Um novo pensar na concepção de negócios e como explorar as oportunidades


Assista o relato de Don Tapscott que vem várias menções  da sociedade que se está se formando e que se vem reconstruindo os interesses e a importância econômica de alguns negócios. A democracia do saber e um mundo sem fronteiras vem exigindo um repensar e o se reinventar de vários tipos de negócios existentes. É um caminho sem volta e não tem barreira econômica ou judicial que consiga segurar.

https://embed-ssl.ted.com/talks/don_tapscott_four_principles_for_the_open_world_1.html

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Mundo virtual: um caminho sem volta para as empresas


Como diz Bob Dylan: “Existe alguma coisa acontecendo aqui, mas não sei o que é?” As pessoas mais conectadas, o uso frequente das redes sociais e alto índice com compartilhamento tem promovido uma revolução silenciosa. O ser humano nesta sociedade informacional vem resinificando as relações sociais e suas referencias culturais de tal forma que está havendo uma construção e desconstrução do pensar, do comportamento e de organização social.
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Diante desse contexto, segundo Tapscott(2011), as organizações podem ser bem-sucedidas e sobreviverem nesse novo ambiente, adotando cinco princípios: colaboração, abertura, compartilhamento, integridade e interdependência nas relações com seus principais atores empresariais – cliente, funcionários, fornecedores e sociedade.

A Colaboração na web está sendo a alternativa para companhar a velocidade da ciência e tecnologia que venham a evoluir os produtos e serviços. De tal forma que se vem refletindo a possibilidade das instituições sem fins lucrativos que fazem a usinagem do conhecimento atuarem ativamente na colaboração de resolução de problemas.

A abertura está associada a transparência, liberdade, flexibilidade, envolvimento e acesso. Nesta era digital já existem vários sites que promovem o consumo consumo consciente dos bens e serviços, havendo questionamentos de toda ordem e a exigência de transparências das práticas publicas e privadas.

Compartilhamento do conhecimento e de recursos para evitar desperdícios, além de redefinir os conceitos dos espaços públicos e bens públicos.

A integridade preconizada pela responsabilidade social de não só fazer o bem e gerando lucro, mas respeitando o meio ambiente e gerando benefícios na sociedade em que atua.

Interdependência global já é o que estamos vivenciando com a economia global e os intercâmbios sociais, gerando impactos financeiros, culturais e comportamentais.

Procurando traduzir essas questões para a dinâmica interna da empresa, é importante observar o perfil dos funcionários e clientes. O pesquisador Tapscott (2008), subdivide em quarto gerações: baby boomer, geração X, geração Y e geração Z. Essas gerações não correspondem a divisão tradicional como sendo aquela que sucedem os nossos pais. Essa subdivisão está sendo considerada a cada 10 anos:

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Os baby boomers fazem parte do contexto histórico do término da II Guerra mundial e da Guerra fria, além dos conflitos políticos ocorridos no Brasil na década de 64.

São consumidores tradicionais que vislumbram a eternidade das coisas e como funcionários, almejaram construir uma carreira sólida e compromissada afetivamente com as empresas com as quais trabalhavam. Além de terem tido uma educação mais formal com a figura da autoridade no cerne familiar, transbordando para o ambiente profissional.

Os da geração X, vivenciaram o início das políticas do controle da natalidade, havendo um declínio do crescimento populacional. Foram os melhores educados academicamente de todas as gerações. Vivenciaram no Brasil o movimento das diretas já, os caras pintadas e conheceram a AIDs. Viu a tecnologia começando a ser democratizada. Por terem vivenciando todo o período inflacionário da economia brasileira, são muitos apegados aos seus patrimônios e fazem questão de demonstrar suas conquistas. Apesar de serem os mais velhos usuários dos computadores e da web, possuem certa resistência a inovação.

A geração Y são os últimos filhos dos baby boomers, porque prolongaram sua juventude, além de passarem seu tempo fazendo música e atuando socialmente.

Essa geração foi Influenciada pela  guerra do Iraque, a vida com AIDS, Princesa Diana, Bill Clinton, Jorge Bush, Lance Armstrong. No Brasil, vivenciaram a democracia e economia aberta. A internet mais democratizada, abrindo o mundo e reduzindo fronteiras para eles. São profissionais mais focados em si e priorizam o prazer no que faz, buscam crescimento na sua carreira profissional e querem ter uma atuação mais participativa na empresa no qual trabalha. Os dessa geração foram os mais significativamente afetados pela mudança tecnológica, não houveram tempo para vivenciar calmamente a evolução tecnológica.

Já a geração Z, são os considerados os nativos digitais, a tecnologia é como o ar que respiram. São altamente imediatistas. Essa nova geração vem quebrando alguns ‘rituais’ de comportamento consolidados no século XX e do início deste século. Já se pode observar a usabilidade de várias tecnologias que faz parte de nosso dia a dia, e que essa nova geração faz uso de forma diferenciada, tais como:

  • Buscam constantemente atualização através das notícias quentes pela internet, geralmente, utilizam algum gerenciador de notícias para receberem de imediato.
  • Gostam de ver e escutar o que estão sendo mais demandados na internet através de podcast, Youtube e outros canais na web.
  • Preferem assistir TV pela internet ou, no máximo, canais segmentados em TV fechada, como por exemplo, documentários, vida animal, sport e outros;
  • A forma de utilizar o celular é diferente de seus pais. Enquanto os pais conversam com parentes e amigos; seus filhos passam mensagens. Diante desse comportamento, já existe concurso para quem tem a habilidade de digitar mais rápido no teclado do telefone;
  • Se perguntarem o que eles sentem mais falta em acesso tecnológico, falam que é o telefone, pois o aparelho virou co-piloto de suas vidas: despertador, acesso a notícias e às redes sociais, fazem compras, check-in nos aeroportos, assistem a filmes, GPS e outras funcionalidades;
  • Não gostam de usar email e não sabem o que é postar uma carta nos correios. Eles preferem MSN, Twitter, G-talk, Skype, mensagens nas redes sociais e outras formas mais simples de comunicação;
  • No lugar de escutar músicas via rádio, preferem fazer download e selecionar suas preferencias nos seus mp4, IPod, etc.
  • Estão dando o direcionamento do conteúdo e das tecnologias em uma teia de colaboração, realizando upload de conteúdo: vídeos, áudio, imagem, além de terem blogs e emitirem suas opiniões sobre produtos, serviços, filmes e outras questões que consideram relevantes.

Essas gerações estão convivendo nas empresas como funcionários e são perfis que precisam ser atendidos de forma diferenciada pelas empresas, como clientes.

Na perspectiva como funcionário, todos possuem um espaço ocupacional estratégico, tais como, as atividades de planejamento corresponde mais para os Baby boomers e a definição orçamentária e tática poderá ser bem realizada pela geração X e a geração Y, que trazem mais inovação e se identificam mais com a execução dos projetos.

Agora todos precisam vivenciar e compreender as mudanças que o mundo virtual está provocando nas empresas com o objetivo de desenvolver estratégias de conceitos de negócios diferenciados a partir da cocriação.

Existem etapas de implantação dessa abordagem gerencial – cocriação:

  • Criar uma “plataforma”. Essa plataforma poderá ser um ambiente na web nas redes sociais, ning, orkut, facebook, basecamp, blog, dentre outras; e ou, no próprio site da empresa;
  • Solicitar feedback dos consumidores e enriquecer a plataforma, incorporando todos os esforços de customização feitos pela rede de consumidores;
  • Permitir um espaço para que cada consumidor customize a plataforma, adequando-a a sua identidade pessoal,favorecendo um ambiente para conversação de experiências e emoções ao consumirem os produtos e serviços. Além de sugestões e dicas de melhorias ou desenvolvimentos de novos produtos;
  • Tudo isso precisa contemplar a interação ativa de vários atores importantes da empresa: clientes, funcionários, fornecedores, parceiros de canais de comercialização, sociedade;
  • Quanto à empresa e cliente, diversas situações em que os clientes participam do processo de construção e melhorias dos produtos e serviços da empresa, além de reinventá-los;
  • Quanto à empresa, fornecedores e parceiros de canais de comercialização;
    • Precisam refletir sobre o propósito, os valores e compreendam os modelos de negócio uns dos outros, para que, mutuamente, desenvolvam contratos legais sólidos;
    • Quanto à sociedade, precisa existir transparência, provendo a comunicação aberta sobre suas ações e espaço para feedbacks.

E não se pode esquecer os funcionários, pois esse serão uma peça chave para articular e fazer acontecer todo esse processo.

Essas relações vão definindo estratégias e alternativas para os negócios conectados e em verdadeira dinâmica de transformação sintonizada com o mercado. Não perdendo de vista os seguintes critérios de decisão:

  • desejabilidade – faz sentido para as pessoas, clientes,;
  • viabilidade – poderá fazer parte de um modelo de negócio sustentável;
  • praticidade – é funcionalmente possível no futuro próximo.

Agora tome essa explanação como ponto de partida para monitorar esse mercado e resinificar sua empresa.

Não deixe de ler a referência bibliográfica que me fundamentou esse artigo e emita e compartilhe seus insights no @mcmoraescosta.

  • Brown, Tim. Design thinking: uma metodologia ponderosa para decretar o fim das velhas ideias. Brasil,Rio de Janeiro, 2010 249p.
  • Castells, Manuel. Sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 2010, 698p.
  • Friedman, Thomas L. O mundo é plano. Brasil, Rio de Janeiro: Objetiva, 2009, 625p.
  • Globo, TV – Série do Jornal da Globo: Geração Baby Boomers X, Y e Z, disponível https://www.youtube.com/watch?v=TCDtJKUpR1A , acessado em 11 de novembro de 2011
  • Gouillart, Francis J.; Ramaswany, Venkat. A empresa cocriativa: por que envolver stakeholders no processo de criação de valor gera mais beneficios. Brazil, São Paulo: Symnetcs, 2010, 267p
  • Shirky, Clay. Here Comes Everbody. Canada, Toronto: Penguim Books, 2008, 344p.
  • Tapscott, Don ,Grown Up Digital: How the Net Generation is Changing Your World. USA, New York: The McGraw-Hill Companies, October 2008, 368p.
  • Tapscott, Don. Macrowikinomics: reiniciando os negocios e o mundo. Brasil, Rio de janeiro: Elsevier, 2011, 414p.

Mundo virtual: um caminho sem volta para as empresas


Como diz Bob Dylan: “Existe alguma coisa acontecendo aqui, mas não sei o que é?”  As pessoas mais conectadas, o uso frequente das redes sociais e alto índice com compartilhamento tem promovido uma revolução silenciosa. O ser humano nesta sociedade informacional vem resinificando as relações sociais e suas referencias culturais de tal forma que está havendo uma construção e desconstrução do pensar, do comportamento e de organização social.

LEIA MAIS: http://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/mundo-virtual-um-caminho-sem-volta-para-as-empresas/#comment-37130

Oportunidade e tendências para desenvolvedores de produtos na web


Segundo @cseabra observa algumas áreas que faltam profissionais no mercado que possuam determinadas competencias ou empresas especializadas em atuarem nas seguintes áreas:

  • Editoração de ebooks via ePub3. Isso não significa o fim dos livros impressos pois sempre haverá mercado para ambos. Uma grande amostra disso é a Amazon. O ePub3 possibilita a inclusão de animações, músicas, filmes, tornando o livro interativo.
  • Desenvolvimento de sites com a linguagem html5.
  • Desenvolvimento de aplicativos (apps) para celulares(ios, android, outros) e para tablets(ios e android).
  • Jogos eletrônicos individuais e em rede)  que promova interação e que seja atrativo.
  • Mapas e georreferenciamento.
  • Projetos de gamificação.
  • Objetos educacionais digitais que inclua infográfico e applicativos interativos, simuladores, além de  jogos com a finalidade de desenvolvimento de aprendizagem. Precisa que funcionem em varias plataformas free e não free.
  • Aplicativos que audio, música, sonorização.

E outras oportunidades que venham attender as necessidades do mercado educacional, empresarial e social.

Software livre: uma oportunidade para otimizar a gestão da pequena empresa



No tempo atual não podemos deixar de aproveitar as oportunidades existentes na internet para apoiar no gerenciamento da empresa. Essa gestão poderá gerar integração de diversas áreas independente de sua localização física de seus funcionários e de filiais.

A pequena empresa poderá utilizar várias ferramentas gratuitamente para gerar qualquer trabalho de forma colaborativa com os funcionários, fornecedores e clientes.

A seguir você poderá visualizar algumas ferramentas, mas que não para por aqui, o mercado vem desenvolvendo muito mais! Caso você conheça e tenha experiência em alguma outra ferramenta FREE, contribua compartilhando nos comentários desse artigo.

Relacionar com os clientes:
http://www.orkut.com.br
http://www.facebook.com
http://twitter.com
http://plus.google.com, recentemente lançado.

Mensurar sua presença nas redes sociais:
http://www.google.com/analytics/
http://klout.com/home
https://www.twentyfeet.com/
http://crowdbooster.com/

Criar um espaço colaborativo e ou forum com os clientes e parceiros, tendo cada um o seu próprio espaço, você poderá fazer uso:
http://www.ning.com
http://www.skype.com
http://dropfox.com/

Realizar pesquisa pela internet com funcionários, clientes, fornecedores e ou parceiros
http://www.surveymonkey.com
http://www.docs.google.com, na opção form
http://www.poplytics.com/

Criar site ou lojas virtuais
http://www.webnode.com.br/
http://www.yola.com.br
http://pt.wix.com/

Criar blogs
http://www.wordpress.com
http://www.blogger.com
http://www.blogspot.com

Gerar integração de gestão e utilização de várias ferramentas nas redes sociais
http://www.tweetdeck.com/
http://www.meadiciona.com.br/
http://plus.google.com, recentemente lançado.

Gerenciar projetos
http://basecamphq.com
http://www.pligus.com/
http://www.docs.google.com
https://github.com/

Compartilhar fotografias
http://www.flickr.com/
http://picasa.google.com.br/
http://www.scrapblog.com/

Customizar fotografias para clientes ou criar alguma dinâmica entre os funcionários e parceiros
http://www.loonapix.com/
http://www.instyle.com/instyle/makeover/
http://photofunia.com/
http://www.dumpr.net/

Compartilhar apresentações e vídeos
http://www.slideshare.net/
http://www.videolog.tv/
http://www.youtube.com

Desenvolver webaula simplificado
Camtasia-studio

Sistema operacional
http://www.linux.com

Navegador na internet
http://www.mozilla.com/pt-BR/firefox/

Limpar o PC e corrigir pequenos erros
Ccleaner

Você só precisa escolher qual das ferramentas que corresponde a realidade de sua empresa. Boa parte delas possui uma estrutura parcialmente ou totalmente FREE. Caso você venha escolher a opção paga; aconselho só depois de testar e aprovar que poderá ser interessante ter acesso a mais detalhes.

O perfil da nova geração: empreendedores, consumidores, profissionais, mas acima de tudo, conectados!


Essa nova geração vem quebrando alguns ‘rituais’ de comportamento consolidados no século XX e do início deste século. Com certeza, no meio para o final do século XXI teremos outra realidade de vida e de comportamento em nossa sociedade. Já podemos observar a usabilidade de várias tecnologias que faz parte de nosso dia a dia, e que essa nova geração faz uso de forma diferenciada, tais como:

  • Não esperam ver as notícias nas mídias tradicionais em seus respectivos horários oficiais. Buscam constantemente atualização através das notícias quentes pela internet, geralmente, utilizam algum gerenciador de notícias para receberem de imediato ou várias vezes por dia; 
  • Não esperam Grammy ser lançado, gostam de ver e escutar o que estão sendo mais demandados na internet através de podcast Youtube e outros; 
  • Tem assistido menos a TV do que a geração de seus pais. Preferem assistir pela internet ou, no máximo, canais segmentados em TV fechada, como por exemplo, documentários, vida animal, sport e outros; 
  • A forma de utilizar o celular é diferente de seus pais. Enquanto os pais conversam com parentes e amigos; seus filhos passam mensagens. Diante desse comportamento, já existe concurso para quem tem a habilidade de digitar mais rápido no teclado do telefone; 
  • Se perguntarem o que eles sentem mais falta em acesso tecnológico, falam que é o telefone, pois o aparelho virou co-piloto de suas vidas: despertador, acesso a notícias e às redes sociais, fazem compras, check-in nos aeroportos, assistem a filmes, GPS e outras funcionalidades; 
  • Considera o email bastante formal, sem falar que não sabem o que é postar uma carta nos correios. Eles preferem MSN, Twitter, G-talk, Skype, mensagens nas redes sociais e outras formas mais simples; 
  • No lugar de escutar músicas via rádio, preferem fazer download e selecionar suas preferencias nos seus mp4, IPod etc…. 
  • Estão dando o direcionamento do conteúdo e das tecnologias em uma teia de colaboração, realizando upload de conteúdo: vídeos, áudio, imagem, além de terem blogs e emitirem suas opiniões sobre produtos, serviços, filmes e outras questões que consideram relevantes.

Diante desse cenário, faz-se necessário gerar uma reflexão sobre quem tem conduzido as regras de negócios e o relacionamento com os seus respectivos consumidores, e da redefinição do perfil profissional para nas empresas. Uma vez que as mudanças estão acontecendo no cerne de nossa sociedade.

Fonte: Tapscott (2010).

Por Conceição Moraes

Mundo digital: uma alternativa para sua empresa


O mundo digital há várias possibilidades de gerar negócios e mostrar sua empresa para o mundo. – É um mundo sem fronteira!

No Brasil e no mundo já existem vários eventos, livros e manuais virtuais que discutem sobre software livre e redes sociais. O questionamento é se as pequenas empresas, em geral, já despertaram para oportunidade de utilizá-las com o objetivo de tornarem conhecidas, ampliarem seu mercado, além de construírem relacionamentos com clientes.

Para utilizar bem essas ferramentas é preciso que as empresas estejam dispostas para ouvir a opinião dos clientes sobre a empresa e seus produtos. Essa disposição contribuirá para aprimorar seus produtos e serviços, além de ser uma bela oportunidade de se ter uma pesquisa qualitativa com seus clientes ao construir esse canal de comunicação. Escolher as ferramentas e redes sociais, tais como blogs, twitter, orkut, facebook, linkedin, youtube, videolog, flicks, slideshare,digg, delicious, googlemaps e tantas outras; faz necessário brifar o mercado que se quer atingir.

É necessário detalhar o perfil de clientes: gênero, idade, estilo de vida, renda e outros aspectos que definam o cliente de seus produtos.

Depois, defina quais os objetivos para utilizar as ferramentas gratuitas do mundo virtual, como por exemplo, divulgar produtos e serviços, indicar localização da empresa, construir relacionamento com clientes, testar produtos a serem lançados, pesquisar opinião e sugestões dos clientes, etc. – Para cada objetivo, existirá uma ferramenta ideal, de acordo com o perfil do seu cliente. Não deixe passar a janela da oportunidade de sua empresa estar presente e torná-la conhecida neste mundo sem fronteira.

Como as pequenas empresas estão se preparando para lidar com as novas gerações de clientes?


Como Bob Dylan expressou: “Existe alguma coisa acontecendo aqui, mas não sei o quê?”

O comportamento do consumidor, o comportamento organizacional, em fim a sociedade está em processo de mudança. As novas gerações de consumidores gostam de inovação, querem ser co-autores das invenções e serem os seus promissores. Possui baixa tolerância a lentidão de processos e não conseguem viver sem tecnologia – a internet faz parte de suas vidas como para o lápis, a caneta, o telefone fixo, as cartas faziam parte na vida diária das antigas gerações. Começamos a ver notícias dessa mudança quando olhamos algumas estatísticas como por exemplo:

  • O crescimento de 10% do uso da internet no mês de julho de 2009, esse aumento representa 36,4 milhões de usuários (IBOPE Nielson).
  • Um jovem chamado Mark Zuckerberg, criador do facebook, que vale em torno de 10 bilhões de dólares.
  • A eleição de Obama com o uso de ferramentas tecnológicas para se comunicar com um público, até então, ausente na política…
  • A criação de negócios e uma economia virtual acontecendo no Second life.
  • E outras notícias que se você procurar, acha…. e pode até passar a impressão de que é brincadeira ou “game”, mas tem gente ganhando dinheiro com isso…

O comportamento organizacional, tem mudado, já se fala do poder das instituições sem organização. As pessoas trabalhando gerando a circulação de recursos financeiros harmonicamente sem ter espaços físicos estruturados e regras formais. Algumas empresas que já mudaram seu processo de seleção e captação de competências para poder reagir neste mercado. Estratégias usadas no mundo real, perdendo sua eficácia no mundo virtual. O poder está na rapidez de tomar decisões e gerar conhecimentos ao mesmo tempo em que há uma atuação colaborativa entre os membros dessa empresa.

A sociedade está vivendo cada vez mais duas vidas: a real e a virtual. O que mostra no mundo real que é o isolamento e o aumento da privacidade das pessoas, na vida virtual é o contrário, as pessoas expõem suas vidas e sentimentos em redes sociais, como orkut, facebook, flick, unyk, plaxo, linkedIn, blogs, msn, second life e por outros meios de software na internet. Um verdadeiro paradoxo! Clay Shirky, já diz que não acontece revolução quando a sociedade adota novas tecnologias, mas quando a sociedade adota novos comportamentos.

As pequenas empresas precisam acordar para essa revolução, pois ela veio para ficar e sua competitividade dependerá de suas ações nesse novo mundo e comportamento….