Empreendedor, Gestão empresarial

Quando o empresário fica entediado com sua empresa?


Os empresários, que detém habilidades empreendedoras, são movidos para conquistar seus sonhos e sempre buscando  superar os obstáculos. – Nunca para! O seu grau de insatisfação é de uma “dosagem” saudável porque não fica acomodado e estar sempre procurando  melhorias para sua vida pessoal e para seu empreendimento. A  melhoria contínua promove a oxigenação e a renovação da empresa para galgar novos espaços no mercado e preservar sua existência.

A rotina do dia a dia de trabalho, sem uma vida equilibrada, sem renovação de metas e objetivos, leva o empresário a acomodação e ficando entediado com sua própria empresa. Esse empresário, às vezes, acha que a solução é mudar de atividade empresarial, em lugar de implementar  melhorias e ampliação da empresa.

Quando se chega a esse estágio, é importante refletir e repensar  suas metas e visão de futuro com objetivo de retomar o rumo e seu dinamismo empresarial. E jamais deixar ser paralisado: sua empresa e sua própria vida.

Renove suas metas e comemore sempre suas conquistas!

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Gestão de serviços, Gestão empresarial

Vender uma promessa?


Todos os dias as empresas prestadoras de serviços vendem promessas para seus clientes, tendo em vista que serviço não pode ser testado e só é “consumido” simultaneamente ou depois de implementado. – É apenas uma promessa de atender as necessidades dos clientes.

O desafio é como ganhar a credibilidade e o desejo de consumo para os novos clientes que nunca usufruiram de sua prestação de serviço. É nessa situação em que se vende uma promessa, tentando passar boas impressões para o(s) cliente(s) comprar(em).

O segredo está em tornar o que é intangível em tangível, isto é, transformar a característica intangibilidade das empresas de serviços, para algo concreto ou que passe impressões positivas.

Com isso, deve-se observar e intervir em algumas variáveis, tais como: instalações, pessoas, equipamentos, comunicação, símbolos e preço. Precisa existir coerência no que é oferecido, com o que é de fato executado e com essas variáveis.

As instalações de uma empresa prestadora de serviços que recebe constantemente clientes precisa ter um arranjo físico e decoração transmitindo credibilidade e a qualidade que se pretende oferecer. As cores, a acessibilidade, a segurança, estacionamento, fachada, condições da calçada, vizinhança, sistema de drenagem de água e localização do lixo fazem parte da variável ‘instalações’.

As pessoas fazem parte de uma variável importantíssima para toda e qualquer prestação de serviço. Os funcionários transmitem a imagem e credibilidade da empresa, além de dar vida ao serviço a ser realizado. Qualquer ‘ato falho’ poderá denegrir a imagem da empresa. Bem como, qualquer ação extraordinária pode superar a expectativa do cliente e fortalecer a imagem da empresa.

Equipamentos precisam estar conservados e se a empresa pretende transmitir ideia de modernidade, esses equipamentos deverão ser atuais, para demonstrar que a empresa é de vanguarda.

Material de comunicação e símbolos fazem a marca da empresa. Também fardamento, portfólio, toda papelaria (papel timbrado, envelopes, pastas, cartão de visita), design do site, placas internas e externas da empresa e a comunicação visual. Deverá está em concordância com a proposta que a empresa pretende passar.

Já no quesito preço, cuidado! A estratégia de preço baixo poderá comprometer a imagem da empresa. O cliente precisa sentir que está pagando o preço justo do serviço prestado quanto à qualidade de profissionais e insumos, além de benefícios extras adquiridos.

Havendo zelo em decisões estratégicas quanto a essas variáveis, os clientes perceberão que compram mais do que promessas, mas a segurança de que terão o serviço que anseiam.

Empreendedor, Empresário, Inovação

Qual foi a última vez que sua empresa inovou?


Cada atividade empresarial possui seu ritmo inovativo e suas respectivas tendências. Cabe cada empresário, identificar quais as fontes de informações que poderão estar buscando para se atualizar sobre as novidades que estarão por vir.

Em algumas atividades, as fontes de informações poderão ser acessadas através de fornecedores, revistas do segmento, literaturas, pesquisas científicas das universidades, em feiras e eventos do segmento, além de realizar visitas técnicas em cidades ou regiões que são referência nacional e ou internacionalmente do segmento que sua empresa atua.setas1

(1) Ao captar essas informações, deve-se analisar através da seguintes:

  • Qual a previsão das tendências identificadas virarem regras de atuação no mercado?
  • Quais das tendências estão mais relacionadas com o mercado e público-alvo que você atua?
  • Qual a realidade da sua empresa perante essas tendências? Está próximo ou está muito distante?
  •  Quais os impactos dessas tendências no mercado e na sua empresa?

(2) Ao decidir quais as tendências que serão inseridas para sua empresa, verificar:

  • Qual o momento que deverão ser utilizadas? De imediato? Só daqui a 6 meses a 1 ou 2 anos?
  • Quais as tendências que não haverá custos, mas irão alterar a abordagem da sua empresa?
  • Quais as tendências que necessitaram de investimento financeiro?
  • Quais os custos e benefícios? Qual a viabilidade do investimento?
  • Quais as fontes de recursos que serão utilizados?

Elaborar um plano de ação com todas essas decisões perante as informações desses questionamentos e mãos à obra!

 Conceição Moraes

Empresário, Gestão de serviços, Gestão empresarial

Desafios da Gestão de Serviços


O “serviço” pode se apresentar em diversas abordagens: como um diferencial do varejo, suporte para indústria e a própria prestação de serviços. Todas essas abordagens possuem os mesmos desafios advindos das características inerentes a serviço.

 A primeira delas é que o serviço é algo intangível, você só vivencia ou adquire o resultado dele. E o desafio é como tornar tangível o intangível? Em estratégia de marketing, utiliza-se alguns aspectos para gerar essa tangibilidade, que é o perfil de profissional que se trabalha, a infraestrutura da prestação de serviço, a qualidade do atendimento, a comunicação, site, e outros compostos que contribuem para o cliente ter a noção e a credibilidade do que está contratando. Segunda característica é a inseparabilidade, isto é, não se pode usufruir uma prestação de serviço senão através de profissionais, equipamentos e ou de uma infraestrutura. A questão é como lidar com a demanda versus sua capacidade de atendimento. Muitas empresas procuram criar vantagens atrativas para horários ociosos, procura atender de forma coletiva ou automatizar – tudo vai depender da natureza do serviço. desafioA terceira, é a perecibilidade, significa que você não pode estocar e não se consegue fazer uma previsão exata, no máximo, gerar algumas previsões e se planejar para atender o período de maior sazonalidade. E a última característica é a variabilidade, pois a prestação de serviços poderá ter alguns parâmetros de qualidade, mas cada cliente é caso e forma de atender diferenciada.

Infelizmente, algumas pessoas não percebem a importância, mas saiba que mais de 60% do nosso planejamento orçamentário familiar está destinado para serviço. E o que estamos fazendo para profissionalizar e atender cada vez melhor os clientes? Conceição Moraes

Empreendedor, Empresário, Gestão de equipe, Gestão empresarial, liderança

Você possui uma abordagem para gerenciar seu negócio?


Nos dias atuais, tem-se atuado cada vez mais em estrutura de times promovendo o empoderamento das equipes de trabalho, tornando-as autônomas, ágeis, proativas e comprometidas e motivadas com trabalho.

Uma pequena empresa possui uma estrutura favorável para acontecer o empoderamento dos seus funcionários, porque não há muita hierarquia e departamentalizações, além de possuir uma equipe multifuncional.

Mas, muitas vezes, encontramos líderes e gestor do seu próprio negócio com uma abordagem maquiavélica baseada no poder e no controle. Todo o seu poder está voltado em deter informações úteis para seu negócio e na centralização de todas as decisões. E aí sua equipe de trabalho fica refém e infantilizada, não podendo fazer nada, sem o gestor sinalizar. E, também, é engraçado que esses mesmos gestores, muitas vezes, comentam da incompetência de suas equipes…

Volto, então, a questionar, qual a intenção e a meta de um gestor do seu próprio negócio, se não é viabilizar sua empresa através de suas relações com o mercado e principalmente, através de sua equipe de trabalho.

O empoderamento de uma equipe de trabalho é dar responsabilidade na tomada de decisão, tendo as informações necessárias para contextualizar a decisão vinculada com as estratégias e a missão da empresa. Para isso é necessário um ambiente favorável em que possibilite o compartilhamento do poder e das informações para com todos que fazem parte da empresa. Esse ambiente é viabilizado através de algumas decisões do próprio gestor, tais como, na formação de um sistema interno organizacional e cultura que dê apoio ao espírito colaborativo e de alto envolvimento da força de trabalho de sua equipe.

O sistema interno organizacional contempla:

  • A seleção de funcionários que tenha um perfil colaborativo e competência para assumir as devidas atividades que será de sua responsabilidade. 
  • O processo de socialização do funcionário para inseri-lo no ambiente da empresa de forma que haja sua integração com a equipe de trabalho, com as estratégias, missão da empresa e seus respectivos impactos. 
  • Avaliação da performance para uma política de recompensa: levar os funcionários terem a clareza de qual o comportamento e resultado que será recompensado. 
  • Definir os canais de comunicação que toda a equipe possa ter acesso. 
  • E outras ações que favoreça o ambiente colaborativo específico da dinâmica do seu negócio.

É importante refletir e reconhecer que as abordagens maquiavélicas são improdutivas para o desempenho de sua empresa, como também é carregada de medo de perder o poder e o controle das coisas, sobrecarregando o próprio empresário com atividades rotineiras.

Para uma empresa de vanguarda, não existe mais espaço para esse tipo de atitude e sim, para a filosofia de “primeiro as pessoas”, isto é, proporcionar um ambiente que para sua equipe desempenhe suas atividades de forma que conduza a sua empresa da melhor forma possível e se relacione bem com seus clientes, pois são eles que estão face a face com seus clientes e que vão promover o sucesso do seu negócio.

 Por Conceição Moraes

Gestão empresarial

Dinâmica empresarial…


Lembrando de situações que encontro todos os dias nas minhas consultorias, resolvi compartilhar com vocês e trazer um modelo já desenhado e atualizado por Greiner que pesquisou sobre desenvolvimento organizacional e sua maestria. Ele desenvolveu o modelo das fases de crescimento das empresas e suas respectivas crises, conforme a figura abaixo:

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Uma empresa está sempre em evolução, até podemos falar uma metáfora: “uma empresa é um ser vivo” em que vivencia suas crises, revoluciona e se desenvolve ou regride – alguma coisa acontece… Mergulhando nas fases citadas por Greiner, observa-se que a empresa entra em crise para gerar a revolução, impulsionar à mudança e consequemente sua evolução. Na primeira fase, a empresa cresce e impulsionada pela criatividade, por uma comunicação empreendedora informal, muito trabalho e conclui com a crise da liderança. O empresário precisa agir como líder para orquestrar a dinâmica da empresa e entrar a segunda fase. Depois vem a crise da autonomia porque percebe que não basta saber liderar as atividades da empresa, fica sufocado e necessita ir além… tenta respirar através da delegação porque “sente na pele” que gerenciar a empresa de forma centralizada não dar mais… Essa terceira fase entra em crise ao passo que precisa delegar, percebe que necessita implantar controles gerenciais para que flua a empresa. Já a quarta fase, o empresário começa a exercer outras funções, tais como, coordenação e monitoramento da empresa e percebe que os procedimentos e as rotinas não estão fluindo 100%. Existem muitas “apagadas de incêndios” e re-trabalhos. E aí entra a crise dos procedimentos e rotinas que precisam ser estruturados e otimizados. A empresa começa ter outro porte com o seu crescimento, na quinta fase, a gestão do empreendimento evolui pela colaboração e isto significa saber motivar e compartilhar os ganhos. Esse processo não para! E a empresa, novamente entra em crise por conta do crescimento interno. Percebe-se que precisa “olhar para fora” da empresa e construir relacionamento com os atores do seu ambiente de negócios e até mesmo realizar alianças estratégicas….. Diante desse contexto, em que momento sua empresa está vivenciando?

Por Conceição Moraes