-sem-volta-para-as-empresas/#comment-37130

Meios de hospedagem de pequeno porte, você tem um serviço diferenciado?


Um dos grandes diferenciais dos pequenos meios de hospedagem é o relacionamento que a empresa procura ter com seus hospedes. Isso acontece naturalmente nos pequenos meios de hospedagem por conta de sua estrutura e a pequena quantidade de hospedes. Aproveite essa situação e transforme como um diferencial de sua empresa. Um das formas é buscar padronizar algumas informações para não perder de vista a qualidade da abordagem de atendimento.

 

Foto: Conceição Moraes

Então conheça bem o perfil de seus clientes para que você possa padronizar alguns tipos de informações, tais como:

  • O Mapa da redondeza da pousada ou albergue com indicativos de  para de ônibus, mercadinhos, lojas de conveniências, lanchonetes, bares , restaurantes, pontos históricos e outros lugares interessantes na proximidade.
  • Orientações de como chegar nos pontos históricos ou lugares mais procurados pelos hospedes, informando distância, o transporte que ele pode e como utilizar, indicativos de pontos de referência para ele saber que está de fato indo para o lugar certo.
  • Orientações quanto a sua segurança e referência para ter o discernimento do que é seguro ao passear pela cidade ou utilizar qualquer tipo de serviço e transporte.
  • Ter sempre a programação dos eventos da cidade para apoiar os hóspedes na escolha dos diversos tipos de entreterimentos existentes, como por exemplo, shows, teatro, exposições e outros.

Se você tiver isso padronizado, contribuirá na qualidade do seu atendimento, uma vez que a realidade dos pequenos meios de hospedagem tende diversificar o perfil da pessoa que está na recepção. Dessa forma toda a equipe terá como apoiar os hospedes de forma padronizada.

Lembre-se, o perfil de quem fica no atendimento jamais poderá perder a atitude educada, gentil e disponível para contribuir no bem-estar do seu hospede.

Canais de comercialização: uma visão sistêmica


Toda indústria passa por sua própria definição de como vai querer ver seus produtos chegarem até o cliente. Cada escolha possui seus desafios e escolher mais de um canal é interessante para reduzir riscos na comercialização. É claro que na escolha de mais de estratégia precisa não ser conflitantes e estar claro o foco e geolocalizado. Kotler é um dos autores que percebia essa necessidade e procurou esquematizar, conforme a figura abaixo:

A priorização ou definição estratégica depende de algumas variáveis, tais como:

  • Rivalidade entre a concorrência.
  • Necessidade de relacionamento com o cliente.
  • Realidade do processo logístico quanto a natureza do produto, localização geográfica e mercado.
  • Comportamento de consumo do cliente final.
  • E outras variáveis peculiares ao produto e a tendência de mercado.

Com o passar do tempo e o aumento das exigências do mercado foi necessitando incluir outras váriaveis estratégicas nesse esquema como se pode ver na figura a seguir:

Muitos mercados estão exigindo o processo de rastreabilidade dos produtos. Essas informações contribuem para credibilidade do produto e gerando informações para o processo de decisão dos clientes quanto a qualidade, segurança , respeito quanto as questões legais, sociais, ambientais, éticas e culturais.

O processo de rastreabilidade no momento tem-se alguns exemplos interessantes para o acompanhamento dos clientes, tais como:

A variável logística reversa vem atender as exigências legais, de acordo com o segmento, mas também quanto a preservação da qualidade do produto oferecido, zelo com meio ambiente e otimização de recursos escassos.

Significa viabilizar toda uma uma estrutura para possibilitar o retorno do produto ou parte dele para o fabricante ou empresa que venham gerar uma segunda vida aos itens recolhidos.

A outra variavel é a inclusão do processo de cocriação que promove um canal aberto entre os atores que produzem o produto e o cliente final com objetivo viabilizar um canal aberto para que todos os atores possam ser protagonistas no processo criativo de melhoria ou de desenvolvimento de novos produtos. Cada vez mais as novas gerações de consumidores buscam fazer parte da customização ou a própria definição de produtos e serviços que eles irão consumir. Isso ajuda sensivelmente a reduzir equívocos e insatisfações dos clientes, fortalecendo o relacionamento com o cliente.

A tecnologia: uma solução para novos pontos comerciais


Todo empresário que atua no varejo sonha com um  ponto comercial onde concentra seus clientes potenciais. Só que esse sonho a cada dia fica difícil com a saturação de empresas nos grandes centros comerciais e pela especulação imobilária.

O avanço tecnológico vem trazendo uma grande contribuição para se abrir negócios em lugares imagináveis, com uso de um espaço mínimo, quebrando a regra de custo e indicadores de venda – mas concretizando sonhos!

Um dos grandes exemplos é o que aconteceu no metro na Coreia do Sul com o lançamento de uma filial do supermercado inglês, chamado Tesco, que utilizou as paredes da plataforma como vitrine e ao mesmo tempo gôndolas para compras on-line dos seus produtos com entrega a domicílio. Como se pode assistir no video a seguir:

 

Pode-se também ver um exemplo similar no Aeroporto de Portugal para apoiar aquelas comprinhas de última hora que resolve a vida e necessidades de muitos viajantes, como se pode visualizar na fotografia abaixo:

Fotógrafa: Conceição Moraes

Essas experiências vem contribuir e quebrar mitos sobre como instalar um ponto comercial, além de redefinir o processo de gestão e indicadores de venda, como por exemplo: o processo de merchandising, reciclagem das imagem a serem apresentadas para os clientes, indicadores de vendas por espaço utilizado, gestão de estoque, além do processo logístico.

Análise a viabilidade e busque alternativas criativas para sua empresa!

O que é consumo colaborativo?


O consumo colaborativo trás uma oportunidade de negócio com baixo investimento e uma mentalidade de um consumo consciente para si e para quem usufruem desses negócios.

Este artigo dará o início de vários artigos para explorar o máximo sobre a temática.

O consumo colaborativo permite que as pessoas percebam a possibilidade de economizarem seus recursos pessoais, façam novos amigos e se tornem cidadãos ativos. As pessoas que adotam esse tipo de consume promovem um novo comportamento em detrimento do hiperconsumo.

O hiperconsumo promove a persuasão de se consumir muito a partir das situações de se poder comprar agora e pagar depois, da redução do ciclos de vida dos produtos, tornandos-os obsoletos e indesejáveis rapidamente, além de atender transmitir o desejo de consumir promovendo auto-satisfação e inclusão social.

Diante desse contexto muitas pessoas estão buscando dá sentido aos seus bens e propriedades que estão ociosos ou querem otimizá-los, gerando renda.

As propostas de negócios que promovem o consumo colaborativo são:

  • Sistemas de serviços de produtos.
  • Mercados de redistribuição.
  • Estilo de vida colaborativo.

Essa abordagem de negócio vem crescendo e ganhando maturidade, mas só funciona se quem pretende empreender e os potenciais consumidores comungarem dos meus princípios, tais como:

  • Ter senso crítico quanto ao consumo, aspectos socioambientais e econômicos.
  • Ter capacidade ociosa.
  • Acreditar no bem comum.
  • Capacidade de confiar nas pessoas.

No mundo todo tem possoas usufruindo desse resultado e propaganda uma verdadeira rede colaborativa, troca de recursos e renda.

Fonte: Botsman e Robers (2011)

Co-working: espaço colaborativo e promoção de redes de contatos


Muitos empreendedores e profissionais que estão cansados de trabalhar via home office e ou  precisam trabalhar temporariamente em outras localidades – encontraram no co-working uma solução!

Esses espaços contribuem para que se tenha um espaço de trabalho para os empreendimentos de prestação de serviço possam operacionalizar seus projetos com baixo custo de infra-estrutura.

Toda a infra-estrutura desses espaços são compartilhados e o empresário que é responsável por esses espaços assume toda gestão de mante-lo operativo e recebe financeiramente pelo sua utilização.

Alguns depoimentos desses empresários que empreenderam em co-working, diz que o empreendedor que venha criar esses espaços precisa ter um perfil agregador e que promova o network com todos que usam o espaço.

Você poderá ver mais essa realizadade assistindo o seguinte video a seguir:

Natal: aquecimento das vendas x qualidade


Neste período cresce a contratação de mão-de-obra temporária diante da expectativa do aumento das vendas: novos funcionários e oxigenação do ambiente da força de venda. Todos ganham se o processo for planejado!

Quando o processo é planejado, os novos funcionários contratados são treinados para conhecer os produtos e serviços, o perfil dos clientes mais constantes na empresa, qualidade no atendimento e  sobre técnicas de vendas. Esse investimento gera retorno financeiro para empresa de forma imediata, além de descobrir potenciais funcionários para fazer parte da equipe permanente.

O sintoma de quando não acontece o processo planejado é baixo resultado das vendas, clientes reclamando do atendimento, funcionários que não conseguem responder as perguntas dos clientes. Quando se vai efetuar o pagamento, observa-se mais de um funcionário orientando para obter a efetivação do pagamento. Tudo isso gera um desgaste para a imagem da empresa.

Grande reflexão é: se eu não planejei, o que ainda posso fazer para reduzir o desgaste e obter grandes resultados neste final de ano?

Lan house: renove sua forma de fazer negócios!


Alguns tipos de negócios passam por um processo de mudança estratégica com o objetivo de sobreviver e aumentar sua lucratividade.  A lan house está passando por essa fase de transição. Leia mais neste artigo sobre repensar sua visão de negócios.