E-commerce: realidade de 2013 e tendência para 2014


De acordo o relatório do E-bit, o ano de 2013 consolidou-se com maiores vendas para as seguintes categorias como se pode visualizar no gráfico a seguir. As 5 categorias que se descatam nas vendas no comércio eletrônico, são: moda e acessórios; domésticos e perfumarias; eletrodomésticos; livros, assinaturas e revistas; e informática. Esse resultado, demonstra que as algumas idéias fixas que as pessoas não comprariam vestuário pela internet vem sendo deixado de lado. Ao mesmo tempo, exige que as lojas virtuais tenham a competência de detalhar melhor o produto e ter informações de apoio para a escolha certo, como por exemplo, o tamanho certo!

 

Ao mesmo tempo que temos esse cenário das categorias de maiores vendas, temos um outro que vem se construindo com o decorrer do tempo, principalmente com a legislação do direito do arrependimento, que é o zelo da orientação para troca e devolução de produtos como também o aprovisionamento dos custos que isso ocorre. O relatório do E-bit, também apresentou essas informações, como mostra no gráfico a seguir.

devolução e troca de produtos

Como se pode analisar a intenção e a troca de produtos tem grande semelhança nos resultados, mas se difere do ranking dos produtos mais vendidos pela internet, exceto a categoria moda e acessórios. Pode-se refletir o porque as demais categorias maior ranking de devolução, tais como, eletrônicos; telefonia/celulares; eletrodomésticos e informática. Uma vez que essas categorias possuem um discurso no mercado que as pessoas sempre vão nas lojas tradicionais para ver e testar os produtos e depois compram pela internet. O que de fato vem acontecendo? Não tenho resposta para tal, mas faço uma reflexão com os seguintes aspectos:

– Descrição do produto e a versão tecnológica do que está sendo vendido.

– Quem compra não possui conhecimento suficiente e precisa e um suporte on-line para comprar corretamente.

– Qualidade ou estado do produto que chega ao cliente, como por exemplo, embalagem danificada, produto quebrado ou outra situação.

– Lealdade do que foi vendido e o que foi realmente entregue.

– Falta de cumprimento de prazos.

– Falta de suporte pós-venda para configurar, montar ou usar, levando o cliente até a interpretação que está quebrado ou gerando qualquer insatisfação, motivando a devolução.

Bem, é uma questão para aprofundar e rever a abordagem de venda pela internet se está sendo correta para não ser simplesmente pragmático em aumentar os custos dos produtos por conta das despesas de devolução e troca.

O comércio eletrônico no Brasil vem ano após ano amadurecendo a sua prática e ao mesmo tempo que novas pessoas começam a comprar pela internet. Então, não basta só repetir as melhores práticas internacionais, mas buscar conhecer o comportamento dos novos compradores on-line e os potenciais que irão comprar, porque esses irão ditar as regras do consumo pela internet nos próximos anos, até chegar em um mercado amadurecido e sólido para uma comparação com a realidade internacional. A realidade internacional servirá para se antecipar algumas melhores práticas, apenas no momento.

 

 

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Negócio virtual ou presencial? – parte 2


Dando continuidade ao artigo “Negócio virtual ou presencial?”, vamos continuar a análise das diferenças e similaridades de negócios no ambiente digital e negócios presenciais.

Neste artigo, os aspectos serão explanados sobre as formas de pagamento e alguns aspectos de mercado que se referem à  imagem da empresa e interatividade.

Formas de pagamento

Presencial

  • Cartão de crédito e débito, dinheiro, cheque, boleto bancário por via financeiras

Virtual

  • Cartão de crédito e débito, boleto bancário, mediadores de pagamento (paypal, pagueseguro, moip).

Mercado

Os aspectos que tratam sobre a imagem da empresa e interatividade com o cliente podem estar divididos como produtos no ambiente, em vitrine, experiência de ver e tocar o produto e publicidade.

Disposição do Produto no ambiente

Presencial

  • Trabalhar todo o layout de loja nos conceitos de merchandising

Virtual

  • Trabalhar o layout da página com design, explorando os pontos quentes da página
  • Fotografias de alta resolução
  • Textos descritivos do produto  do produto e que aborde alternativas de como consumir e que transmita emoção de consumo

Vitrine

Presencial

  • Importante espaço para atrair clientes. Precisa ser tematizada e gerar significado para o consumidor, além da necessidade de alterações com certa periodicidade.

Virtual

  • Primeira página é crucial para o cliente querer navegar ou abandonar o site, não se pode gerar distração para o cliente. Precisa atrair o cliente, mas, com foco claro. O seu layout poderá influenciar na credibilidade e aceitação do cliente.
  • Precisa mudar os produtos com certa frequência, de acordo com a dinâmica do mercado que você atua e as ofensivas da concorrência.

Experiência de ver e tocar o produto

Presencial

  • O cliente pode tocar e testar o produto, além de ter um vendedor para orientar e tirar as dúvidas. Todos os sentidos sensoriais podem ser explorados.

Virtual

  • Via fotografia e lentes para gerar zoom dos aspectos que o cliente se interesse. As orientações e dúvidas poderão ser tiradas pelo FAQ ou chat online de vendedores.
  • Algumas empresas já estão realizando o recurso de realidade aumentada.

Publicidade

Presencial

  • Ter um cronograma para realizar ações que venham consolidar a marca, estimular a venda de produtos e promover a memorização do cliente. Essas ações poderão ser eventos tematizados, divulgação nas mídias tradicionais (rádio, TV, outdoor, outbus, planfetos, etc) e na internet,  se a empresa tiver um canal de comunicação com os clientes pela web.

Virtual

  • Ter um cronograma para os meios de divulgação online, site de comparação de preço, além de saber inserir tag (palavra-chave) eficazes para gerar tráfego no site. Em alguns casos, realizar divulgação fora da internet.

No próximo artigo e, por último, será sobre os aspectos logísticos e de gestão na área de retaguarda.

Até a próxima semana!

Mundo virtual: um caminho sem volta para as empresas


Como diz Bob Dylan: “Existe alguma coisa acontecendo aqui, mas não sei o que é?”  As pessoas mais conectadas, o uso frequente das redes sociais e alto índice com compartilhamento tem promovido uma revolução silenciosa. O ser humano nesta sociedade informacional vem resinificando as relações sociais e suas referencias culturais de tal forma que está havendo uma construção e desconstrução do pensar, do comportamento e de organização social.

LEIA MAIS: http://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/mundo-virtual-um-caminho-sem-volta-para-as-empresas/#comment-37130

Turismo: ganho de escala através da tecnologia


Na área de turismo, lida-se constantemente com vários desafios na prestação de serviço, tais como, profissionais qualificados, precisão das informações a serem transmitidas, diversidade cultural das pessoas que venham visitar os lugares com sua respectiva língua materna.

Como atender a todos com qualidade, correspondendo suas expectativas e curiosidades a respeito do local visitado.

Bem, tudo isso continua sendo um desafio, mas a tecnologia vem ajudando a minimizar essa problemática.

Quando se consegue coletar e estruturar todas as informações de um determinado ambiente, como por exemplo, em Sopron na Hungria com colocou algumas TVs  ligadas a um computador que rodava um sistema que permitia contemplar toda a arquitetura da igrega em 3D, além da possibilidade de parar e destacar um aspecto para obter maiores informações. Como se pode ver na imagem abaixo:

Fotografia e arte: Conceição Moraes

Esse instrumento permite a personalizar o atendimento ao turista quanto ao seu grau de interesse sobre a história e seus os pontos marcantes.

Algumas cidades consegue traçar um roteiro de ônibus e/ou barco, parametrizando o passeio e as principais informações em que se estará percorrendo. Quando conseguem, o ganho de escala é extraordinário porque consegue padronizar as informações que serão transmitidas para diversos turistas em mais de 10 línguas, se desejar. Promovendo uma redução de custos e aumento na quantidade de turistas que irá utilizar o serviço. A imagem a abaixo mostra o exemplo dessa tecnologia acoplada na cadeira onde o turista se acomoda para realizar o city tour.

Fotografia e arte: Conceição Moraes

A gravação precisa contar com a distância entre um monumento e outro que se venha destacar e variar o fundo musical para que o turista possa mergulhar no tempo e no espaço da história da localidade. Esse exemplo já existe em várias cidades no mundo como por exemplo, Buenos Aires, Londres, Budapeste, Praga, Lisboa, Viena, Paris, etc.

Em alguns ambientes semi-fechados já disponhem de acesso WIFI free para todos que tenham um equipamento mobile (celular, tablet, ipod, etc.) possa acessar a página oficial daquele local que disponibiliza um guia com todas informações, tais como, explicações dos monumentos, toda sua história, programação dos eventos, mapa sinalizado e outras informações.

Como exemplo, você pode ver na imagem abaixo que mostra a página do Castelo em Praga que pode ter acesso através de WIFI free.

Fotografia e arte: Conceição Moraes

Tudo isso é possível com ajuda da tecnologia. Pense e reflita o que você pode empreender nessa área e tornar sua cidade mais atrativa e com capacidade de se comunicar com o mundo!

Iniciativas no Brasil de negócios colaborativos


Já se pode observar algumas iniciativas no Brasil empreendimentos com os princípios colaborativos. As interações entre pessoas conhecidas e desconhecidas, vizinhas ou não vem formando um capital social de saber consumir de forma inteligente, sabendo usar mais e ter menos.

Entre os exemplos de sistemas de consumo colaborativo, temos:

Estilo de vida colaborativo:

  • Espaços de coworking
  • Caronas entre pessoas para o trabalho, faculdade e escola
  • Crowdfunding
  • Meios de hospedagem

Sistemas de serviço de produtos

  • compartilhamento de automóveis e bicicletas
  • Filmes
  • Aluguel de roupas

Marcados de redistribuição

  • Trocas de livros

E outras iniciativas que vão surgindo timidamente.

 

Agora, gostaria de provocar os leitores a dar depoimentos ou exemplos desses tipos de negócios que está em fase inicial de crescimento no Brasil, mas gera grande impacto na economia pessoal e no meio ambiente!

 

 

Sua empresa está geolocalizada?


No dias atuais muitos empreendimentos formais tradicionais ou não, pontos históricos ou locais interessantes para serem visitados precisam estar geolocalizados, caso você queira  ser encontrado na sociedade atual.

Essa sociedade inclusa digitalmente utilizam a internet para se localizar, pesquisar, traçar rotas e planejamentos de viagens, além de poderem fazer escolhas com as alternativas que aparecem em suas telas.

A partir dessa geolocalização as pessoas começam a curtir e divulgar esses espaços que visitaram, em outras palavras, fazem a propaganda de boca a boca pela web.

Esse mundo é sem fronteira e poderá contribuir até as pessoas que não moram na cidade localizem facilmente e vejam a opinião das pessoas a respeito da localização.

Alguns sites para vocês pesquisarem e para ontem registrarem a existência suas empresas:

http://maps.google.com.br/maps?hl=pt-BR&tab=wl

https://foursquare.com/

https://www.facebook.com/TravellerspointTravelMap

http://www.tripadvisor.com.br/

E outros que vocês venham considerarem interessantes e estratégicos para seus negócios.

Desafio das mídias sociais: ameaça as mídias convencionais ou podem caminhar integrada?


Nas diversas situações de mudanças das pessoas e das organizações existe o medo do desconhecido por conta do sentimento de ameaça gerado do seus status quo.

Agora não se pode esquecer que desde os primordios empresariais as empresas precisam passar por uma fase de desconstrução e reconstrução dos seus propósitos de acordo com o contexto que estão vivendo e do que está por vir.

A partir das experiências na Espanha, segundo o olhar de Julio Alonso(*), vem ocorrendo mudanças no ecossitemas de mídias sociais, tais como:

  • A “vigança dos amadores” que signfica a oportunidade de diversas plataformas na web para publicar projetos e conteúdos de profissonais em geral amadores ou não no que diz respeito da produções de forografias, clips, conteúdos.
  • O enfraquecimentos dos oligopólios de conteúdos.
  • Abundância de conteúdos sejam eles relevantes ou não, mas atendendo a um nicho de mercado.
  • A dieta informativa que vem proporcionando um comportamento mais seletivo das pessoas sobre os canais e conteudo que pretendem dispensar maior atenção.
  •  Mudança comportamental do consumo dos canais de informativos. As pessoas cada vez mais procuram estar atualizadas com o que está acontecendo via online, onde se obtem a informação com maior rapidez e o consume das midias tradicionais continuam, nao como o se manter informada, mas para contextualizar os acontecimentos através das opiniões e interpretações dos efeitos dos acontecimentos.
  • A busca da leitura on line por ter mais acesso a uma produção jornalista mais especializado com a temática, diferente das midias tradicionais que possuem uma equipe jornalista que promvem a informacao de forma generalizada.

Todas essas questões constatam mudanças que estão ocorrendo no meio de comunicação e na sociedade. Essas mudanças poderão gerar oportunidades de negócios neste meio e uma necessidade de buscar novas abordagens nas mídias tradicionais.

(*)Fundador e diretor geral da Weblogs LS, empresa líder em weblogs da Europa e da América Latina e a maior empresa de mídia online espanhola.

Oportunidade e tendências para desenvolvedores de produtos na web


Segundo @cseabra observa algumas áreas que faltam profissionais no mercado que possuam determinadas competencias ou empresas especializadas em atuarem nas seguintes áreas:

  • Editoração de ebooks via ePub3. Isso não significa o fim dos livros impressos pois sempre haverá mercado para ambos. Uma grande amostra disso é a Amazon. O ePub3 possibilita a inclusão de animações, músicas, filmes, tornando o livro interativo.
  • Desenvolvimento de sites com a linguagem html5.
  • Desenvolvimento de aplicativos (apps) para celulares(ios, android, outros) e para tablets(ios e android).
  • Jogos eletrônicos individuais e em rede)  que promova interação e que seja atrativo.
  • Mapas e georreferenciamento.
  • Projetos de gamificação.
  • Objetos educacionais digitais que inclua infográfico e applicativos interativos, simuladores, além de  jogos com a finalidade de desenvolvimento de aprendizagem. Precisa que funcionem em varias plataformas free e não free.
  • Aplicativos que audio, música, sonorização.

E outras oportunidades que venham attender as necessidades do mercado educacional, empresarial e social.

Qual o capital intelectual do futuro?


Diante da constante mudança das empresas e do ambiente que estão inseridas, o perfil e as competências dos profissionais vem modificando.

Recentemente foi publicado na internet uma pesquisa sobre o perfil dos profissionais existentes nas empresas e o perfil mais almejado para o futuro. O resultado demonstrou a seguinte ordem de prioridade:

  • especialistas em mídia social;
  • estrategistas de marketing;
  • especialista em integração de bancos de dados;
  • estrategista organizacional;
  • bilingue ou poliglotas;
  • sociologo ou antropologo;
  • estrategistas em logística; e
  • demais especializações.

Muitos profissionais estão precisando sair do “seu quadrado” e tirar seu preconceito com as redes sociais. A primeira especialização mais ranqueada é a expertize em midias sociais e a construção dessa competência vai além de cursos de especialização ou de curta duração. Faz-se necessário uma vivência nas próprias redes sociais e mergulhar nas origens do ser humano – entender de gente e dos meios que proporcionam as relações pessoais e profissionais.

As demais áreas já vem tendo um demanda constante desses profissionais, mas 0 que muda é o cenário em que irão atuar.

Fica a reflexão para as empresas e os profissionais que ainda não enxergaram este cenário, pois sua competitividade estará diretamente ligada a esse perfil do capital intelectual.

Fonte: Greenbook, 2011

Lançamento de um empresa nas redes sociais


Fazer o lançamento de uma empresa nas redes sociais, não é só fazer o registro de um login, mas precisa ser profissionalizada para que haja repercussão e gere efetividade.

Lembrando que esse processo precisa ser planejado, como já foi citado nos artigos anteriores. Para ajudar a rever os passos desse planejamento, veja  os seguintes links:

Introdução,  Passos 1 a 3Passos 4 a 6, Passos 7 a 9 , Passo 10.1, Passo 10.2.

E no final e ao mesmo tempo o início de sua grande jornada nas redes sociais, a seguir você terá a explanação dos passos 11 a 13.

 11. Definir o visual da marca e imagem que será utilizada.

Em primeiro lugar, precisa existir coerência com a cultura organizacional e com seus clientes. Tomando essa idéia como ponto de partida, deve-se dar leveza a imagem da empresa nas redes sociais. Eu comparo a marca com nosso comportamento e nossa forma de se vestir para eventos formais e informais. Dessa forma, o comportamento da empresa nas redes sociais seria seu comportamento nos eventos informais que lhe pede um se vestir mais despojado ou casual, além de um comportamento e conversa mais descontraída e informal.

Algumas empresas, às vezes, criam um avatar ou mascote para representar um perfil que venha interegir com os clientes. Outras, elegem alguns colaboradores  ou uma área responsável para representar a empresa nessa interação, como por exemplo, o presidente da empresa, consultores de atendimento, SAC – serviço de atendimento a cliente, assessoria de imprensa, entre outros.

12. Realizar o testes de usabilidade.

É necessário realizar teste de todas as ferramentas que serão utilizadas. Além de não esquecer que o design precisa ser adatável para as diversas tecnologias utilizadas pelos potenciais clientes, como por exemplo, ser acessível em tablet, telefones celulares, netbooks, computadores. Além de poder ser usado o conteúdo nos diversos navegadores e sistemas operacionais.

Tudo isso porque a empresa poderá inserir no seu perfil corporativo conteúdo institucional, informativos, videos, games, enquetes, espaço colaborativo, tira dúvidas, orientações e curiosidades sobre o consumo dos produtos/serviços, links de promoções e ou ações que promovam dinamismo, experiência, emoção, isto é, um espaço interativo com o cliente.

 13. Lançar a empresa nas mídias digitais.

O interessante é elaborar um cronograma de eventos que possam promover o engajamento dos clientes.

Usar bastante a criatividade  para saber utilizar os mais variados canais tradicionais e digitais, mas que todos possam convergir ao acesso a plataforma de redes sociais que os clientes mais se identifiquem, como por exemplo, fun page, foursquare, blogs, twitter, youtube, vimeo, videolog, flickr, picasa, etc.

Tem empresa que começa com uma ação promocional em um espaço público, outras utilizando as mídias convencionais (rádio, tv, revista, jornal), além de divulgar nas próprias redes sociais com video viral, cupons de descontos, entrega de brindes, sorteios,etc.

A proposta precisa ser interessante e gerar uma experiência inusitada aos clientes!