Estratégias, Gestão empresarial

Sua empresa tem uma estratégia preservável ou suícida?


O famoso guru de competitividade, Porter, definiu estratégia como criar uma posição exclusiva e valiosa, envolvendo diferente conjunto de atividades.

As estratégias genéricas para atingir seus objetivos e vantagem competitiva de um empreendimento são através da  diferenciação, da escala de preço ou por enfoque.

Atuar através da diferenciação é buscar fortalecer positivamente a imagem e a marca da empresa, atender os clientes de forma customizada, gerar conveniência ao acesso aos produtos e serviços  e outras questões que tornem a empresa melhor que as demais. Não significa simplesmente atender com exclusividade somente  a classe A. Você poderá atender de forma diferenciada qualquer classe social ou seu público-alvo, desde que  os conheça bem seus hábitos de consumo, o seu processo de compra e seu estilo de vida.

Já atuar em escala de preço é favorável para mercado em que se possa comercializar um volume alto de produto ou serviço, ter o processo de execução otimizado de produção e atendimento, além de  gerenciar bem os custos.  O grande detalhe, é que muitos empresários só querem atuar com preços baixos sem observar os demais aspectos. Quando isso acontece, o processo é suiicida. Você pode refletir sobre a questão assistindo o vídeo  

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A terceira e última estratégia é a com enfoque, as decisões são misto das duas acima mais com uma definição mais apurada mercadologicamente com atuação em nichos de produtos, perfil de clientes, geograficamente se for um empreendimento 100% presencial ou atuar em tribos ou comunidades em redes sociais.

A melhor estratégia a ser escolhida vai depender do ambiente setorial em que a empresa atua, deve-se analisar a rivalidade entre os concorrentes, o tipo de relacionamento em que a empresa poderá ter com fornecedores e clientes, a possibilidade de surgir novos produtos e serviços do que você atua e a viabilidade de entrar ou sair do mercado sem ter grandes perdas.

Avalie sua estratégia! Uma empresa sem estratégia é uma empresa perdida e sem vida própria. Toda empresa precisa escolher uma estratégia preservável.

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Gestão empresarial

Pequenas empresas: negócios compartilhados como estratégia para sua competitividade


Observa-se no mundo das grandes empresas, várias manobras para se manter no mercado de forma mais competitiva e uma das manobras utilizadas são ações conjuntas com outras empresas que podemos denominar de fusões, alianças estratégicas, join venture, formação de redes, parcerias e outras abordagens que favorecem uma união de duas ou mais empresas com objetivos comuns para uma vantagem competitiva.

 

E aí vem o questionamento…porque as pequenas empresas não utilizam estes recursos com mais intensidade?

 

Existem alguns mitos cristalizados que precisam ser vencidos quanto à confiança de se trabalhar em conjunto, quanto à propensão ao associativismo, a visão de negócios, a interpretação de quem é de fato o concorrente e tantas outras questões.rede-de-amizade

 

Mas uma coisa é certa, mas toda pequena empresa que possui visão competitiva almeja: poder de compra, base técnica de vanguarda, know-how, ampliação de sua atuação no mercado, consolidação de sua marca, lucratividade, etc.

 

Pois é, tudo isso pode ser concretizado com a busca da união de esforços de mais de uma empresa. Não é filantropia se estará fazendo uma empresa com a outra, mas negócios!

 

Quando a empresa busca fazer negócios em conjunto com outras empresas para aumentar o poder de compra, elas estarão atendendo a necessidade da empresa de fazer pressão no mercado, de ganhar competitividade em relação as grandes empresas e até favorecer sua atuação nos mercados internacionais.

 

Quando a empresa busca fazer negócios conjuntos com outras empresas na busca da complementaridade, elas estarão combinando competências e utilizando know-how, compartilhando riscos e custos para explorar novas oportunidades, e aumentando sua abrangência de atuação.

 

Quando a empresa busca fazer negócios conjuntos com outras empresas na busca de ampliação da base técnica, elas poderão estar dividindo o ônus de realização de pesquisas e desenvolvimentos de novos produtos, além de ampliar e melhorar a qualidade de suas linhas de produtos.

 

Enfim, fazer negócios conjuntos de forma estratégica, gera resultados estratégicos para todos os envolvidos e maior satisfação de seus clientes que poderão ser melhor atendido!

 

Fonte: Morvan, 1991; Amato, 2000 e Rodrigues, 2002.