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Sua visão empresarial é na ótica local ou global?


Muitas empresas brasileiras possuem produtos e serviços tipo exportação. Agora, será que essas empresas desenvolvem uma abordagem de comunicação e comercial para atender o público extrangeiro? Será que estão preparadas para comercializar eletronicamente seus produtos para outros países?

Estamos vivendo em um mundo globalizado e sem fronteiras quanto a informação, costumes e notícias que ocorrem no mundo todo. Popularmente, conhecemos que muitos produtos originalmente brasileiros são altamente aceitos.

O grande detalhe é quantas empresas estão atentas a isso e estão buscando ter uma presença profissional e pronta para atender a demanda externa.

Lembre-se que não é só a comercialização de produtos, temos um grande exemplo no livro o mundo é plano da exportação de serviços, como por exemplo, call center, serviços contábeis, entre outros serviços de terceirização.

– Empresários! Pensem que seu mercado não si limita a sua vizinhança, existe um grande mercado a ser explorado! Basta procurar!

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Qual o capital intelectual do futuro?


Diante da constante mudança das empresas e do ambiente que estão inseridas, o perfil e as competências dos profissionais vem modificando.

Recentemente foi publicado na internet uma pesquisa sobre o perfil dos profissionais existentes nas empresas e o perfil mais almejado para o futuro. O resultado demonstrou a seguinte ordem de prioridade:

  • especialistas em mídia social;
  • estrategistas de marketing;
  • especialista em integração de bancos de dados;
  • estrategista organizacional;
  • bilingue ou poliglotas;
  • sociologo ou antropologo;
  • estrategistas em logística; e
  • demais especializações.

Muitos profissionais estão precisando sair do “seu quadrado” e tirar seu preconceito com as redes sociais. A primeira especialização mais ranqueada é a expertize em midias sociais e a construção dessa competência vai além de cursos de especialização ou de curta duração. Faz-se necessário uma vivência nas próprias redes sociais e mergulhar nas origens do ser humano – entender de gente e dos meios que proporcionam as relações pessoais e profissionais.

As demais áreas já vem tendo um demanda constante desses profissionais, mas 0 que muda é o cenário em que irão atuar.

Fica a reflexão para as empresas e os profissionais que ainda não enxergaram este cenário, pois sua competitividade estará diretamente ligada a esse perfil do capital intelectual.

Fonte: Greenbook, 2011

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Lan house: renove sua forma de fazer negócios!


Alguns tipos de negócios passam por um processo de mudança estratégica com o objetivo de sobreviver e aumentar sua lucratividade.  A lan house está passando por essa fase de transição. Leia mais neste artigo sobre repensar sua visão de negócios.

 

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Empresa familiar e seus sucessores


No processo de sucessão, acontecem muitas situações, e uma delas é sequência ou a mudança dos valores e visão empresarial entre as gerações. Muitas vezes, o sucesso do fundador da empresa está na sua capacidade visionaria e princípios empresariais. Essas duas variáveis vão influenciando toda a tomada de decisão que o leva para o sucesso e/ou o fracasso empresarial.

O detalhe ou o engraçado é quando a empresa é bem sucedida e consegue superar os desafios no decorrer do tampo. Enquanto a próxima geração que vem suceder, não dá continuidade a visão de futuro traçada pelo fundador e principalmente aos seus princípios. A visão de futuro pode até ter necessidade de ser renovada, mas na sociedade os princípios e valores não mudam, mas cultivam a credibilidade e o relacionamento com os clientes e com todos os funcionários que contribuem para história daquela empresa.

Diante disso, os novos sucessores, quando não seguem entender os princípios e valores empresariais instalados, plantam a semente do fracasso da empresa e mancham a imagem corporativa. O que se deve refletir que o processo de sucessão, não é o processo de transição da juventude que nega e se rebela com os referenciais paternos. E sim, a empresa é um ser vivo que tem o espírito e  o pensar do fundador instalado, além de se fazer necessário compreender que para se realizar qualquer intervenção e assumir o comando deve-se compreender primeiro a realidade da empresa.

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Dono de um negócio x Ser empreendedor


Temos muitos donos de negócios. Mas, será que todos são empreendedores? Será que todos os empresários pensam em crescer?

Gostaria de compartilhar essas reflexões com vocês… E também quero escutar sua opinião a respeito disso!

Eu verifiquei que existe diferença entre ser dono de negócio e ser empreendedor,  a partir de algumas leituras e diálogos com empresários e pessoas que pretendem abrir um negócio!

Os pesquisadores Liles, Stevenson  e Gumpert  indicam que um empresário é empreendedor quando possui capacidade de identificar oportunidades e elaborar estratégias aliada à sua visão de futuro. Sabe otimizar recursos e transforma com criatividade.

Fillion, já fala que o empreendedor é guiado pelo seu sonho e, que tem como fronteira, o conceito de si. Fronteira essa que se torna pequena ou grande, de acordo como as pessoas se veem e sonham.

É aí que alguns empresários estão satisfeitos pela situação em que se encontram, mesmo que outras pessoas visualizem que aquele empresário, e seu respectivo empreendimento, poderia ir muito, mas além…. Essa situação tem a ver com o sonho e o conceito sobre si.

Analisando pela ótica da própria dinâmica empresarial em que se encontra o empreendimento, a situação de estagnação e de acomodação do empresário poderá não ser saudável.

Quero dizer que, se o empresário se vê sempre pequeno e nunca pretende crescer, não poderá ficar na inércia, acreditando que tudo está bom e não precisa fazer mais nada pela empresa. O detalhe não é ser pequeno ou grande empreendimento, é o dinamismo do empresário de atualizar e seguir  tendências de mercado, quanto ao seu tipo de negócio, para que possa ser sustentável e competitivo!