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Quando não se tem tempo mais para nada?


As empresas passam por diversos estágios no decorrer dos anos. Se a empresa vai progredindo gradativamente, o empresário precisa também ajustar sua abordagem gerencial de acordo com esse crescimento.

Fotógrafa: Conceição Moraes

A grande questão é que muitos não conseguem visualizar esse crescimento até chegarem nas seguintes situações:

  • perder o controle da rotina da empresa,
  • haver um grau de estresse elevado por conseguir dar resposta em tempo hábil para atender seus funcionários e clientes,
  • crescimento  do número de reclamações dos clientes,
  • perder a qualidade de seu produto/serviço, ou
  • outras situações que venham gerar desquilibrio na empresa.

É natural no estágio inicial da empresa ter uma abordagem gerencial centralizada, uma vez que o empreendedor está implantando toda a rotina e imprimindo sua filosofia de trabalho na empresa.

Agora, ao implantar essa rotina faz necessário deixar espaço para o próximo estágio gerencial da empresa, que é a descentralização da gestão e o processo de delegar algumas atividades.

Atualmente, se você se identifica alguma situação citada acima e não tem tempo mais para nada, é momento de rever sua rotina! Logo, siga a seguinte dica:

  1. Liste todas atividades que você realiza de hora em hora, caso não consiga faça por expediente.
  2. Essa listagem faça durante uma semana, no mínimo.
  3. Quantifique quantas vezes cada atividade se repete.
  4. Comece analisar as atividades que mais se repete, através das perguntas a seguir:
    • Essa atividade é estratégica?
    • É rotineira? Qual o grau de complexidade?
    • Pode ser feita por outra pessoa, isto é um funcionário ou ser terceirizada?
    • Se pode ser feita por um funcionário, quais as rotinas, regras e diretrizes que ele precisa saber para executá-la?
    • As atividades mais básicas comece a delegar para o funcionário escolhido, orientando e passando como você gostaria que você executado e quais os indicadores de resultado dessa atividade.
    • Monitore as atividades que foram delegadas.

Dessa forma você começa a ter espaço para questões mais estratégicas, como por exemplo, pensar em melhorias e inovação de sua empresa. Além de ter qualidade de vida!

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Liderança aberta


No novo ambiente organizacional com pessoas conectadas e presentes nas redes sociais provocaram mudanças nos relacionamentos de trabalho e principalmente a relação entre líder e liderado. Os líderes precisam rever seu comportamento, “míope de chefe” de ser controlador e centralizador para postura abertura para construir relacionamento com os liderados, tornando um ambiente colaborativo e efetivo nos resultados da empresa.

As premissas da liderança aberta, segundo a pesquisadora Charlene Li (2011):

  • Respeitar o fato de que seus clientes e funcionários tem poder, se você ainda não acredita nesta afirmação, faça uma pesquisa nas redes sociais sobre as publicacões falam da empresa.
  • Compartilhar sempre para construir confiança. O diálogo diário e a coerência do que é dito e cumprido, vem fortalecer essa relação de credibilidade e confiança.
  • Alimentar a curiosidade e a humildade. Nunca achar que sabe o suficiente e não tenha que aprender com o outro.
  • Manter a abertura responsável. Observar que a responsabilidade tem uma mão dupla e que cada um precisa assumir os erros e acertos, independente da hierarquia ocupada.
  • Perdoar os fracassos. Isso não significa que os fracassos são simplesmente aceitos, mas precisam ser reconhecidos e compreendidos por todos para que não se feche as portas para criatividade.

Reflita sobre suas crenças e comportamento como líder e verifique o que você precisa repensar!

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Qual o capital intelectual do futuro?


Diante da constante mudança das empresas e do ambiente que estão inseridas, o perfil e as competências dos profissionais vem modificando.

Recentemente foi publicado na internet uma pesquisa sobre o perfil dos profissionais existentes nas empresas e o perfil mais almejado para o futuro. O resultado demonstrou a seguinte ordem de prioridade:

  • especialistas em mídia social;
  • estrategistas de marketing;
  • especialista em integração de bancos de dados;
  • estrategista organizacional;
  • bilingue ou poliglotas;
  • sociologo ou antropologo;
  • estrategistas em logística; e
  • demais especializações.

Muitos profissionais estão precisando sair do “seu quadrado” e tirar seu preconceito com as redes sociais. A primeira especialização mais ranqueada é a expertize em midias sociais e a construção dessa competência vai além de cursos de especialização ou de curta duração. Faz-se necessário uma vivência nas próprias redes sociais e mergulhar nas origens do ser humano – entender de gente e dos meios que proporcionam as relações pessoais e profissionais.

As demais áreas já vem tendo um demanda constante desses profissionais, mas 0 que muda é o cenário em que irão atuar.

Fica a reflexão para as empresas e os profissionais que ainda não enxergaram este cenário, pois sua competitividade estará diretamente ligada a esse perfil do capital intelectual.

Fonte: Greenbook, 2011

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Como levar os funcionários da sua empresa deixar de serem meros executores?


Tudo começa com o espaço proporcionado nas relações de trabalho, de poder e abertura para lidar com fracassos e sugestões inovadoras.

Já não mais existe espaço para uma relação controladora e com tomadas de decisões centralizadoras, pois, por mais controle que houver, existem formas criativas de burlar; e, se uma empresa pretende crescer, terá que aprender a descentralizar suas decisões e todo gerenciamento das atividades da empresa.

Observa-se que o aspecto atitudinal de um funcionário é determinante para uma boa atuação de forma autônoma e profissional no dia-a-dia da empresa. A atitude de uma pessoa é resultado das crenças, sentimentos e comportamentos. Com isso, é necessário fazer uma boa seleção de pessoal para os cargos e atividades certas.

Os empresários precisam começar a refletir sobre sua postura de gerenciar e atuar no que atualmente chamamos de liderança aberta. Esse tipo de liderança eleva o processo de relacionamento entre líderes e liderados de forma madura e autônoma, levando em consideração as atitudes responsáveis e comprometidas com suas funções e metas pré-estabelecidas.

Infelizmente, percebe-se que alguns donos de empresa não estão preparados para essa relação aberta e continuam infantilizando os funcionários na forma de gerenciar suas atividades, além de se sentirem incomodados quando algum funcionário não se submete a uma relação passiva e conivente a tudo.

Os empresários precisam dar abertura para sugestões críticas e questionamentos no intuito de repensar as rotinas atuais e traçar novas práticas. Quando existe um espaço para diálogo, os funcionários tendem a só seguir exclusivamente a linha de comando dado, mesmo sabendo que poderia existir uma solução melhor para tal atividade.

Esse contexto cria um ambiente desfavorável para a colaboração e o fomento de novas idéias. Os funcionários viram mortos-vivos dentro da empresa.

É necessário retomar o diálogo e a troca de conhecimentos entre todos, sem barreiras hierárquicas – só havendo o respeito e a intenção que todos podem contribuir para tornar o ambiente de trabalho e o atendimento aos clientes melhor.

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Gestão de equipe


Na gestão de um pequeno negócio, você não poderá esquecer de capacitar sua equipe de trabalho. Além de suas diversas ações de tentar nutrir a efetividade de seu grupo de trabalho.

Para se ter uma boa atuação com sua equipe de trabalho é necessário (HACKMAN, 2005):

Estruturá-la, estabelecendo seus propósitos, suas atividades e o nível de conhecimento e habilidade necessária;
francesfrances

Obter os recursos para que as atividades possam ser desenvolvidas;

Remover os obstáculos que impedem o trabalho;

Ajudar e fortalecer as contribuições individuais para o fortalecimento do grupo, para que possam cada vez mais utilizar os recursos do grupo para o propósito comum.

Mas para que o desempenho seja efetivo, é necessário acompanhar:

Se a produção da equipe se corresponde em quantidade e qualidade exigidas pelos clientes;

O relacionamento entre os membros da equipe. Se existe espaço para detectar e corrigir erros antes de danos mais sérios, e/ou identificar as tendências e demandas que estimula uma atuação proativa da empresa.

Também é necessário que o nível de esforço dos membros da equipe seja de conseguir concluir as suas atividades, favorecendo-os para que estes possuam conhecimento e habilidades necessárias para um bom desempenho e que todas as suas atividades estejam alinhadas com a estratégia da empresa.

O seu papel como líder deste processo irá influenciar sensivelmente o desempenho da equipe. Por isso, é importante refletir sobre o seu comportamento perante sua equipe de trabalho e qual a sua intervenção na equipe de trabalho.

Fora às capacitações formais, que são necessárias para equipe, é necessário identificar qual o estágio de sua equipe de trabalho perante as atividades a serem realizadas, para que você mesmo possa intervir no grupo.

Por exemplo, se o grupo está iniciando suas atividades, faz-se necessário definir os papéis de membros e expectativas, lidar com conflito e fricções interpessoais, e ajudar a equipe a alcançar um nível de “maturidade” que diminui a sua dependência para com você. E quando grupo já está atuando há um tempo, é necessário analisar como processos humanos estão afetando trabalho em um problema específico da empresa; entender melhor o próprio processo de interação da equipe; e que processos de equipe nutrem ou impedem o funcionamento do grupo efetivo (HACKMAN, 2005).

Se você não consegue fazer isso, não deixe de solicitar apoio de profissional especializado para que essas questões não venham afetar sensivelmente a empresa.

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Quando o in group prejudica na legitimidade de uma liderança…


Temos muitos gestores, gerentes, supervisores, encarregos; mas poucos são líderes. Ter uma credencial de um determinado cargo ou espaço ocupacional de uma empresa não garente que esse profissional seja um líder de uma equipe ou da própria empresa. A legitimidade de um líder advém de seus líderados em que o reconhecem como tal e deixam ser guiados por ele. Na dinâmica do dia-a-dia do líder em ação existe a formação do in group e do out group, segundo a teoria de troca entre líderes e liderados (LMX).

O in group ou grupo interno são os relacionamentos estabelecidos com um pequeno grupo que são escolhidos pela similaridades de atitudes, características de personalidade e por confiança. Esse pequeno grupo está dentro do grande grupo que é liderado, formando assim os membros que fazem parte do grupo interno e do grupo externo. É legítimo que o líder faça essa formação para que possa compartilhar suas dúvidas, visões e decisões que precisam ser tomadas com rapidez e eficácia.

Agora quando isso ocorre de forma exagerado e viciada… a legitimidade desse líder começa a ser questionada perante os demais liderados, pois ele só compartilha com o grupo externo as decisões já formalizadas sem dar espaço para escutar sugestões e idéias divergentes que poderiam fazer a diferença nas situações vivenciadas pela empresa. Enquanto isso o in grupo, começa a ser visto com maus olhos por toda a equipe e começam a ganhar nomes pejorativos. É importante que o líder tenha equilíbrio entre a escuta do grupo interno e do grupo externo. É necessário que faça reuniões formais ou informais com os demais da equipe para que todos possam contribuir para a melhoria da empresa efetivamente.

Diante desse reflexão… como anda seu relacionamento com os seus liderados?

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Você possui uma abordagem para gerenciar seu negócio?


Nos dias atuais, tem-se atuado cada vez mais em estrutura de times promovendo o empoderamento das equipes de trabalho, tornando-as autônomas, ágeis, proativas e comprometidas e motivadas com trabalho.

Uma pequena empresa possui uma estrutura favorável para acontecer o empoderamento dos seus funcionários, porque não há muita hierarquia e departamentalizações, além de possuir uma equipe multifuncional.

Mas, muitas vezes, encontramos líderes e gestor do seu próprio negócio com uma abordagem maquiavélica baseada no poder e no controle. Todo o seu poder está voltado em deter informações úteis para seu negócio e na centralização de todas as decisões. E aí sua equipe de trabalho fica refém e infantilizada, não podendo fazer nada, sem o gestor sinalizar. E, também, é engraçado que esses mesmos gestores, muitas vezes, comentam da incompetência de suas equipes…

Volto, então, a questionar, qual a intenção e a meta de um gestor do seu próprio negócio, se não é viabilizar sua empresa através de suas relações com o mercado e principalmente, através de sua equipe de trabalho.

O empoderamento de uma equipe de trabalho é dar responsabilidade na tomada de decisão, tendo as informações necessárias para contextualizar a decisão vinculada com as estratégias e a missão da empresa. Para isso é necessário um ambiente favorável em que possibilite o compartilhamento do poder e das informações para com todos que fazem parte da empresa. Esse ambiente é viabilizado através de algumas decisões do próprio gestor, tais como, na formação de um sistema interno organizacional e cultura que dê apoio ao espírito colaborativo e de alto envolvimento da força de trabalho de sua equipe.

O sistema interno organizacional contempla:

  • A seleção de funcionários que tenha um perfil colaborativo e competência para assumir as devidas atividades que será de sua responsabilidade. 
  • O processo de socialização do funcionário para inseri-lo no ambiente da empresa de forma que haja sua integração com a equipe de trabalho, com as estratégias, missão da empresa e seus respectivos impactos. 
  • Avaliação da performance para uma política de recompensa: levar os funcionários terem a clareza de qual o comportamento e resultado que será recompensado. 
  • Definir os canais de comunicação que toda a equipe possa ter acesso. 
  • E outras ações que favoreça o ambiente colaborativo específico da dinâmica do seu negócio.

É importante refletir e reconhecer que as abordagens maquiavélicas são improdutivas para o desempenho de sua empresa, como também é carregada de medo de perder o poder e o controle das coisas, sobrecarregando o próprio empresário com atividades rotineiras.

Para uma empresa de vanguarda, não existe mais espaço para esse tipo de atitude e sim, para a filosofia de “primeiro as pessoas”, isto é, proporcionar um ambiente que para sua equipe desempenhe suas atividades de forma que conduza a sua empresa da melhor forma possível e se relacione bem com seus clientes, pois são eles que estão face a face com seus clientes e que vão promover o sucesso do seu negócio.

 Por Conceição Moraes

Empresário, liderança

Gestão de Negócios…


Caro leitor, você refletiu sobre o que os principais atores que fazem parte do dia-a-dia de sua empresa? Os atores que estou falando para você são: os clientes, os funcionários, os sócios da empresa, os fornecedores e a comunidade em que sua empresa faz parte.  Vamos discutir hoje de como monitorá-los:

Para os clientes: é importante você no mínimo, ter seu cadastro que possa configurar o perfil e histórico do seu relacionamento com eles.  Por exemplo, nome, data de aniversário, meios de contato, preferências, registro das compras ou aquisição dos serviços e outras informações que poderá ajudá-lo a identificar quem são os clientes mais constantes na sua empresa, os que realizam o maior volume de compra ou de aquisição de serviços, previsão do se que deverá inovar quanto o produto/serviço. Enfim todas essas informações ajudaram em tomar decisões mais corretas para manter seus clientes, além de realizar promoções direcionas, dinamizando seu relacionamento com os clientes.

 

 Pense agora em seus funcionários, se você os conhece de fato… Conhecendo-o bem, você poderá direcionar as bonificações ou premiações de acordo com suas realidades. Ter uma gestão de equipe com regras claras e justas, não esquecendo de realizar periodicamente reuniões para escutá-los porque eles possuem informações que você não consegue obter através de seus sistemas informatizados. É importante rever se há infra-estrutura na empresa para que eles possam desempenhar bem seus trabalhos. Enfim, e outras aspectos da gestão de pessoas que são importantes para que seus funcionários sejam efetivamente parceiros/ colaboradores de sua empresa. Saiba que um dos diferenciais identificados em uma empresa de sucesso, é a capacidade e habilidades dos seus funcionários, principalmente em um mercado que as empresas muito similares.222429070_3299c2056f_m

Deve haver unicidade entre os sócios e o sentido da existência da empresa perante a capacidade de gerar lucro. E para isso, monitorar e maximizar os lucros, faz-se necessário ser implantado alguns controles e processos para gerar informações e previsões futuras, como, por exemplo, ter a ferramenta de fluxo de caixa, ter uma ferramenta de controle de contas a receber com uma política estruturada de intervir em caso de inadimplência, gerenciar os custos, pois não basta aplicar o preço de seu produto/serviço similar a sua concorrência. Além da necessidade de planejar todos os investimentos com o objetivo de melhor utilização dos recursos da empresa.

 

No relacionamento com seus fornecedores, é necessário você ter um cadastro de cada um deles com informações de prazos de pagamento e de entrega, quantidade mínima de compra e outras informações pertinentes para se poder realizar alguma negociação. Não deixe de ter um cadastro com fornecedores substitutos para alguma eventualidade. É importante sempre ter constância nas compras e sempre dialogar as possibilidades de parcerias que venham contribuir para otimizar estoque, aumentar as vendas e outros aspectos pertinentes para o ganho financeiro de ambos.

Agora você não pode deixar de esquecer da comunidade local em que sua empresa está inserida. Ter o cadastro das lideranças do seu em torno para possíveis parcerias, está por dentro das legislações e das normas que interfere no seus segmentos para procurar ter ações lícitas perante o mercado e, em especial, com os clientes, procurar ter alguma ação de responsabilidade social junto às comunidades carentes de seu torno.

Enfim, essas e outros mais meios de você melhor gerenciar sua empresa. Não esqueça de rever sua prática e implantar no mínimo os itens exemplificados.

Até a próxima!

Por Conceição Moraes, analista do Sebrae Pernambuco

Empreendedor, Empresário, liderança

Liderança…


Liderança é executar as tarefas enquanto se constroem relacionamentos(HUNTER, 2005). Nos dias de hoje, você não consegue legitimidade da sua atuação como líder se não for através da construção do relacionamentos com seus funcionários e ou liderados. – E você, o que acha a respeito?