Comportamento do consumidor, Consumo compartilhado, Diferencial estratégico, Gestão empresarial, Mercado, Oportunidade de negócio

Oportunidade: guia para turistas


Muitos turistas que chegam em uma cidade querem alguém para orientar e contar um pouco sobre ponto histórica, hábitos culturais, orientações. Precisa perceber que existe turistas para cada possibilidade remunerada de forma tabelada ou pagar quanto vale.

Basta acreditar e divulgar os serviços, além de definir temática para cada roteiro. Segue algumas dicas:

Explorar e gerar experiências

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Comportamento do consumidor, Consumo compartilhado, Diferencial estratégico, Gestão empresarial, Mercado, Oportunidade de negócio

Turismo e meios de transporte


O transporte público ou privado fazem parte da vida de todo turista. Os profissionais precisam estar atentos para passar confiança, ser ético e profissional. Segue algumas dicas de como melhor explorar a oportunidade e gerar uma ótima experiência.

Meios de transporte & Diversão

Comportamento do consumidor, Diferencial estratégico, Gestão empresarial, Mercado

Dicas para atender o turista – Alimentação


Algumas dicas para gerar melhor experiência para os turísticas quando chega no seu restaurante, bar, lanchonetes, foodtruck e outras meios que venham comercializar alimentos prontos para o consumo.

Alimentação

Diferencial estratégico, Estratégias, Gestão empresarial, Mercado, Oportunidade de negócio

15 Dicas para meios de hospedagem


Quando se pensa em turismo, precisamos ampliar na idéia nos meios de hospedagem em todas localidades pois o turista precisa ter opções para escolher que tipo de experiência se quer ter.

Agora, é importante dar suporte ao turista para completar sua experiência na localidade.

Leia as dicas a seguir.

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Cultura Organizacional, Gestão empresarial, Inovação, Mercado, mundo digital, Mundo virtual

Transformação digital e suas armadilhas


A dinâmica do mercado com os avanços tecnológicos junto com a sociedade líquida, que vem se apresentando, leva as empresas a caírem em armadilhas de erros primários na busca da modernidade e melhoria dos processos. Tudo começa no modelo mental da tomada de decisão dos gestores,  sejam eles nativos digitais ou não.

Cuidados excessivos e ao mesmo tempo contraditórios, quando uma das partes da empresa cria regras de seguranças extremas e a outra na modelagem do negócio, são imprudentes. Tudo por que consideram que estão tendo iniciativas arrojadas, além de colocar pessoas sem noção na liderança de frente de projetos inovadores.

Mas assumir mais riscos não significa ser mais arriscado. Fazendo movimentos imprudentes, ignorando o senso comum e perdendo de vista  a proposta de valor da empresa,  pode desfazer iniciativas arrojadas.

Medo do desconhecido, em muitos casos, é constante, os medos são compreensíveis das pessoas e se dissipa ao conhecer as análises do próprio setor, da concorrência, do mercado, das tendências, os aspectos futuristas e outras variáveis. Esta análise externa deve ser acompanhada de uma avaliação interna profunda, também.

Isso começa com uma avaliação completa dos ativos da empresa – marcas, capital, dados, clientes, produtos, pessoas e lacunas de capacidade. As melhores empresas também desenvolvem uma imagem objetiva de seu quociente digital, os elementos de seus negócios que agregam o maior valor e as desvantagens estruturais que enfrentam.

Falta de foco pela febre da ampla experimentação gera emoção e aprendizagem, mas também pode ser autodestrutiva se não for gerenciada cuidadosamente. Executar muitas iniciativas, perde-se  o foco da gestão, prejudicando as idéias promissoras diante dos recursos de que necessitam para uma expansão das idéias bem sucedidas.

Muitas vezes, as empresas fornecem recursos em programas que produzem ganhos de curto prazo, mas não podem ser dimensionados, não são sustentáveis ​​e não agregam valor. Para evitar essa energia desperdiçada, qualquer transformação digital deve começar com a compreensão das necessidades dos clientes e criar soluções que não só pode abordá-las, mas que tenham o potencial de gerar o maior impacto.

Gastos desordenados ou crescimento de receita demoram mais do que o esperado. As principais empresas começam por segmentar ganhos rápidos para desbloquear o valor para que o esforço se ajude, muitas vezes nos primeiros três meses. Na verdade, essa abordagem pode ser tão eficaz que as empresas mais bem sucedidas geram mais poupanças ou receitas do que são necessárias para financiar uma transformação.

Suposta falta de talento, a maioria das empresas que embarcam em transformações digitais subestima o tempo que leva para criar recursos.

Elas sabem que precisam de talento digital, mas não de que tipo ou quanto. Qualquer pesquisa efetiva de talentos deve começar com a identificação dos problemas que precisam ser resolvidos. Isso ajuda a esclarecer os conjuntos de habilidades que você precisa. Após uma análise preliminar, por exemplo, uma empresa determinou que precisava de 11 pessoas com conjuntos de habilidades específicos – “líderes” e “realizadores” – para completar um projeto central como parte de uma transformação.

Criar um ambiente de trabalho de iniciação com espaços informais onde as pessoas podem reunir e compartilhar idéias pode ajudar a atrair o talento certo.

Falta de disciplina é o resultado não harmonioso da agilidade e velocidade são uma segunda natureza para uma organização digital, mas a energia pode se transformar em caos se não for canalizada propositadamente. Os líderes precisam ser sistemáticos para identificar e capturar o valor comercial, que começa com a criação de transparência e métricas úteis para acompanhar o progresso das iniciativas digitais.

A disciplina não deve ser confundida com a rigidez. Ter um modelo de recursos flexíveis para mover pessoas e fundos, por exemplo, para desenvolvimentos promissores e abordar questões-chave rapidamente, se necessário.

Falha no aprendizado gera um caminho desastroso da transformação quando se para de aprender. As empresas bem-sucedidas recompensam a experimentação porque aprendem com os erros, uma empresa na busca de melhoria continua , por sua vez, promove mais criatividade.

A aprendizagem efetiva, no entanto, não acontece apenas por conta própria. As empresas precisam investir em sistemas para capturar lições e aprender com elas.

As organizações que abraçam a aprendizagem normalmente desenvolvem protótipos baratos, avaliam-no com os clientes e refinam-os repetidamente até chegarem a um produto mínimo viável (MVP). Eles buscam comentários sobre novos recursos de pequenos grupos de clientes através de pesquisas simples ou medindo suas respostas para elementos específicos. O movimento nos dias atuais concretos de aprendizagem coletivo.

Mudanças e suas fadigas pois todo o processo de de transformação e implementação de novos projetos precisam de alguns experimentos. Por sua vez existe equipes pequenas, turnover de equipes, disseminação com todas as equipes além de cumprir com a rotina da empresa. Tudo isso no cenário da rapidez da transformação digital com suas métricas. Cada empresa possui sua realidade e o processo precisa ser simplificado para que não caia na armadilha da fadiga no desempenho da equipe.

Ir sozinho mas viver em um ambiente coletivo pois se o velho mundo tratasse de manter as coisas abertas e fechadas, o novo mundo é sobre engajar-se com um ecossistema de parceiros e vendedores. Essa abordagem pode ajudar a acelerar o acesso aos mercados, talento, capacidades e tecnologias. As empresas ágeis criam capacidade digital em velocidade usando recursos existentes, como softwares de código aberto, que podem ser personalizados para suas necessidades. As empresas líderes também estão criando recursos de gerenciamento de relacionamento com ecossistemas, de equipes de negociação que rastreiam potenciais parceiros para pessoas dedicadas ao gerenciamento de comunidades de parceiros e desenvolvedores.

Suposta lentidão mas na realidade é mais rápido que você pensa que está indo, é provável que não seja rápido o suficiente. A velocidade é essencial quando se trata de reagir às mudanças do mercado e capturar oportunidades de receita antes que os concorrentes o façam.

Para você perceber se não está caindo em uma armadilha tenha clareza onde você sua empresa veio, onde está, e para onde se quer chegar! Sempre ter indicadores de resultados além de monitorar o mercado com visão sistêmica!

Fonte: McKinsey, 2017.

consumo simbólico, Gestão empresarial, Mercado, Modelo de negócio

Turismo: um perfil de clientes em crescimento


Ao assistir o episódio deste filme a seguir, fez-me lembrar como é chato a passagem rápida nos locais que você quer visitar e quando é gerado a expectativa de um pacote de viagem turística.

 

Vou falar de um segmento de clientes que muitas as agências tradicionais estão perdendo.

Esse segmento vem crescendo com a nova geração que está começando a fazer parte da economia ativa do Brasil. Esse perfil de pessoas a cada dia estão se afastando das empresas de turismo tradicionais, fugindo de pacotes fechados de viagens.

Eles querem muito mais que visitar uma cidade, querem conhecer com detalhes alguns lugares, ter experiência naquela cultura da localidade a ser visitada. Inclusive, buscar conversar e ter trocas de idéias, experiências e pontos de vista sobre o mundo e a sociedade.

Alguns empreendimentos tem explorado essas possibilidades e por isso vem se consolidando no mercado, como por exemplo:

A escola de inglês, Pacific Gateway international college, Vancouver, Canada procura promover atividade extra classe de conversação com canadenses voluntários de diversos perfil para corresponder com a curiosidade e identificação dos  alunos terem maior imersão na cultura e na linguagem popular.

A comunidade couchsurfing, promove a troca de cortesia de hospedagem de graça ou um simples happy hour entre as pessoas que estão em viagem e com pessoas do local visitado.

A comunidade AirBNB também promove a mesma experiência de convívio e imersão de como é morar naquela localidade.

A comunidade bla bla bla car, muito utilizada na frança e que está expandido para outros países, inclusive no Brazil, as pessoas rateiam os custos da viagem de carro e já possui pequeno filtro para existir compatibilidade entre as pessoas e trocarem experiências entre o motorista e a pessoa que está pegando carona.

Em varias cidades, principalmente na Europa, possuem comunidades que você escolhe suas preferências, levam você para lugares onde realmente os moradores frequentam, sem ser os ponto turísticos clássicos divulgados em guias e reportagem. Promovem a imersão no ambiente diário da localidade enfatizando o filtro dos grupos de preferências, tais como, arquitetura, natureza, aventuras, compras, vida noturna, etc.

As algumas empresas para minimizar o decrescimento desse segmento, estão só oferecendo pacotes só com passagem aérea ou transporte e hospedagem, deixando o cliente criar seu próprio roteiro.

Essas exemplos e muitos outros é para mostrar que a expectativa e as preferências dos turistas estão mudando. Precisa ser observado e algumas empresas de pequeno porte precisa avaliar sua proposta, a segmentação de clientes e portfólio de serviços  para não ficar na mesmice dos pacotes fechados das grandes empresas e criar oportunidades e diferenciais.

Reflita que experiência você, empresa, está  promovendo ao turista? Algo inusitado  por mais simples que seja? Algo singular? Ao que gere significado para o cliente?

Eis o diferencial para as pequenas empresas.

Por Conceição Moraes

Diferencial estratégico, Empresário

Tecnologia pode favorecer um ambiente colaborativo e geração de negócios


Atualmente, quanto mais rápido e eficiente no saber se comunicar com sua equipe e parceiros, mais rápido você fazer acontecer os negócios.

Não dar mais para perder tempo com deslocamento para reuniões podendo ser realizado de forma efetiva a distância. A final para que existe a tecnologia que já entrou na sua vida e nos negócios sem bater na porta.

Aproveite e usufrua as ferramentas disponíveis no mercado. Muitas delas são gratuitas e outras possuem um pacote básico gratuito e outro avançado pago. Agora para começar agilizar sua agenda e não perder o trabalho colaborativo, comece utilizando os pacotes gratuitos para alavancar suas atividades.

A seguir segue vários links para permitir atividades de colaboração e conferência:

Não perca de vista seus objetivos de cada reunião e seus respectivos resultados. Dessa forma você saberá o momento certo de utilizar a tecnologia a seu favor ou realizar reuniões tradicionais com todos os colaboradores de sua empresa e parceiros.
Estratégias, vendas

Venda casada, segundo a legislação…


Na busca de vender mais, procura-se usar estratégias para estimular as vendas. Algumas estratégias gera intimidação do cliente, levando a pensar se ele não aceitar uma “suposta venda casada”, não vai ter acesso ao produto ou serviço que ele mais quer.

O ministério da justiça apresenta um video sobre aspectos legais quanto a venda casada, assista:

comportamento empreendedor, Cultura Organizacional, Diferencial estratégico, Mercado, Oportunidade de negócio

Quando busco entender o cliente, tudo acontece…


Entender o cliente é a peça fundamental para o sucesso de uma empresa.

sentidos

Para isso, preciso primeiramente escutá-lo, entender suas necessidades, seus critérios de escolha, como eles veem os seus produtos e serviços, como é o comportamento de consumo. Só depois dessas infromações se deve procurar agir para satisfaze-lo no momento atual e superando sua expectativa diante suas demandas futuras.

Quando se entende o cliente, você  pode começar a utilizar estratégias de atrair e influenciar os clientes para que eles possam cada vez mais familiarizados com a marca e juntos transmitir o estilo de vida e valor que sua marca proporciona! Sua marca começa fazer parte da vida do cliente!

O relacionamento com o cliente não se esgota no que já falei. É necessário engajar e envolver o cliente na dinâmica da empresa, isto é, incluí-lo na conversa sobre a empresa para que se sintam fazendo parte da marca e especial.

Essa dinâmica faz parte dos dias de hoje: entender, atrair e engajar.

Dessa forma vocêpoderá ter ações que vãogerarresultados e fazersuaempresaacontecer no mercado.

Cuidado com sua prática empresarial seja igual a essa imagem desse artigo, perante seus clientes e funcionários que pretendem contribuir para melhor entender os clientes!

Diferencial estratégico, E-commerce, Gestão empresarial, Mercado, Oportunidade de negócio

E-commerce: ameaça ou oportunidade?


 

Anos atrás quanto aconteceu as primeiras iniciativas de venda pela internet, muitos consideravam que o comércio eletrônico era uma grande ameaça para os varejistas. O tempo foi passando o comercio eletrônico foi consolidando internacionalmente, melhorando seu desempenho operacional, os governos criando legislações específicas e cada vez mais adesão dos clientes de diversas idades na realização das compras.

Atualmente, já se é visto como mais um canal de comercialização para os varejistas tradicionais, uma vez que só consideravam como estratégia de crescimento utilizando os seguintes artifícios:

– abertura de uma filial

– aumentando o espaço fixo

– aumentando mix de produto

– desenvolvendo franquias de seus empreendimentos

As opções citadas não deixaram de ser consideradas, mas precisa-se observar que o comércio eletrônico para alguns tipos de empreendimentos é bem mais interessante e estratégico.

Os varejistas tradicionais brasileiros precisam rever suas estratégicas e começar a rever toda sua estrutura de comunicação e relacionamento com o cliente pela web. Empresas de vanguarda internacionalmente já utilizam os seguintes canais:

– Fanpage, pelo facebook.

– Pinterest, apresentação de seu catálogo de produtos, além de imagem com situações e opções de uso do produto.

– Instagram, mensagem rápidas e novidades quentes para os clientes amantes por novidades

– Foursquare, promover a divulgação boca a boca da sua empresa pelos clientes que fazem questão de dizer para os amigos e conhecidos que esteve na sua empresa, além de você poder fazer ações promocionais para os principais frequentadores.

– Twitter, informações breves, utilizando hastags.

– Google map, para geolocalizar sua empresa.

– Youtube, Vimeo ou similares, para pequenos vídeos sobre a empresa e make off mostrando tudo que a empresa tem feito nos bastidores para proporcionar a satisfação e engajamento dos clientes.

– Tripadvisor e similares – importante para o segmento de turismo

– Site oficial da empresa bem apresentado, atualizado e com monitoramento no espaço “fale conosco”

– Loja virtual – e-commerce vendendo sua principal linha de produtos e de acordo com o caso as opções com produtos customizados e ou atendendo uma linha de nicho de mercado que sua empresa física não teria condições de atender.

Voltando ao foco deste artigo, o e-commerce não é uma ameaça quando é bem trabalhada na web e fisicamente. Precisa-se ter integração dos canais, pois os clientes já possuem vida na web e fisicamente e a empresa precisa mostrar que está presente aonde o cliente vai e curte.

Sua empresa precusa estar integrada nas redes sociais, comércio eletrônico e a loja física!