Processo cognitivo: um caminho para inovar


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Todos os dias encontramos artigos, palestras, videos, livros sendo lançados falando sobre inovação. A palavra do momento e quase a solução de todos os problemas é a inovação.

Observamos alguns países e consequentemente algumas culturas organizacionais não admtem os erros pois representa incompetência de gerenciar ou até mesmo ter outras empresas. Por outro lado, uma cultura organizacional flexível, coerente nas relações de confiança e ambiente favorável para o erro e acertos, contribui sensivelmente para insights para inovação.

Novas ferramentas vem sendo utilizadas como design thing, técnicas visuais, brainstorm, estilos leans, desconferências e outras são utilizadas para estruturar mas esquecem da essência de quem está por trás de tudo isso é o ser humano que é e será a fonte de toda imaginação, reflexão, criatividade e a própria inovação que venha fazer a diferença na sociedade e nas empresas.

Pensando no ser humano, início, com a sua cognição que constantemente é dinamizado e evoluído na nossa forma de sermos humanos, como enxergamos e o tempero do nosso mindset. Um dos atores de referência fala que aspectos cognitivo se refere a crença ou opinião acerca de um objeto, pessoa ou situação.

Como poderemos ter um potencial inovador se não exploramos nosso processo cognitive? E aí você pode perguntar: como exemplo ou amplio minha forma de ver o mundo?

Eis a questão! Precisamos sempre buscar novas experiências, conhecer coisas novas, escutar opniões diferentes. Sair da nossa rotina e do ambiente comum.

Ver, escutar e entender diferentes culturas, rotinas das vidas das pessoas, diferentes formas de gerenciar uma empresa. Degustar pratos que nunca comemos, entender e respeitar a religião das pessoas.

Alguns empresários internacionais de sucesso quando viajam não procuram fazer benchmarketing com empresas similares e sim conhecer empresas de sucesso, seja com longividade ou tecnológica que venham permitir a conhecer opniões, objetos, pessoas em situações diferentes.

Cada vez que você se permite ao novo, você se permite a inovar na sua vida e nos ambientes organizacionais que venham lhe permitir.

Agora a jamais se poderá tirar sua liberdade de criar e imaginar rotinas e coisas novas na sua vida.

por Conceição Moraes

 

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Eventos internacionais – Você já preparou sua estratégia de venda este mês?


Se você ainda não se preparou para esse evento, empreendedor, saiba que ainda dá tempo de fazer alguns ajustes. Procure preparar seu empreendimento e não deixe de vender, porque você não sabe inglês, alemão, espanhol, japonês ou qualquer outra língua dos visitantes que teremos nas nossas cidades.

O mundo todo foi convidado para vir ao Brasil assistir aos jogos da Copa do Mundo, ou acompanhá-los pela TV e telões espalhados na cidades do Brasil. Existe muitas propagandas nas ruas de todas grandes cidades do mundo, como por exemplo, no metrô, nos outdoors, na TV, nos vídeos dos aviões, e onde pode e possível fazer divulgação.

Publicidade da copa na Asia

Fonte: Conceição Moraes

 

 

Algumas dicas para minimizar possíveis problemas de comunicação:

exemplos de comunicação

Fonte: Conceição Moraes

 

1 – Monte um folheto com principais perguntas e respostas sobre o seu produto e/ou serviço, pelo menos em inglês e português. Dessa forma você ajudará o turista a perguntar e ‘aprender’ sobre o que deseja em português.

2 – Se você vai vender refeições, tenha boas fotografias sobre o que vai servir e/ou o nome em português, com a citação em inglês dos principais ingredientes. Ajuda a vender se você não tem um bom desempenho para explicar os pratos em outras línguas, além de gerar mais segurança na escolha.

3- Na maioria dos países europeus, as frutas são geralmente muito caras para eles mesmos, então, quando eles visitam países com a variedade de fruta que nós temos e com o preço justo, eles se sentem atraídos para consumir. Então, higienize bem as frutas, faça uma boa exposição, monte o kit lanche.

4- Tenha uma tabela de preço do seu produto, no cardápio ou na etiqueta do produto para que não se possa ter dúvida sobre o valor do produto. Fique atento para mostrar que já está incluso o imposto, isto é, que é o preço final. Em alguns países mostram na vitrine o preço do produto e quando você vai pagar é incluso o imposto, então, deixe claro que aqui no Brasil é diferente.

5-Trate com educação, mas cuidado com o ‘excesso’ de simpatia. Por exemplo, não toque na pessoa, no máximo, um aperto de mão, pois muitos países não têm a cultura de tocar no outro ou dar dois beijinhos, se não for uma pessoa seu circulo de amizade.

6- Se você não sabe pronunciar os números, nas diversas línguas dos visitantes que teremos, e nem entende o valor do que estão falando. Segue a dica:

 

Calculadora

Fonte: Conceição Moraes

6.1- Use uma calculadora grande para ajudar na visualização. Quando o turista lhe perguntar o preço (How much?), você poderá escrever na calculadora e a deixe disponível para o turista utilizá-la, porque muitos vão querer fazer a conversão para sua moeda para ter noção do valor que está pagando. Além de deixar claro o valor, o troco do pagamento em dinheiro, ou até mesmo no processo de negociação, quando solicitado desconto.

7- Entre no clima. Use as cores de sua bandeira e, dependendo da ocasião, dos times que vão jogar na sua cidade, para acolher as torcidas estrangeiras neste início do mundial de futebol. Cuidado para não usar os nomes registros pela Fifa, para não estragar as suas vendas com alguma multa. Para isso, leia o artigo a seguir: http://www.inpi.gov.br/images/stories/downloads/pdf/alto_renome_das_marcas_da_fifa.pdf

Não deixe passar a oportunidade de vender!

Reflita e use sua criatividade para que o turista se sinta bem, seguro e consciente do que está comprando ou utilizando, além de acolher com simpatia e respeito.

Procure ao máximo facilitar a comunicação e preservar o valor da honestidade.

Bons negócios de boa sorte!

Quando busco entender o cliente, tudo acontece…


Entender o cliente é a peça fundamental para o sucesso de uma empresa.

sentidos

Para isso, preciso primeiramente escutá-lo, entender suas necessidades, seus critérios de escolha, como eles veem os seus produtos e serviços, como é o comportamento de consumo. Só depois dessas infromações se deve procurar agir para satisfaze-lo no momento atual e superando sua expectativa diante suas demandas futuras.

Quando se entende o cliente, você  pode começar a utilizar estratégias de atrair e influenciar os clientes para que eles possam cada vez mais familiarizados com a marca e juntos transmitir o estilo de vida e valor que sua marca proporciona! Sua marca começa fazer parte da vida do cliente!

O relacionamento com o cliente não se esgota no que já falei. É necessário engajar e envolver o cliente na dinâmica da empresa, isto é, incluí-lo na conversa sobre a empresa para que se sintam fazendo parte da marca e especial.

Essa dinâmica faz parte dos dias de hoje: entender, atrair e engajar.

Dessa forma vocêpoderá ter ações que vãogerarresultados e fazersuaempresaacontecer no mercado.

Cuidado com sua prática empresarial seja igual a essa imagem desse artigo, perante seus clientes e funcionários que pretendem contribuir para melhor entender os clientes!

E-commerce: ameaça ou oportunidade?


 

Anos atrás quanto aconteceu as primeiras iniciativas de venda pela internet, muitos consideravam que o comércio eletrônico era uma grande ameaça para os varejistas. O tempo foi passando o comercio eletrônico foi consolidando internacionalmente, melhorando seu desempenho operacional, os governos criando legislações específicas e cada vez mais adesão dos clientes de diversas idades na realização das compras.

Atualmente, já se é visto como mais um canal de comercialização para os varejistas tradicionais, uma vez que só consideravam como estratégia de crescimento utilizando os seguintes artifícios:

– abertura de uma filial

– aumentando o espaço fixo

– aumentando mix de produto

– desenvolvendo franquias de seus empreendimentos

As opções citadas não deixaram de ser consideradas, mas precisa-se observar que o comércio eletrônico para alguns tipos de empreendimentos é bem mais interessante e estratégico.

Os varejistas tradicionais brasileiros precisam rever suas estratégicas e começar a rever toda sua estrutura de comunicação e relacionamento com o cliente pela web. Empresas de vanguarda internacionalmente já utilizam os seguintes canais:

– Fanpage, pelo facebook.

– Pinterest, apresentação de seu catálogo de produtos, além de imagem com situações e opções de uso do produto.

– Instagram, mensagem rápidas e novidades quentes para os clientes amantes por novidades

– Foursquare, promover a divulgação boca a boca da sua empresa pelos clientes que fazem questão de dizer para os amigos e conhecidos que esteve na sua empresa, além de você poder fazer ações promocionais para os principais frequentadores.

– Twitter, informações breves, utilizando hastags.

– Google map, para geolocalizar sua empresa.

– Youtube, Vimeo ou similares, para pequenos vídeos sobre a empresa e make off mostrando tudo que a empresa tem feito nos bastidores para proporcionar a satisfação e engajamento dos clientes.

– Tripadvisor e similares – importante para o segmento de turismo

– Site oficial da empresa bem apresentado, atualizado e com monitoramento no espaço “fale conosco”

– Loja virtual – e-commerce vendendo sua principal linha de produtos e de acordo com o caso as opções com produtos customizados e ou atendendo uma linha de nicho de mercado que sua empresa física não teria condições de atender.

Voltando ao foco deste artigo, o e-commerce não é uma ameaça quando é bem trabalhada na web e fisicamente. Precisa-se ter integração dos canais, pois os clientes já possuem vida na web e fisicamente e a empresa precisa mostrar que está presente aonde o cliente vai e curte.

Sua empresa precusa estar integrada nas redes sociais, comércio eletrônico e a loja física!

No novo sentido de ser do varejo


desafio

Com as mudanças do comportamento do consumidor, o avanço tecnológico nos negócios e na vida das pessoas; vem gerando uma verdadeira revolução no pensar estratégico quanto a finalidade e a importância do ambiente físico do varejo.

O avanço das mudanças nas estratégias dos pontos comerciais vem forçando  a mudanças para sobreviver, principalmente nos segmentos que mais se vende no comércio eletrônico e outros que possuem uma visão de vanguarda.

O comportamento dos consumidores estão dando relevância para o varejo que promova novas abordagens de relacionamento e uso inovador do ambiente.

Exemplos dessas estratégias que proporcionem:

– promover experiências com o produto e ou no ambiente

– encontros sociais

– centros de conhecimento, aprendizagem e informação

– locais de recreação

– locais de relaxamento

O empresário para aplicar alguma dessas estratégias precisa conhecer os seus clientes e o comportamento de consumo dos produtos que comercializa. A partir desse conhecimento. Se poderá escolher uma abordagem mais coerente para gerar interação com os clientes e seus amigos. Seja coerente e original para ganhar legitimidade a adesão dos clientes a sua proposta!

Sua empresa atende mais de uma geração de clientes?


Se sua resposta foi um sim, sem qualquer hesitação. Então, você vivência um grande desafio, pois os critérios de escolha, abordagem de atendimento são completamente diferente para cada geração.

Um exemplo para ficar mais claro seria de uma empresa que comercializa produtos e serviços que você tem consumidores e ou compradores que fazem parte de pelo menos 03 gerações, tais como,  os avós, os pais e filhos.

Gerações de consumidores

Gerações de consumidores

Os avós precisam de total atenção, atendimento bastante educação, orientação e explicação sobre o produto e como melhor consumir.

Os país, muitas vezes, priorizam, exatidão nas respostas sobre o item que estão comprando, alternativas de pagamento, informações quanto ao custos e benéficios, além de objetividade com educação.

Os filhos querem saber se sua empresa está conectada nas redes sociais, possui WIFI na loja, querem rapidez nas repostas e trocas de experiências de consumo.

Diante deste cenário, a empresa precisa preparar o ambiente físico para que possa gerar pontos de identificação mesmo que essa identificação seja lembranças do passado mas atualizada para nova geração de consumidores.

Ter canais de comunicação que atenda cada geração com sua própria linguagem, ter estratégias de engajamento e construção de relacionamento com cada cliente.

Outra peça importante é a qualificação das pessoas que venham trabalhar nas suas empresas. Os funcionários são fundamentais para dinamizar essa abordagem de atendimento, além de ter a capacidade de dar vida e dinâmica ao seu ambiente de atendimento. Por isso, não economize na qualificação dos funcionários pois eles poderão ser a chave para afetividade do seu seu diferencial na proposta de seu empreendimento.

Pense e reflita como você está se relacionando com os clientes!

Mundo virtual: um caminho sem volta para as empresas


Como diz Bob Dylan: “Existe alguma coisa acontecendo aqui, mas não sei o que é?”  As pessoas mais conectadas, o uso frequente das redes sociais e alto índice com compartilhamento tem promovido uma revolução silenciosa. O ser humano nesta sociedade informacional vem resinificando as relações sociais e suas referencias culturais de tal forma que está havendo uma construção e desconstrução do pensar, do comportamento e de organização social.

LEIA MAIS: http://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/mundo-virtual-um-caminho-sem-volta-para-as-empresas/#comment-37130

A Estratégia do Oceano Azul sob a ótica do modelo de negócios


Conforme os artigos anteriores existem várias abordagens para analisar e validar um modelo de negócio. A abordagem que será tratado neste artigo é a estratégia conhecida como “oceano azul”. Essa abordagem procura sair literalmente do quadrado na forma de analisar as questões organizacionais e de mercado. – Romper as fronteiras para achar novas oportunidades e soluções.

Dessa forma é chamado todas as estratégias e abordagens convencionais como sendo “oceano vermelho” e as abordagens e estratégias que venham proprocionar o novo, rompendo fronteiras, é considerado “oceano azul”.

Na figura abaixo, pode-se observar a comparação do “oceano vermelho e azul”:

azulevermelho

A proposta do aceano azul vem contribuir para muitas empresas sairem da mesmice e das idéias fixas ao olhar o mercado e nas crenças que baseiam suas tomadas de decisões.

O “oceano azul” consiste em reduzir os custos e, ao mesmo tempo, aumentando o valor para os clientes, conforme figura abaixo:

Nesse contexto, deve-se analisar o modelo de negócio, a partir dos seguintes princípios:

  • Esse meu empreendimento:
    • Reconstrue novas fronteiras do mercado
    • Está concentrada no panorama geral, não inúmeros
    • Vai além da demanda existente
    • Existe uma sequência estratégica

Depois da validação, organize seu processo de implantação do seu empreendimento para superar as principais barreiras organizacionais e o planejamento da sua execução na estrategica.

Pense que existe um mar de oportunidade inexplorada ao você romper as estratégias e abordagens tradicionais.

 

Modelo de negócio: estruture sua oportunidade de negócio


Só para lembrar onde tudo começa, é na estruturação do modelo de negócio. Se você tem já uma oportunidade de negócio definida, comece a esboçar sua idéia. Para isso, utilize as informações deste quadro:

  1. Perfil de clientes: quem será seu cliente? Qual a capacidade de pagamento? O que eles mais gostam? O que eles mais reclamam?
  2. Valor agregado: qual o diferencial que será proporcionado, para que os clientes escolham sua empresa? Exemplo: design, processo de atendimento, novas tecnologias, novas abordagens de atendimento etc.
  3. Relacionamento: Qual abordagem de relacionamento com os clientes que serão desenvolvidas? Isso é fundamental para que os clientes possam ter uma primeira experiência com a empresa, de forma inusitada e que perdure essa relação.
  4. Canais de comercialização: os acessos que os clientes terão para concretizar a comercialização. Terá ponto de venda? Televendas? Comércio eletrônico? Entrega em domicílio?
  5. Principais parceiros: identificar as principais empresas que poderão contribuir para sua empresa funcionar.
  6. Principais atividades: quais as atividades que irão proporcionar a motivação, com a finalidade de criar laços de relacionamento com os clientes.
  7. Principais recursos: qual a infraestrutura necessária para a empresa funcionar? Custo operacional: qual o custo mínimo que a empresa necessita para funcionar? Aluguel? Telefone? Internet? Material de expediente? Serviços contábeis? Outros.
  8. Fluxo de receita: Qual a projeção de venda? Ocorrerá venda a vista ou a prazo? Quais os prazos estabelecidos? Quais os meios de pagamento a prazo?

A partir do modelo de negócio construído, você irá realizar algumas analises estratégicas, conforme a indicação do artigo anterior e uma das primeiras análises você conhecerá nos próximos artigos.

Fonte: Osterwalder(2010)

As idéias fixas são um dos grandes inimigos para inovar


Muitos empresários ou determinado segmento criam uma barreira invisível para superar alguns problemas por cristalizarem si mesmo algumas idéias fixas.

Essa situação prejudica a evolução de uma empresa e até mesmo de um setor ou a economia de uma localidade.

O grande desafio é ter a capacidade de buscar olhar os problemas e os desafios e forma diferente, isto é, olhar por um ângulo diferente com objetivo de buscar alternativas para solucionar ou minimizar os problemas.

Gostaria que assistem o episódio do filme a seguir e reflita qual o papel que você está assumindo na sua empresa se compararmos com os personagens que fazem parte desta cena.

Pensar que um problema não tem solução é você não se permitir em pensar diferente!

Alguns empresários de sucesso para não cair nessa situação procuram sair do “seu mundo” e buscam conhecer realidades e empresários de setores completamente diferente para identificar sua sabedoria e capacidade de lidar com desafios. É uma forma de exercitar e de ver o mundo dos negócios com outro olhar, além de se permitir em pensar diferente.

Inove e faça a diferença!