Diferencial estratégico, Empreendedor, Estratégias, Mercado, Modelo de negócio, Oportunidade de negócio

A Estratégia do Oceano Azul sob a ótica do modelo de negócios


Conforme os artigos anteriores existem várias abordagens para analisar e validar um modelo de negócio. A abordagem que será tratado neste artigo é a estratégia conhecida como “oceano azul”. Essa abordagem procura sair literalmente do quadrado na forma de analisar as questões organizacionais e de mercado. – Romper as fronteiras para achar novas oportunidades e soluções.

Dessa forma é chamado todas as estratégias e abordagens convencionais como sendo “oceano vermelho” e as abordagens e estratégias que venham proprocionar o novo, rompendo fronteiras, é considerado “oceano azul”.

Na figura abaixo, pode-se observar a comparação do “oceano vermelho e azul”:

azulevermelho

A proposta do aceano azul vem contribuir para muitas empresas sairem da mesmice e das idéias fixas ao olhar o mercado e nas crenças que baseiam suas tomadas de decisões.

O “oceano azul” consiste em reduzir os custos e, ao mesmo tempo, aumentando o valor para os clientes, conforme figura abaixo:

Nesse contexto, deve-se analisar o modelo de negócio, a partir dos seguintes princípios:

  • Esse meu empreendimento:
    • Reconstrue novas fronteiras do mercado
    • Está concentrada no panorama geral, não inúmeros
    • Vai além da demanda existente
    • Existe uma sequência estratégica

Depois da validação, organize seu processo de implantação do seu empreendimento para superar as principais barreiras organizacionais e o planejamento da sua execução na estrategica.

Pense que existe um mar de oportunidade inexplorada ao você romper as estratégias e abordagens tradicionais.

 

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Mercado, Modelo de negócio, Oportunidade de negócio, Planejamento

Modelo de negócio: estruture sua oportunidade de negócio


Só para lembrar onde tudo começa, é na estruturação do modelo de negócio. Se você tem já uma oportunidade de negócio definida, comece a esboçar sua idéia. Para isso, utilize as informações deste quadro:

  1. Perfil de clientes: quem será seu cliente? Qual a capacidade de pagamento? O que eles mais gostam? O que eles mais reclamam?
  2. Valor agregado: qual o diferencial que será proporcionado, para que os clientes escolham sua empresa? Exemplo: design, processo de atendimento, novas tecnologias, novas abordagens de atendimento etc.
  3. Relacionamento: Qual abordagem de relacionamento com os clientes que serão desenvolvidas? Isso é fundamental para que os clientes possam ter uma primeira experiência com a empresa, de forma inusitada e que perdure essa relação.
  4. Canais de comercialização: os acessos que os clientes terão para concretizar a comercialização. Terá ponto de venda? Televendas? Comércio eletrônico? Entrega em domicílio?
  5. Principais parceiros: identificar as principais empresas que poderão contribuir para sua empresa funcionar.
  6. Principais atividades: quais as atividades que irão proporcionar a motivação, com a finalidade de criar laços de relacionamento com os clientes.
  7. Principais recursos: qual a infraestrutura necessária para a empresa funcionar? Custo operacional: qual o custo mínimo que a empresa necessita para funcionar? Aluguel? Telefone? Internet? Material de expediente? Serviços contábeis? Outros.
  8. Fluxo de receita: Qual a projeção de venda? Ocorrerá venda a vista ou a prazo? Quais os prazos estabelecidos? Quais os meios de pagamento a prazo?

A partir do modelo de negócio construído, você irá realizar algumas analises estratégicas, conforme a indicação do artigo anterior e uma das primeiras análises você conhecerá nos próximos artigos.

Fonte: Osterwalder(2010)

Cultura Organizacional, Estratégias, Gestão de equipe, Gestão empresarial, Oportunidade de negócio

As idéias fixas são um dos grandes inimigos para inovar


Muitos empresários ou determinado segmento criam uma barreira invisível para superar alguns problemas por cristalizarem si mesmo algumas idéias fixas.

Essa situação prejudica a evolução de uma empresa e até mesmo de um setor ou a economia de uma localidade.

O grande desafio é ter a capacidade de buscar olhar os problemas e os desafios e forma diferente, isto é, olhar por um ângulo diferente com objetivo de buscar alternativas para solucionar ou minimizar os problemas.

Gostaria que assistem o episódio do filme a seguir e reflita qual o papel que você está assumindo na sua empresa se compararmos com os personagens que fazem parte desta cena.

Pensar que um problema não tem solução é você não se permitir em pensar diferente!

Alguns empresários de sucesso para não cair nessa situação procuram sair do “seu mundo” e buscam conhecer realidades e empresários de setores completamente diferente para identificar sua sabedoria e capacidade de lidar com desafios. É uma forma de exercitar e de ver o mundo dos negócios com outro olhar, além de se permitir em pensar diferente.

Inove e faça a diferença!

Empreendedor, Geração X, Y e Z, Marca, Mercado, Merchandising, Mundo virtual, Oportunidade de negócio, Satisfação do cliente

Canais de comunicação e as novas possibilidades


Toda empresa precisa formalizar quais os canais de comunicação a empresa vai estabelecer com os clientes. Tradicionalmente, informava-se o endereço dos pontos comerciais, o telefone e o número de fax. Depois com o tempo, foi agregado o email e o site oficial da empresa. Algumas empresas ainda não chegaram a ter um site oficial, apesar de ser básico.

Com o avanço tecnológico e com a necessidade dos clientes interagirem mais com as empresas, além do contexto da globalização que vivemos. As empresas precisam incluir seu endereço digitalmente, isto é, geolocalizá-lo e abrir novos canais de interação com os clientes através das redes sociais.

Os canais tradicionais ainda não deixaram de ser usados pois as operações comerciais com os bancos, fornecedores e instituições governamentais utilizam intensamente.

Agora os clientes não estão mais satisfeitos em utilizarem os canais de comunicação tradicionais. Como também, as estratégias de fidelização de clientes não vem sendo mais eficazes. A grande mudança é:

  • Construir relacionamentos, no lugar de simplesmente fidelizar.
  • Um novo olhar – os clientes são pessoas que possuem seus anseios, necessidades e um ser social.
  • As novas gerações de compradores estão mais conscientes do que acontece no seu em torno e no mundo.
  • A sociedade está cada vez mais inserida nas web, compartilhando suas vidas, fazendo negócios, omitindo suas opniões e enganjando em causas sociais.

Logo, as empresas precisam construir relacionamentos com seus clientes que precisam ser tratadas como pessoas especiais, que retratem um sua identidade cultural, estilo de vida e dignidade. Além da agilidade de resposta e flexibilidade para atender a realidade de seus clientes.

Agora, reflita quem são as pessoas que fazem parte da sua empresa que você chama de cliente e como você poderia aproximar  e construir relacionamento com elas?  Saiba que o fruto desse relacionamento será a uma empresa participando de vidas, consolidando sua presença física e digitalmente.

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O dinamismo de uma startup


Toda empresa que está iniciando suas operações no mercado vivencia um grande momento de instabilidade. Essa fase vai depender essencialmente da visão empresarial e habilidades do empreendedor. Se esse empresário possui uma visão clara do futuro da sua empresa, metas e objetivos definidos e com preparo gerencial, saberá lidar com esse período de instabilidade de forma positiva e menos danosa para o capital investido.

Será um equívoco do empresário se ele achar que a modelagem da empresa que instalou continuará igualzinha no decorrer do tempo.

Pode-se observar no desenho abaixo a síntese dos aspectos da empresa que precisará dinamizar para haver a melhoria continua e sucesso no mercado.

Toda empresa no início de suas operações possui um mix de produtos e serviços e uma estratégia que definirá sua abordagem de relacionamento com os clientes, tudo isso embasado na visão da empresarial.

Já falava Fillion que a empresa é resultado do sonho e do conceito de si que o empreendedor tem internalizado. O sonho  tende a modelar onde o empresário quer chegar e o conceito de si, sua forma de enxergar o mundo,além de sua própria capacidade de realizar conquistas. Tudo isso resultará na visão  empresarial que permite o empreendedor ter um foco claro de seus objetivos pessoais e empresariais.

A estratégia será como o empresário irá colocar em prática suas ações e abordagem de relacionamento com o cliente. Nesse aspecto que precisa estar presente a criatividade, a flexibilidade, a capacidade gerencial de lidar com recursos escassos, pois muitas empresas no momento de instabilidade precisará realizer ajustes ou até mesmo transformação de suas estratégias para que possa consolidadar a empresa no mercado.

A maior ou menor necessidade de mudanças dos produtos/serviços está proporcional ao conhecimento do empresário tem para com os clientes e o mercado que se quer trabalhar. Agora a necessidade de otimização será constante, e dependerá da capacidade de identificar oportunidades de negócio, gerenciar recursos e ativos da empresa e mais do que nunca conhecer o comportamento do consumidor.

Todo empreendedor é essencial construir seu modelo e plano de negócio, mas também ter a consciência desse processo dinâmico que a empresa vivenciará. Dessa forma os instrumentos de planejamento terá sentido e será retroalimentado para construir a base para firmar a empresa no mercado e ter seu sucesso com menos disperdício financeiro e material.

Empreendedor, Oportunidade de negócio, redes sociais

Turismo: ganho de escala através da tecnologia


Na área de turismo, lida-se constantemente com vários desafios na prestação de serviço, tais como, profissionais qualificados, precisão das informações a serem transmitidas, diversidade cultural das pessoas que venham visitar os lugares com sua respectiva língua materna.

Como atender a todos com qualidade, correspondendo suas expectativas e curiosidades a respeito do local visitado.

Bem, tudo isso continua sendo um desafio, mas a tecnologia vem ajudando a minimizar essa problemática.

Quando se consegue coletar e estruturar todas as informações de um determinado ambiente, como por exemplo, em Sopron na Hungria com colocou algumas TVs  ligadas a um computador que rodava um sistema que permitia contemplar toda a arquitetura da igrega em 3D, além da possibilidade de parar e destacar um aspecto para obter maiores informações. Como se pode ver na imagem abaixo:

Fotografia e arte: Conceição Moraes

Esse instrumento permite a personalizar o atendimento ao turista quanto ao seu grau de interesse sobre a história e seus os pontos marcantes.

Algumas cidades consegue traçar um roteiro de ônibus e/ou barco, parametrizando o passeio e as principais informações em que se estará percorrendo. Quando conseguem, o ganho de escala é extraordinário porque consegue padronizar as informações que serão transmitidas para diversos turistas em mais de 10 línguas, se desejar. Promovendo uma redução de custos e aumento na quantidade de turistas que irá utilizar o serviço. A imagem a abaixo mostra o exemplo dessa tecnologia acoplada na cadeira onde o turista se acomoda para realizar o city tour.

Fotografia e arte: Conceição Moraes

A gravação precisa contar com a distância entre um monumento e outro que se venha destacar e variar o fundo musical para que o turista possa mergulhar no tempo e no espaço da história da localidade. Esse exemplo já existe em várias cidades no mundo como por exemplo, Buenos Aires, Londres, Budapeste, Praga, Lisboa, Viena, Paris, etc.

Em alguns ambientes semi-fechados já disponhem de acesso WIFI free para todos que tenham um equipamento mobile (celular, tablet, ipod, etc.) possa acessar a página oficial daquele local que disponibiliza um guia com todas informações, tais como, explicações dos monumentos, toda sua história, programação dos eventos, mapa sinalizado e outras informações.

Como exemplo, você pode ver na imagem abaixo que mostra a página do Castelo em Praga que pode ter acesso através de WIFI free.

Fotografia e arte: Conceição Moraes

Tudo isso é possível com ajuda da tecnologia. Pense e reflita o que você pode empreender nessa área e tornar sua cidade mais atrativa e com capacidade de se comunicar com o mundo!

Empreendedor, Finanças, Investimento, Oportunidade de negócio, Planejamento, Plano de negócio

Ponto comercial: quando tomar a decisão?


Para muitos empreendimentos do varejo o ponto comercial é uma grande porta para o sucesso ou o fracasso de uma empresa.

Encontrar um ponto torna-se um grande estresse para muitos empresários diante das seguintes situações:

  • Surgir um local que esteja próximo dos potenciais clientes
  • Especulação de preço de aluguel
  • Necessidade de grandes reformas para adequar o local a abordagem de venda e ou a legislação vigente federal e municipal
  • Algumas exigências legais poderão inviabilizar o ponto comercial, tais como, área verde, espaço de estacionamento, limite de barulho e outros.
  • Empreendedores atropelam o processo de análise de viabilidade de negócio por encontrar um suposto ponto comercial e considera que precisa já fechar o aluguel para não perder. Alguns casos terminam perdendo dinheiro por erro de concepção de negócio e mau planejamento financeiro.
  • Contratos de aluguéis mau negociado gerando prejuízos futuros.
  • E outras questões que os próprios leitores poderão estar lembrando e comentar por aqui.

Algumas dessas situações poderá nunca mudar dentro de um mercado competitivo. Agora, você poderá prevenir ou minimizar algumas questões, como por exemplo, antes de fechar o contrato de aluguel ou comprar o ponto comercial, você deve observar:

  • O orçamento quanto ao investimento de reforma e ou adaptação do ponto comercial. Esse valor deverá compor sua análise de viabilidade, além de fazer parte da negociação, se a reforma for estrutural.
  • Pesquisar no departamento da prefeitura quanto as exigências legais da localidade do ponto comercial, em muitas prefeituras possui normas e regras diferentes para cada bairro.
  • Não se esqueça de verificar na prefeitura e em outras instituições quanto à tendência de alguma mudança ou a entrada de um grande investimento no em torno. Isso poderá ajudar ou prejudicar seu negócio.
  • Análise junto com um advogado o contrato de aluguel quanto às questões de quebra de contrato, renovação de aluguel e solicitação do imóvel para que ambas as partes possam estar ciente de seus direitos e deveres.
  • Pesquise o preço de aluguel da localidade para se possa negociar um preço justo. Esse valor deverá ser inserido na análise da viabilidade da empresa. Cuidado – o aluguel mais barato não significa a melhor opção!

Pense que a decisão de abrir uma empresa ou uma filial, principalmente, no segmento do varejo, o ponto comercial faz parte da análise. Logo, nunca tome a decisão de empreender antes de analisá-lo!

Diferencial estratégico, Gestão empresarial, Inovação, Oportunidade de negócio

Concepção de empresa x sustentabilidade


Vendo esta imagem em uma região da Turquia, onde as pessoas compartilhavam a mesma caneca para beber água. Fez me lembrar que em 1907 dois amigos, Moore e Luellen começaram a dispertar a possibilidade de comercializar copos descartáveis para susbstituir as canecas de metal que ficam ou ficavam nas fontes de água pública.

Fotógrafa: Conceição Moraes

Essa idéia só teve seu sucesso consolidade oito anos depois.  O consumo foi estimulado como fonte de prevenção de doenças através de campanhas publicitárias. Atualmente, se consome mais 220 bilhões copos de papel e plásticos são usados no mundo.

No decorrer dos anos muito mais produtos e utensílios foram produzidos para uso de forma descartável. Esse consumo foi estimulado por muitos anos como sendo mais conveniente, mais higiênico, além da economia do tempo.

Atualmente, o “hábito do descarte” está sendo questionado por conta do volume de lixo criado pela sociedade.

Fonte: Revista Bola News

Esse contexto vem a questionar os negócios existentes e os novos empreendimentos. As empresas existentes precisam rever o ciclo de vida de seus produtos e a necessidade de desenvolver a logística reversa.

Os novos empreendimentos do futuro já precisa ser concebido pensando em todas as fases do ciclo de vida do produto e inclusive os resíduos gerados na produção. Ao pensar dessa forma, observa-se novas oportunidades de negócios para trabalhar com subprodutos, agregando valor, gerando longividade nos negócios e rentabilidade para empresa.

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Viabilizar alguns negócios colaborativos


Para alguns tipos de negócios colaborativos precisa se criar uma infra-estrutura de apoio em rede, consolidando uma massa crítica de consumo e transformando a cultura do individualismo para o coletivismo.

Um dos exemplos é o compartilhamento de bicicletas que se faz necessário uma estrutura de ciclovias nas cidades como também pontos de contratação  de coleta e entrega da bicicleta.

Cada localidade possui suas regras de utilização gratuita e pagas. A gestão com tecnologia contribui para reduzir os custos de gestão, como por exemplo, site para apresentação da proposta, mapa dos pontos de entrega e coleta das bicicletas, cadastro on-line, máquinas de auto-atendimento, acesso por via celular; além é claro, o monitoramento para manutenção das bicletas para não perder a qualidade e finalidade maior de locomoção saudável e sem poluição.

A seguir você poderá ver algumas imagens de uma dessas estruturas em Roma. Como se pode ver existe um totem com o mapa e a estrutura de estacionamento  ou coleta para o uso da bicicleta.

Roma – Itália: point para bicicletas

No totem possui o mapa com os detalhes dos pontos mais próximo para utilização do serviço.

Mapa dos point em uma região de Roma

Essa outra imagem você  pode encontrar também em Viena, esse exemplo é  próximo de um dos pontos turísticos e do metro.

Estacionamento de Bike Share

Os turístas não ficam de fora para o comportamento ecologicamente correto. Como por exemplo, um hotel em Praga oferece para os hóspedes a possibilidade de alugar bicicleta para explorar a cidade. Veja a imagem a seguir:

Proposta de aluguel de bicicleta para turista em um hotel

No Brasil já temos bons exemplos já acontecendo no Rio de Janeiro e em São Paulo. Quanto as demais capitais do país, pode-se começar a analisar sua viabilidade a partir da malha cicloviária atual e a previsão de expansão. A parceria sempre será importante para esse tipo de negócio.

A Rio + 20 está acontecendo e que a a população e empreendedores possam se inspirarem para buscar explorar negócios que envolvam o consumo colaborativo.

Fonte: imagens fotografadas por Conceição Moraes

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Iniciativas no Brasil de negócios colaborativos


Já se pode observar algumas iniciativas no Brasil empreendimentos com os princípios colaborativos. As interações entre pessoas conhecidas e desconhecidas, vizinhas ou não vem formando um capital social de saber consumir de forma inteligente, sabendo usar mais e ter menos.

Entre os exemplos de sistemas de consumo colaborativo, temos:

Estilo de vida colaborativo:

  • Espaços de coworking
  • Caronas entre pessoas para o trabalho, faculdade e escola
  • Crowdfunding
  • Meios de hospedagem

Sistemas de serviço de produtos

  • compartilhamento de automóveis e bicicletas
  • Filmes
  • Aluguel de roupas

Marcados de redistribuição

  • Trocas de livros

E outras iniciativas que vão surgindo timidamente.

 

Agora, gostaria de provocar os leitores a dar depoimentos ou exemplos desses tipos de negócios que está em fase inicial de crescimento no Brasil, mas gera grande impacto na economia pessoal e no meio ambiente!