Avaliação de ponto comercial, Gestão de serviços, logística, Mundo virtual, Statups, vendas

A tecnologia: uma solução para novos pontos comerciais


Todo empresário que atua no varejo sonha com um  ponto comercial onde concentra seus clientes potenciais. Só que esse sonho a cada dia fica difícil com a saturação de empresas nos grandes centros comerciais e pela especulação imobilária.

O avanço tecnológico vem trazendo uma grande contribuição para se abrir negócios em lugares imagináveis, com uso de um espaço mínimo, quebrando a regra de custo e indicadores de venda – mas concretizando sonhos!

Um dos grandes exemplos é o que aconteceu no metro na Coreia do Sul com o lançamento de uma filial do supermercado inglês, chamado Tesco, que utilizou as paredes da plataforma como vitrine e ao mesmo tempo gôndolas para compras on-line dos seus produtos com entrega a domicílio. Como se pode assistir no video a seguir:

 

Pode-se também ver um exemplo similar no Aeroporto de Portugal para apoiar aquelas comprinhas de última hora que resolve a vida e necessidades de muitos viajantes, como se pode visualizar na fotografia abaixo:

Fotógrafa: Conceição Moraes

Essas experiências vem contribuir e quebrar mitos sobre como instalar um ponto comercial, além de redefinir o processo de gestão e indicadores de venda, como por exemplo: o processo de merchandising, reciclagem das imagem a serem apresentadas para os clientes, indicadores de vendas por espaço utilizado, gestão de estoque, além do processo logístico.

Análise a viabilidade e busque alternativas criativas para sua empresa!

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Você sabe o que é empresa 2 e meio?


Existem muitos modelos de negócios que atendem muito bem ao mercado de pessoas com alta e media renda, mas não são adequados para baixa renda!

A partir de alguns casos de sucesso na Índia, a Monitor Global e outras instituições começaram avaliar e identificar os modelos de negócios mais adequados para atender as pessoas baixa renda como consumidores e ou empreendimentos que poupe os recursos naturais e que venha promover a redução da miséria.

Esses estudos apresentaram os seguintes modelos que possuem maior aderência. Negócios que são capazes de servir ou incorporar a população da base da pirâmide de modo lucrativo e com escala.

Esses tipos de negócios estão sendo chamadas empresas e ou setor dois e meio. Para que se possa assumir essa denominação, precisa atender dois pré-requisitos:

  • Rentável ou sustentável estrategicamente, sem precisar de subsídios de terceiros de forma continuada.
  • Ter uma proposta clara e com a tomada de decisão de maximização do impacto social, isto é, promover a melhoria e atender a vida das pessoas de baixa renda de forma significativa.

Atualmente se pode visualizar 07 modelos de negócios que você poderá encontrar no mercado nacional e internacional ou com uma modelagem híbrida.

Os modelos que enfocam mais a possibilidade de ser rentáveis e de capacidade de tornar as pessoas de baixa renda consumidoras, são:

1. Pay-per-use – em que os consumidores pagam custos mais baixos para cada uso de uma instalação de propriedade do grupo, produto ou serviço.

 2. No-frills service (remoção de complementos não-essenciais em um produto ou serviço) – serviço que atenda às necessidades básicas dos pobres com preços atraentes, removendo complementos não essenciais. Há possibilidade de gerar fluxo de caixa positivo e os lucros atendendo em larga escala.

3. Paraskilling – reengenharia de serviços e processos complexos em um conjunto de tarefas simples desagregados padronizados que podem ser realizadas por trabalhadores sem qualificação especializada.

4. Shared Channels – canais partilhados, produtos e serviços através de otimização dos recursos ambientais nas cadeias de abastecimento existentes do cliente, permitindo assim que as pessoas de baixa renda paguem e tenham acesso a bens socialmente benéficos, tais como lanternas solares ou produtos com qualidade e insumos reciclados.

E modelos que possibilita a transformação das pessoas de baixa renda como produtores, fornecedores ou trabalhadores, são:

5. Contract Production – contratos com produtores de baixa renda para fornecerem determinados produtos e serviços.

6. Deep Procurement – compra direta nas comunidades carentes, retirando os canais de venda intermediários.

7. Demand-led training – identificar e promover treinamentos para espaços ocupacionais que ficam nas margens do setor formal e informal.

 Na perspectiva internacional, essas modelagens de negócios poderá ser uma das alternativas de crises econômicas, visualizando a base da pirâmide como ator econômico, viabilizando seu poder de escolha. Além de muitos negócios contarem a parceria governamental e de grandes empresas para que todos tenham ganhem socialmente e geração de lucro e renda.

gestão de estoque, Gestão empresarial, logística

Gestão de estoque: desafio para muitas empresas…


Desafios de gerenciar estoque quando se trabalha com muitos itens.

Primeiro para empresa que tem condições de informatizar todo o processo de gestão, envolvendo desde a entrada, o processo de venda e saída da mercadoria – é o ideal.

Mais não para por ai! É necessário constantemente analisar o comportamento das vendas no sistema e o tempo que a mercadoria fica no estoque.

Quando o produto fica muito tempo no estoque você deve fazer as seguintes analises:

  • Há defeito no produto?
  • O produto teve a oportunidade de exposição na área de vendas?
  • Foi oferecido pelos vendedores nas vendas?
  • Existe rejeição por parte dos clientes?

 

Essas perguntas poderão ajudar a diagnosticar e contribuir nas possíveis soluções:

  • Produto com defeito, você poderá negociar com os fornecedores para você trocar.
  • Problema de exposição e oferta, você deverá criar espaços para os produtos serem expostos e criar metas de vendas para as vendedoras oferecerem os produtos.
  • Quando existe rejeição, é importante analisar! Se o produto tem o perfil dos clientes que vocês atendem, se o valor percebido do produto versus preço, se está com defeito… e outras questões.

A partir dessa análise você terá  que tomar decisões de imediato!

Pense que produto é dinheiro! E não pode ficar parado!