Diferencial estratégico, Empreendedor, Estratégias, Mercado, Modelo de negócio, Oportunidade de negócio

A Estratégia do Oceano Azul sob a ótica do modelo de negócios


Conforme os artigos anteriores existem várias abordagens para analisar e validar um modelo de negócio. A abordagem que será tratado neste artigo é a estratégia conhecida como “oceano azul”. Essa abordagem procura sair literalmente do quadrado na forma de analisar as questões organizacionais e de mercado. – Romper as fronteiras para achar novas oportunidades e soluções.

Dessa forma é chamado todas as estratégias e abordagens convencionais como sendo “oceano vermelho” e as abordagens e estratégias que venham proprocionar o novo, rompendo fronteiras, é considerado “oceano azul”.

Na figura abaixo, pode-se observar a comparação do “oceano vermelho e azul”:

azulevermelho

A proposta do aceano azul vem contribuir para muitas empresas sairem da mesmice e das idéias fixas ao olhar o mercado e nas crenças que baseiam suas tomadas de decisões.

O “oceano azul” consiste em reduzir os custos e, ao mesmo tempo, aumentando o valor para os clientes, conforme figura abaixo:

Nesse contexto, deve-se analisar o modelo de negócio, a partir dos seguintes princípios:

  • Esse meu empreendimento:
    • Reconstrue novas fronteiras do mercado
    • Está concentrada no panorama geral, não inúmeros
    • Vai além da demanda existente
    • Existe uma sequência estratégica

Depois da validação, organize seu processo de implantação do seu empreendimento para superar as principais barreiras organizacionais e o planejamento da sua execução na estrategica.

Pense que existe um mar de oportunidade inexplorada ao você romper as estratégias e abordagens tradicionais.

 

Anúncios
Comportamento do consumidor, Diferencial estratégico, Mercado

O poder do consumidor


Sempre se escuta falar de que devemos conhecer nossos clientes, mas será que os conhecemos realmente? Será que compreendemos o poder que eles possuem em nas empresas?

Alguns estudiosos começaram a investigar o poder do consumidor e criaram 03 modelos para tentar explicar sua capacidade e sua abordagem comportamental. Os modelos são:

(1) o modelo de soberania do consumidor;

(2) o modelo de poder cultural, e

(3) o modelo de poder discursivo

Quando se tenta conceitualizar a soberania do consumidor, procura-se observar seu poder de boicotar uma empresa ou um segmento por complete, sua capacidade de maximizar o consumo perante os custos, movimentos consumistas e outras situações em que as regras são ditadas pelos consumidores de forma explicita e implicita.

O poder cultural atua criando barreiras ou aceitação de produtos e serviços, quando se fala de cultura, contempla-se desde da história e atualidade de regimes politicos, situações geográficas, a sociedade em que o consumidor está inserido. Nesses casos, faz necessário, estudar todos os aspectos culturais para que se possa elaborar uma estratégia que leve a aceitação do produto naquele mercado.

O poder do discurso surge no dia-a-dia nos grupos sociais, estilos de vida, principalmente a peça fundamental dos formadores de opnião no mercado convencional e os defensores de marcas, no mercado virtual. O depoimento de um cliente sobre o consumo de um produto ou serviço, em alguns casos, abre ou fecha-se portas.

Diante do exposto, a atividade em que sua empresa atua está mais vulnerável em que modelo de poder?

Essa resposta é fundamental para se zelar e escolher estratégias certas para conquistar, respeitar e construir um relacionamento com seus clientes, pois eles tem o poder!

 

Fonte: Denegri-Knott et al., 2006.

Comportamento do consumidor, Diferencial estratégico, Gestão de serviços, Mercado, Planejamento

Canais de comercialização: uma visão sistêmica


Toda indústria passa por sua própria definição de como vai querer ver seus produtos chegarem até o cliente. Cada escolha possui seus desafios e escolher mais de um canal é interessante para reduzir riscos na comercialização. É claro que na escolha de mais de estratégia precisa não ser conflitantes e estar claro o foco e geolocalizado. Kotler é um dos autores que percebia essa necessidade e procurou esquematizar, conforme a figura abaixo:

A priorização ou definição estratégica depende de algumas variáveis, tais como:

  • Rivalidade entre a concorrência.
  • Necessidade de relacionamento com o cliente.
  • Realidade do processo logístico quanto a natureza do produto, localização geográfica e mercado.
  • Comportamento de consumo do cliente final.
  • E outras variáveis peculiares ao produto e a tendência de mercado.

Com o passar do tempo e o aumento das exigências do mercado foi necessitando incluir outras váriaveis estratégicas nesse esquema como se pode ver na figura a seguir:

Muitos mercados estão exigindo o processo de rastreabilidade dos produtos. Essas informações contribuem para credibilidade do produto e gerando informações para o processo de decisão dos clientes quanto a qualidade, segurança , respeito quanto as questões legais, sociais, ambientais, éticas e culturais.

O processo de rastreabilidade no momento tem-se alguns exemplos interessantes para o acompanhamento dos clientes, tais como:

A variável logística reversa vem atender as exigências legais, de acordo com o segmento, mas também quanto a preservação da qualidade do produto oferecido, zelo com meio ambiente e otimização de recursos escassos.

Significa viabilizar toda uma uma estrutura para possibilitar o retorno do produto ou parte dele para o fabricante ou empresa que venham gerar uma segunda vida aos itens recolhidos.

A outra variavel é a inclusão do processo de cocriação que promove um canal aberto entre os atores que produzem o produto e o cliente final com objetivo viabilizar um canal aberto para que todos os atores possam ser protagonistas no processo criativo de melhoria ou de desenvolvimento de novos produtos. Cada vez mais as novas gerações de consumidores buscam fazer parte da customização ou a própria definição de produtos e serviços que eles irão consumir. Isso ajuda sensivelmente a reduzir equívocos e insatisfações dos clientes, fortalecendo o relacionamento com o cliente.

Diferencial estratégico, Gestão empresarial, Inovação, Oportunidade de negócio

Concepção de empresa x sustentabilidade


Vendo esta imagem em uma região da Turquia, onde as pessoas compartilhavam a mesma caneca para beber água. Fez me lembrar que em 1907 dois amigos, Moore e Luellen começaram a dispertar a possibilidade de comercializar copos descartáveis para susbstituir as canecas de metal que ficam ou ficavam nas fontes de água pública.

Fotógrafa: Conceição Moraes

Essa idéia só teve seu sucesso consolidade oito anos depois.  O consumo foi estimulado como fonte de prevenção de doenças através de campanhas publicitárias. Atualmente, se consome mais 220 bilhões copos de papel e plásticos são usados no mundo.

No decorrer dos anos muito mais produtos e utensílios foram produzidos para uso de forma descartável. Esse consumo foi estimulado por muitos anos como sendo mais conveniente, mais higiênico, além da economia do tempo.

Atualmente, o “hábito do descarte” está sendo questionado por conta do volume de lixo criado pela sociedade.

Fonte: Revista Bola News

Esse contexto vem a questionar os negócios existentes e os novos empreendimentos. As empresas existentes precisam rever o ciclo de vida de seus produtos e a necessidade de desenvolver a logística reversa.

Os novos empreendimentos do futuro já precisa ser concebido pensando em todas as fases do ciclo de vida do produto e inclusive os resíduos gerados na produção. Ao pensar dessa forma, observa-se novas oportunidades de negócios para trabalhar com subprodutos, agregando valor, gerando longividade nos negócios e rentabilidade para empresa.

Comportamento do consumidor, Diferencial estratégico, Gestão empresarial, Mercado, Oportunidade de negócio

Viabilizar alguns negócios colaborativos


Para alguns tipos de negócios colaborativos precisa se criar uma infra-estrutura de apoio em rede, consolidando uma massa crítica de consumo e transformando a cultura do individualismo para o coletivismo.

Um dos exemplos é o compartilhamento de bicicletas que se faz necessário uma estrutura de ciclovias nas cidades como também pontos de contratação  de coleta e entrega da bicicleta.

Cada localidade possui suas regras de utilização gratuita e pagas. A gestão com tecnologia contribui para reduzir os custos de gestão, como por exemplo, site para apresentação da proposta, mapa dos pontos de entrega e coleta das bicicletas, cadastro on-line, máquinas de auto-atendimento, acesso por via celular; além é claro, o monitoramento para manutenção das bicletas para não perder a qualidade e finalidade maior de locomoção saudável e sem poluição.

A seguir você poderá ver algumas imagens de uma dessas estruturas em Roma. Como se pode ver existe um totem com o mapa e a estrutura de estacionamento  ou coleta para o uso da bicicleta.

Roma – Itália: point para bicicletas

No totem possui o mapa com os detalhes dos pontos mais próximo para utilização do serviço.

Mapa dos point em uma região de Roma

Essa outra imagem você  pode encontrar também em Viena, esse exemplo é  próximo de um dos pontos turísticos e do metro.

Estacionamento de Bike Share

Os turístas não ficam de fora para o comportamento ecologicamente correto. Como por exemplo, um hotel em Praga oferece para os hóspedes a possibilidade de alugar bicicleta para explorar a cidade. Veja a imagem a seguir:

Proposta de aluguel de bicicleta para turista em um hotel

No Brasil já temos bons exemplos já acontecendo no Rio de Janeiro e em São Paulo. Quanto as demais capitais do país, pode-se começar a analisar sua viabilidade a partir da malha cicloviária atual e a previsão de expansão. A parceria sempre será importante para esse tipo de negócio.

A Rio + 20 está acontecendo e que a a população e empreendedores possam se inspirarem para buscar explorar negócios que envolvam o consumo colaborativo.

Fonte: imagens fotografadas por Conceição Moraes

Avaliação de ponto comercial, Comportamento do consumidor, Diferencial estratégico, Gestão empresarial, Marca, Memória, Mercado, Mundo virtual, redes sociais

Sua empresa está geolocalizada?


No dias atuais muitos empreendimentos formais tradicionais ou não, pontos históricos ou locais interessantes para serem visitados precisam estar geolocalizados, caso você queira  ser encontrado na sociedade atual.

Essa sociedade inclusa digitalmente utilizam a internet para se localizar, pesquisar, traçar rotas e planejamentos de viagens, além de poderem fazer escolhas com as alternativas que aparecem em suas telas.

A partir dessa geolocalização as pessoas começam a curtir e divulgar esses espaços que visitaram, em outras palavras, fazem a propaganda de boca a boca pela web.

Esse mundo é sem fronteira e poderá contribuir até as pessoas que não moram na cidade localizem facilmente e vejam a opinião das pessoas a respeito da localização.

Alguns sites para vocês pesquisarem e para ontem registrarem a existência suas empresas:

http://maps.google.com.br/maps?hl=pt-BR&tab=wl

https://foursquare.com/

https://www.facebook.com/TravellerspointTravelMap

http://www.tripadvisor.com.br/

E outros que vocês venham considerarem interessantes e estratégicos para seus negócios.

Comportamento do consumidor, Diferencial estratégico, Gestão empresarial, Mercado, Oportunidade de negócio

Perfil da classe social: um caminho para uma oportunidade de negócio


Um dos meios de fazer a leitura das oportunidades de negócios é a leitura do tamanho de mercado correspondente a classe social.

Foi publicado na revista ISTOE de número 2210, uma reportagem que mostra o mapeamento do consumo das classes sociais.

O gráfico demonstra o peso da classe B e C no tamanho do mercado consumidor.  Para pessoas que pretendem atuar com a classe social B e C, deve-se pensar em negócios que valorizem seu poder de compra e facilite o processo da pagamento, que não ultrapassem mais de 30% da sua média salarial. Essas duas classes sociais demandam toda ordem de produtos e serviços. Sempre utilizando a lógica de comprar mais com menos seus itens utilitários e dos seus sonhos que venham representar seu gosto, prazer e estilo de vida.

Para classe C, apesar de ter demonstrado 7% sua participação no total do consumo, a abordagem de venda é outra! Ainda se tem muito a explorar. A concepção de negócios para base da pirâmide é na linha dos modelos de negócios do setor 2,5, conforme artigos já publicados.

A classe A também possui uma estratégia diferenciada, pois é considerado consumo de luxo. O peso simbólico e emocional nas suas compras foge da lógica de consumo da classe B e C. Os produtos precisam alto grau de qualidade envolvido com conveniência, luxo, conforto e status pois tudo isso contribuirá a transmitir a idéia do preço justo.

Estude a classe social que você pretende atuar, pois seu sucesso está em definir a estratégia certa para construir suas bases de relacionamentos com o seu cliente.

Diferencial estratégico, Mercado, Modelo de negócio, Oportunidade de negócio, Planejamento, Plano de negócio

Você quer empreender no setor 2,5?


Se você pensa em empreender no setor 2,5 é interessante você observer algumas premissas: desejo, praticidade e viabiliade.

Segundo o Human-Centered Design (Design Centrado no Ser Humano), orienta que o ponto de partida é estudar o desejo das pessoas que se pretende influenciar e transformar suas vidas.

Identificar seus desejos e comportamento de como elas lidam com as coisas almejadas. Precisa-se realizar pesquisas de campo, mesmo que você tenha toda uma experiência ou estudado bastante a respeito.

O resultado da pesquisa contribuirá para validar a idéia, além de surgir informações que se possa desenvolver uma abordagem que venha ter maior aderência para o público pesquisado. Ao definir as idéias de negócios e sua abordagem, evolua para a segunda etapa da validação dessa oportunidade de negócio:

  • proposta operacional da abordagem e
  • análise da viabilidade econômica e financeira.

Relembrando, a abordagem do setor 2,5, o empreendimento precisa gerar impacto na base da pirâmide, viável operacionalmente e financeiramente.

Mais detalhes desse processo você poderá ler no manual da HCD.

Cultura Organizacional, Diferencial estratégico, Empreendedor, Empresário, logística, Mercado, Planejamento

Você sabe o que é empresa 2 e meio?


Existem muitos modelos de negócios que atendem muito bem ao mercado de pessoas com alta e media renda, mas não são adequados para baixa renda!

A partir de alguns casos de sucesso na Índia, a Monitor Global e outras instituições começaram avaliar e identificar os modelos de negócios mais adequados para atender as pessoas baixa renda como consumidores e ou empreendimentos que poupe os recursos naturais e que venha promover a redução da miséria.

Esses estudos apresentaram os seguintes modelos que possuem maior aderência. Negócios que são capazes de servir ou incorporar a população da base da pirâmide de modo lucrativo e com escala.

Esses tipos de negócios estão sendo chamadas empresas e ou setor dois e meio. Para que se possa assumir essa denominação, precisa atender dois pré-requisitos:

  • Rentável ou sustentável estrategicamente, sem precisar de subsídios de terceiros de forma continuada.
  • Ter uma proposta clara e com a tomada de decisão de maximização do impacto social, isto é, promover a melhoria e atender a vida das pessoas de baixa renda de forma significativa.

Atualmente se pode visualizar 07 modelos de negócios que você poderá encontrar no mercado nacional e internacional ou com uma modelagem híbrida.

Os modelos que enfocam mais a possibilidade de ser rentáveis e de capacidade de tornar as pessoas de baixa renda consumidoras, são:

1. Pay-per-use – em que os consumidores pagam custos mais baixos para cada uso de uma instalação de propriedade do grupo, produto ou serviço.

 2. No-frills service (remoção de complementos não-essenciais em um produto ou serviço) – serviço que atenda às necessidades básicas dos pobres com preços atraentes, removendo complementos não essenciais. Há possibilidade de gerar fluxo de caixa positivo e os lucros atendendo em larga escala.

3. Paraskilling – reengenharia de serviços e processos complexos em um conjunto de tarefas simples desagregados padronizados que podem ser realizadas por trabalhadores sem qualificação especializada.

4. Shared Channels – canais partilhados, produtos e serviços através de otimização dos recursos ambientais nas cadeias de abastecimento existentes do cliente, permitindo assim que as pessoas de baixa renda paguem e tenham acesso a bens socialmente benéficos, tais como lanternas solares ou produtos com qualidade e insumos reciclados.

E modelos que possibilita a transformação das pessoas de baixa renda como produtores, fornecedores ou trabalhadores, são:

5. Contract Production – contratos com produtores de baixa renda para fornecerem determinados produtos e serviços.

6. Deep Procurement – compra direta nas comunidades carentes, retirando os canais de venda intermediários.

7. Demand-led training – identificar e promover treinamentos para espaços ocupacionais que ficam nas margens do setor formal e informal.

 Na perspectiva internacional, essas modelagens de negócios poderá ser uma das alternativas de crises econômicas, visualizando a base da pirâmide como ator econômico, viabilizando seu poder de escolha. Além de muitos negócios contarem a parceria governamental e de grandes empresas para que todos tenham ganhem socialmente e geração de lucro e renda.

comportamento organizacional, Diferencial estratégico, Gestão de serviços, Mercado, Oportunidade de negócio, vendas

Natal: aquecimento das vendas x qualidade


Neste período cresce a contratação de mão-de-obra temporária diante da expectativa do aumento das vendas: novos funcionários e oxigenação do ambiente da força de venda. Todos ganham se o processo for planejado!

Quando o processo é planejado, os novos funcionários contratados são treinados para conhecer os produtos e serviços, o perfil dos clientes mais constantes na empresa, qualidade no atendimento e  sobre técnicas de vendas. Esse investimento gera retorno financeiro para empresa de forma imediata, além de descobrir potenciais funcionários para fazer parte da equipe permanente.

O sintoma de quando não acontece o processo planejado é baixo resultado das vendas, clientes reclamando do atendimento, funcionários que não conseguem responder as perguntas dos clientes. Quando se vai efetuar o pagamento, observa-se mais de um funcionário orientando para obter a efetivação do pagamento. Tudo isso gera um desgaste para a imagem da empresa.

Grande reflexão é: se eu não planejei, o que ainda posso fazer para reduzir o desgaste e obter grandes resultados neste final de ano?