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Canais de comunicação e as novas possibilidades


Toda empresa precisa formalizar quais os canais de comunicação a empresa vai estabelecer com os clientes. Tradicionalmente, informava-se o endereço dos pontos comerciais, o telefone e o número de fax. Depois com o tempo, foi agregado o email e o site oficial da empresa. Algumas empresas ainda não chegaram a ter um site oficial, apesar de ser básico.

Com o avanço tecnológico e com a necessidade dos clientes interagirem mais com as empresas, além do contexto da globalização que vivemos. As empresas precisam incluir seu endereço digitalmente, isto é, geolocalizá-lo e abrir novos canais de interação com os clientes através das redes sociais.

Os canais tradicionais ainda não deixaram de ser usados pois as operações comerciais com os bancos, fornecedores e instituições governamentais utilizam intensamente.

Agora os clientes não estão mais satisfeitos em utilizarem os canais de comunicação tradicionais. Como também, as estratégias de fidelização de clientes não vem sendo mais eficazes. A grande mudança é:

  • Construir relacionamentos, no lugar de simplesmente fidelizar.
  • Um novo olhar – os clientes são pessoas que possuem seus anseios, necessidades e um ser social.
  • As novas gerações de compradores estão mais conscientes do que acontece no seu em torno e no mundo.
  • A sociedade está cada vez mais inserida nas web, compartilhando suas vidas, fazendo negócios, omitindo suas opniões e enganjando em causas sociais.

Logo, as empresas precisam construir relacionamentos com seus clientes que precisam ser tratadas como pessoas especiais, que retratem um sua identidade cultural, estilo de vida e dignidade. Além da agilidade de resposta e flexibilidade para atender a realidade de seus clientes.

Agora, reflita quem são as pessoas que fazem parte da sua empresa que você chama de cliente e como você poderia aproximar  e construir relacionamento com elas?  Saiba que o fruto desse relacionamento será a uma empresa participando de vidas, consolidando sua presença física e digitalmente.

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Empreendedor, Oportunidade de negócio, redes sociais

Turismo: ganho de escala através da tecnologia


Na área de turismo, lida-se constantemente com vários desafios na prestação de serviço, tais como, profissionais qualificados, precisão das informações a serem transmitidas, diversidade cultural das pessoas que venham visitar os lugares com sua respectiva língua materna.

Como atender a todos com qualidade, correspondendo suas expectativas e curiosidades a respeito do local visitado.

Bem, tudo isso continua sendo um desafio, mas a tecnologia vem ajudando a minimizar essa problemática.

Quando se consegue coletar e estruturar todas as informações de um determinado ambiente, como por exemplo, em Sopron na Hungria com colocou algumas TVs  ligadas a um computador que rodava um sistema que permitia contemplar toda a arquitetura da igrega em 3D, além da possibilidade de parar e destacar um aspecto para obter maiores informações. Como se pode ver na imagem abaixo:

Fotografia e arte: Conceição Moraes

Esse instrumento permite a personalizar o atendimento ao turista quanto ao seu grau de interesse sobre a história e seus os pontos marcantes.

Algumas cidades consegue traçar um roteiro de ônibus e/ou barco, parametrizando o passeio e as principais informações em que se estará percorrendo. Quando conseguem, o ganho de escala é extraordinário porque consegue padronizar as informações que serão transmitidas para diversos turistas em mais de 10 línguas, se desejar. Promovendo uma redução de custos e aumento na quantidade de turistas que irá utilizar o serviço. A imagem a abaixo mostra o exemplo dessa tecnologia acoplada na cadeira onde o turista se acomoda para realizar o city tour.

Fotografia e arte: Conceição Moraes

A gravação precisa contar com a distância entre um monumento e outro que se venha destacar e variar o fundo musical para que o turista possa mergulhar no tempo e no espaço da história da localidade. Esse exemplo já existe em várias cidades no mundo como por exemplo, Buenos Aires, Londres, Budapeste, Praga, Lisboa, Viena, Paris, etc.

Em alguns ambientes semi-fechados já disponhem de acesso WIFI free para todos que tenham um equipamento mobile (celular, tablet, ipod, etc.) possa acessar a página oficial daquele local que disponibiliza um guia com todas informações, tais como, explicações dos monumentos, toda sua história, programação dos eventos, mapa sinalizado e outras informações.

Como exemplo, você pode ver na imagem abaixo que mostra a página do Castelo em Praga que pode ter acesso através de WIFI free.

Fotografia e arte: Conceição Moraes

Tudo isso é possível com ajuda da tecnologia. Pense e reflita o que você pode empreender nessa área e tornar sua cidade mais atrativa e com capacidade de se comunicar com o mundo!

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A tecnologia: uma solução para novos pontos comerciais


Todo empresário que atua no varejo sonha com um  ponto comercial onde concentra seus clientes potenciais. Só que esse sonho a cada dia fica difícil com a saturação de empresas nos grandes centros comerciais e pela especulação imobilária.

O avanço tecnológico vem trazendo uma grande contribuição para se abrir negócios em lugares imagináveis, com uso de um espaço mínimo, quebrando a regra de custo e indicadores de venda – mas concretizando sonhos!

Um dos grandes exemplos é o que aconteceu no metro na Coreia do Sul com o lançamento de uma filial do supermercado inglês, chamado Tesco, que utilizou as paredes da plataforma como vitrine e ao mesmo tempo gôndolas para compras on-line dos seus produtos com entrega a domicílio. Como se pode assistir no video a seguir:

 

Pode-se também ver um exemplo similar no Aeroporto de Portugal para apoiar aquelas comprinhas de última hora que resolve a vida e necessidades de muitos viajantes, como se pode visualizar na fotografia abaixo:

Fotógrafa: Conceição Moraes

Essas experiências vem contribuir e quebrar mitos sobre como instalar um ponto comercial, além de redefinir o processo de gestão e indicadores de venda, como por exemplo: o processo de merchandising, reciclagem das imagem a serem apresentadas para os clientes, indicadores de vendas por espaço utilizado, gestão de estoque, além do processo logístico.

Análise a viabilidade e busque alternativas criativas para sua empresa!

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Iniciativas no Brasil de negócios colaborativos


Já se pode observar algumas iniciativas no Brasil empreendimentos com os princípios colaborativos. As interações entre pessoas conhecidas e desconhecidas, vizinhas ou não vem formando um capital social de saber consumir de forma inteligente, sabendo usar mais e ter menos.

Entre os exemplos de sistemas de consumo colaborativo, temos:

Estilo de vida colaborativo:

  • Espaços de coworking
  • Caronas entre pessoas para o trabalho, faculdade e escola
  • Crowdfunding
  • Meios de hospedagem

Sistemas de serviço de produtos

  • compartilhamento de automóveis e bicicletas
  • Filmes
  • Aluguel de roupas

Marcados de redistribuição

  • Trocas de livros

E outras iniciativas que vão surgindo timidamente.

 

Agora, gostaria de provocar os leitores a dar depoimentos ou exemplos desses tipos de negócios que está em fase inicial de crescimento no Brasil, mas gera grande impacto na economia pessoal e no meio ambiente!

 

 

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Modelos de negócios para consumo colaborativo.


Como já foi falado no artigo o que é consumo colaborativo?  Existe três propostas de negócios que promovem o consumo colaborativo:

  • Sistemas de serviços de produtos – SSP
  • Estilo de vida colaborativo
  • Mercados de redistribuição

Essas abordagens vem resgastar de forma contemporanea a mentalidade da poupança e reutilização que foi fortemente combatida pós-guerra para que todos adotassem a cultura do hábito do descarte, gastar dinheiro com “coisas novas”, além de acumular coisas em casa ou em depósitos alugados. Coisas ou objetos esses que você só utilizou uma vez ou de vez em quando.

Diante disso surge uma tomada de consciência da forma de consumir e promovendo novos comportamentos e demandas no mercado, como Jeff Boudier da Zilok falou em seu depoimento no youtube: “Com os recursos limitados que temos na Terra, o próximo passo para a conservação é, em vez de apenas comprar coisas, compartilhá-las”.

Seguir segue alguns exemplos dos modelos de negócios:

Estilo de vida colaborativo

É a própria promoção do estilo de vida colaborativo e financeiramente inteligente, elaborando negócios que viabilize a logística e plataformas na web com o objetivo de saber consumir e não se ter simplesmente a propriedade. Atenção – não confundir com caridade ou limitação de renda pessoal.  A seguir alguns negócios já consolidados internacionalmente:

Sistemas de serviços de produtos –SSP

Articulado entre pessoa juridical e pessoa física ou em pares, isto é, entre pessoas físicas, havendo regras e remuneração nas transações.Temos como exemplo:

Mercados de redistribuição

Esse modelo é baseado em troca livre por uma moeda simbólica de valoração ou vendidos simplesmente, permitindo a reutilização dos produtos, tais como:

Todas esses negócios estão revolucionando o mundo e a forma de pensar das pessoas, ao mesmo tempo é um potencial mercado que pertuba setores tradicionais centrados na propriedade exclusiva. Esse empreendimentos terão que rever para uma visão da maximazação do uso, eficiência ambiental e de negócios, além da inclusão da prestação de serviços.

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Sua empresa está geolocalizada?


No dias atuais muitos empreendimentos formais tradicionais ou não, pontos históricos ou locais interessantes para serem visitados precisam estar geolocalizados, caso você queira  ser encontrado na sociedade atual.

Essa sociedade inclusa digitalmente utilizam a internet para se localizar, pesquisar, traçar rotas e planejamentos de viagens, além de poderem fazer escolhas com as alternativas que aparecem em suas telas.

A partir dessa geolocalização as pessoas começam a curtir e divulgar esses espaços que visitaram, em outras palavras, fazem a propaganda de boca a boca pela web.

Esse mundo é sem fronteira e poderá contribuir até as pessoas que não moram na cidade localizem facilmente e vejam a opinião das pessoas a respeito da localização.

Alguns sites para vocês pesquisarem e para ontem registrarem a existência suas empresas:

http://maps.google.com.br/maps?hl=pt-BR&tab=wl

https://foursquare.com/

https://www.facebook.com/TravellerspointTravelMap

http://www.tripadvisor.com.br/

E outros que vocês venham considerarem interessantes e estratégicos para seus negócios.

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Sua visão empresarial é na ótica local ou global?


Muitas empresas brasileiras possuem produtos e serviços tipo exportação. Agora, será que essas empresas desenvolvem uma abordagem de comunicação e comercial para atender o público extrangeiro? Será que estão preparadas para comercializar eletronicamente seus produtos para outros países?

Estamos vivendo em um mundo globalizado e sem fronteiras quanto a informação, costumes e notícias que ocorrem no mundo todo. Popularmente, conhecemos que muitos produtos originalmente brasileiros são altamente aceitos.

O grande detalhe é quantas empresas estão atentas a isso e estão buscando ter uma presença profissional e pronta para atender a demanda externa.

Lembre-se que não é só a comercialização de produtos, temos um grande exemplo no livro o mundo é plano da exportação de serviços, como por exemplo, call center, serviços contábeis, entre outros serviços de terceirização.

– Empresários! Pensem que seu mercado não si limita a sua vizinhança, existe um grande mercado a ser explorado! Basta procurar!

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Desafio das mídias sociais: ameaça as mídias convencionais ou podem caminhar integrada?


Nas diversas situações de mudanças das pessoas e das organizações existe o medo do desconhecido por conta do sentimento de ameaça gerado do seus status quo.

Agora não se pode esquecer que desde os primordios empresariais as empresas precisam passar por uma fase de desconstrução e reconstrução dos seus propósitos de acordo com o contexto que estão vivendo e do que está por vir.

A partir das experiências na Espanha, segundo o olhar de Julio Alonso(*), vem ocorrendo mudanças no ecossitemas de mídias sociais, tais como:

  • A “vigança dos amadores” que signfica a oportunidade de diversas plataformas na web para publicar projetos e conteúdos de profissonais em geral amadores ou não no que diz respeito da produções de forografias, clips, conteúdos.
  • O enfraquecimentos dos oligopólios de conteúdos.
  • Abundância de conteúdos sejam eles relevantes ou não, mas atendendo a um nicho de mercado.
  • A dieta informativa que vem proporcionando um comportamento mais seletivo das pessoas sobre os canais e conteudo que pretendem dispensar maior atenção.
  •  Mudança comportamental do consumo dos canais de informativos. As pessoas cada vez mais procuram estar atualizadas com o que está acontecendo via online, onde se obtem a informação com maior rapidez e o consume das midias tradicionais continuam, nao como o se manter informada, mas para contextualizar os acontecimentos através das opiniões e interpretações dos efeitos dos acontecimentos.
  • A busca da leitura on line por ter mais acesso a uma produção jornalista mais especializado com a temática, diferente das midias tradicionais que possuem uma equipe jornalista que promvem a informacao de forma generalizada.

Todas essas questões constatam mudanças que estão ocorrendo no meio de comunicação e na sociedade. Essas mudanças poderão gerar oportunidades de negócios neste meio e uma necessidade de buscar novas abordagens nas mídias tradicionais.

(*)Fundador e diretor geral da Weblogs LS, empresa líder em weblogs da Europa e da América Latina e a maior empresa de mídia online espanhola.

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Oportunidade e tendências para desenvolvedores de produtos na web


Segundo @cseabra observa algumas áreas que faltam profissionais no mercado que possuam determinadas competencias ou empresas especializadas em atuarem nas seguintes áreas:

  • Editoração de ebooks via ePub3. Isso não significa o fim dos livros impressos pois sempre haverá mercado para ambos. Uma grande amostra disso é a Amazon. O ePub3 possibilita a inclusão de animações, músicas, filmes, tornando o livro interativo.
  • Desenvolvimento de sites com a linguagem html5.
  • Desenvolvimento de aplicativos (apps) para celulares(ios, android, outros) e para tablets(ios e android).
  • Jogos eletrônicos individuais e em rede)  que promova interação e que seja atrativo.
  • Mapas e georreferenciamento.
  • Projetos de gamificação.
  • Objetos educacionais digitais que inclua infográfico e applicativos interativos, simuladores, além de  jogos com a finalidade de desenvolvimento de aprendizagem. Precisa que funcionem em varias plataformas free e não free.
  • Aplicativos que audio, música, sonorização.

E outras oportunidades que venham attender as necessidades do mercado educacional, empresarial e social.

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Qual o capital intelectual do futuro?


Diante da constante mudança das empresas e do ambiente que estão inseridas, o perfil e as competências dos profissionais vem modificando.

Recentemente foi publicado na internet uma pesquisa sobre o perfil dos profissionais existentes nas empresas e o perfil mais almejado para o futuro. O resultado demonstrou a seguinte ordem de prioridade:

  • especialistas em mídia social;
  • estrategistas de marketing;
  • especialista em integração de bancos de dados;
  • estrategista organizacional;
  • bilingue ou poliglotas;
  • sociologo ou antropologo;
  • estrategistas em logística; e
  • demais especializações.

Muitos profissionais estão precisando sair do “seu quadrado” e tirar seu preconceito com as redes sociais. A primeira especialização mais ranqueada é a expertize em midias sociais e a construção dessa competência vai além de cursos de especialização ou de curta duração. Faz-se necessário uma vivência nas próprias redes sociais e mergulhar nas origens do ser humano – entender de gente e dos meios que proporcionam as relações pessoais e profissionais.

As demais áreas já vem tendo um demanda constante desses profissionais, mas 0 que muda é o cenário em que irão atuar.

Fica a reflexão para as empresas e os profissionais que ainda não enxergaram este cenário, pois sua competitividade estará diretamente ligada a esse perfil do capital intelectual.

Fonte: Greenbook, 2011