Comportamento do consumidor, Empreendedor, Gestão, Mercado, Satisfação do cliente

Você está explorando alguma oportunidade de negócio durante o Carnaval?


Para você, empreendedor, que já está aproveitando as oportunidades de Carnaval, seguem algumas dicas que poderão ajudar o seu negócio:

  •  Calcule os custos, para que você tenha um preço que gere ganhos efetivos;
  • Elabore suas metas de vendas;
  • Monitore seus resultados: volume de vendas, produtos e serviços mais procurados e o lucro gerado;
  •  Planeje como você vai demonstrar e apresentar os produtos e serviços durante o processo de venda; Saiba se relacionar com o cliente;
  • Tenha postura profissional; Seja educado e tenha bom senso ao dialogar com os clientes e quando emitir sua opinião; Conheça bem o produto e/ou serviço que está comercializando;
  • Tenha abertura para escutar sugestões e demandas dos clientes;
  • Fique atento com sua aparência: cabelos, vestuário, higiene pessoal – Lembre-se que você contribui com a credibilidade dos negócios;
  • Tenha cartão de visita, para prospectar novas oportunidades de negócios, além da fidelização de clientes;

A forma com que você venha concretizar sua oportunidade de negócio será fundamental para o sucesso ou fracasso do empreendimento.

Sucesso!

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Cocriação: um repensar na abordagem gerencial



Momento de refletir sobre sua abordagem estratégica de marketing e gerencial! Momento de atuar de forma conectada com o cliente, funcionários, fornecedores e parceiros dos canais de comercialização. Leia mais a respeito desse assunto no Artigo

comportamento organizacional, Cultura Organizacional, Empresário, Gestão, Gestão empresarial, liderança

Como levar os funcionários da sua empresa deixar de serem meros executores?


Tudo começa com o espaço proporcionado nas relações de trabalho, de poder e abertura para lidar com fracassos e sugestões inovadoras.

Já não mais existe espaço para uma relação controladora e com tomadas de decisões centralizadoras, pois, por mais controle que houver, existem formas criativas de burlar; e, se uma empresa pretende crescer, terá que aprender a descentralizar suas decisões e todo gerenciamento das atividades da empresa.

Observa-se que o aspecto atitudinal de um funcionário é determinante para uma boa atuação de forma autônoma e profissional no dia-a-dia da empresa. A atitude de uma pessoa é resultado das crenças, sentimentos e comportamentos. Com isso, é necessário fazer uma boa seleção de pessoal para os cargos e atividades certas.

Os empresários precisam começar a refletir sobre sua postura de gerenciar e atuar no que atualmente chamamos de liderança aberta. Esse tipo de liderança eleva o processo de relacionamento entre líderes e liderados de forma madura e autônoma, levando em consideração as atitudes responsáveis e comprometidas com suas funções e metas pré-estabelecidas.

Infelizmente, percebe-se que alguns donos de empresa não estão preparados para essa relação aberta e continuam infantilizando os funcionários na forma de gerenciar suas atividades, além de se sentirem incomodados quando algum funcionário não se submete a uma relação passiva e conivente a tudo.

Os empresários precisam dar abertura para sugestões críticas e questionamentos no intuito de repensar as rotinas atuais e traçar novas práticas. Quando existe um espaço para diálogo, os funcionários tendem a só seguir exclusivamente a linha de comando dado, mesmo sabendo que poderia existir uma solução melhor para tal atividade.

Esse contexto cria um ambiente desfavorável para a colaboração e o fomento de novas idéias. Os funcionários viram mortos-vivos dentro da empresa.

É necessário retomar o diálogo e a troca de conhecimentos entre todos, sem barreiras hierárquicas – só havendo o respeito e a intenção que todos podem contribuir para tornar o ambiente de trabalho e o atendimento aos clientes melhor.

Comportamento do consumidor, Diferencial estratégico, Fidelização, Gestão, Mercado, Oportunidade de negócio

Caso sua empresa desapareça, os clientes sentirão sua falta?


Você, dono de empresa, precisa fazer essa pergunta constantemente.
É uma grande forma de avaliar se você só está vendendo ou fidelizando seus clientes e realizando um atendimento diferenciado.

Pesquisadores americanos identificaram que as empresas, que todos amam e que sentiriam sua falta, são altamente lucrativas. Também descobriram algumas características que são comuns a todas elas, tais como:

• procura conciliar e alinhar os interesses de todos os atores, clientes, fornecedores, sócios, sociedade e entre outros que são envolvidos com a empresa;
• o pró-labore é coerente com a realidade da empresa;
• possuem a cultura de “portas abertas” de acesso aos gerentes e empresário;
• contratam pessoas que gostam “de gente” e são entusiasmadas com os clientes;
• veem os fornecedores como parceiros e colaboradores para melhoria da empresa;
• a remuneração e os benefícios para os funcionários são elevados para a categoria;
• possuem uma política de desenvolvimento e retenção de talentos;
• possuem baixos custos com marketing, perante as outras empresas; ao mesmo tempo, a sinergia de toda empresa, funcionários, gerencias, fornecedores são intensos na busca da satisfação e retenção de clientes.

Todas essas características, independente do porte da empresa, poderão ser colocadas em prática! Basta ter a força de vontade e união de forças com todos que fazem parte da empresa. É claro, não esquecendo de que você precisa conhecer muito bem seus clientes: como consomem seus produtos e serviços, como gostam de se ser tratados, seu estilo de vida, o que eles mais gostam e o que mais eles detestam, seus anseios ainda não atendidos quanto ao segmento da empresa que você trabalha.

Busque fazer a diferença na vida de seus clientes!

(Fonte: Kotler, 2010)

comportamento empreendedor, Empresa familiar, Gestão

Empresa familiar e seus sucessores


No processo de sucessão, acontecem muitas situações, e uma delas é sequência ou a mudança dos valores e visão empresarial entre as gerações. Muitas vezes, o sucesso do fundador da empresa está na sua capacidade visionaria e princípios empresariais. Essas duas variáveis vão influenciando toda a tomada de decisão que o leva para o sucesso e/ou o fracasso empresarial.

O detalhe ou o engraçado é quando a empresa é bem sucedida e consegue superar os desafios no decorrer do tampo. Enquanto a próxima geração que vem suceder, não dá continuidade a visão de futuro traçada pelo fundador e principalmente aos seus princípios. A visão de futuro pode até ter necessidade de ser renovada, mas na sociedade os princípios e valores não mudam, mas cultivam a credibilidade e o relacionamento com os clientes e com todos os funcionários que contribuem para história daquela empresa.

Diante disso, os novos sucessores, quando não seguem entender os princípios e valores empresariais instalados, plantam a semente do fracasso da empresa e mancham a imagem corporativa. O que se deve refletir que o processo de sucessão, não é o processo de transição da juventude que nega e se rebela com os referenciais paternos. E sim, a empresa é um ser vivo que tem o espírito e  o pensar do fundador instalado, além de se fazer necessário compreender que para se realizar qualquer intervenção e assumir o comando deve-se compreender primeiro a realidade da empresa.

Gestão, Gestão de equipe, liderança

Gestão de equipe


Na gestão de um pequeno negócio, você não poderá esquecer de capacitar sua equipe de trabalho. Além de suas diversas ações de tentar nutrir a efetividade de seu grupo de trabalho.

Para se ter uma boa atuação com sua equipe de trabalho é necessário (HACKMAN, 2005):

Estruturá-la, estabelecendo seus propósitos, suas atividades e o nível de conhecimento e habilidade necessária;
francesfrances

Obter os recursos para que as atividades possam ser desenvolvidas;

Remover os obstáculos que impedem o trabalho;

Ajudar e fortalecer as contribuições individuais para o fortalecimento do grupo, para que possam cada vez mais utilizar os recursos do grupo para o propósito comum.

Mas para que o desempenho seja efetivo, é necessário acompanhar:

Se a produção da equipe se corresponde em quantidade e qualidade exigidas pelos clientes;

O relacionamento entre os membros da equipe. Se existe espaço para detectar e corrigir erros antes de danos mais sérios, e/ou identificar as tendências e demandas que estimula uma atuação proativa da empresa.

Também é necessário que o nível de esforço dos membros da equipe seja de conseguir concluir as suas atividades, favorecendo-os para que estes possuam conhecimento e habilidades necessárias para um bom desempenho e que todas as suas atividades estejam alinhadas com a estratégia da empresa.

O seu papel como líder deste processo irá influenciar sensivelmente o desempenho da equipe. Por isso, é importante refletir sobre o seu comportamento perante sua equipe de trabalho e qual a sua intervenção na equipe de trabalho.

Fora às capacitações formais, que são necessárias para equipe, é necessário identificar qual o estágio de sua equipe de trabalho perante as atividades a serem realizadas, para que você mesmo possa intervir no grupo.

Por exemplo, se o grupo está iniciando suas atividades, faz-se necessário definir os papéis de membros e expectativas, lidar com conflito e fricções interpessoais, e ajudar a equipe a alcançar um nível de “maturidade” que diminui a sua dependência para com você. E quando grupo já está atuando há um tempo, é necessário analisar como processos humanos estão afetando trabalho em um problema específico da empresa; entender melhor o próprio processo de interação da equipe; e que processos de equipe nutrem ou impedem o funcionamento do grupo efetivo (HACKMAN, 2005).

Se você não consegue fazer isso, não deixe de solicitar apoio de profissional especializado para que essas questões não venham afetar sensivelmente a empresa.